BATALHÃO DE COPACABANA ABRE AS INSCRIÇÕES PARA O 1º CURSO DE SEGURANÇA PREDIAL DE 2018

Em mais uma parceria com a sociedade, o 19°BPM (Copacabana) irá realizar, no dia 06 de março, o 1º curso de segurança predial com ênfase nas noções básicas de segurança. O curso é gratuito, voltado para chefes de portarias, porteiros, vigias noturnos e funcionários que trabalham em prédios e condomínios e será ministrado no auditório do próprio Batalhão, com carga horária de 4h.

As Inscrições podem ser feitas pelo e-mail: p5_19bpm@pmerj.rj.gov.br  ou telefone: 2333-9250.

Ao final do curso, cada participante receberá um certificado de participação e a apostila com o conteúdo ministrado.

 

Fonte: PMERJ

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Fiscalização encontra celulares e armas em presídios de Japeri

Um dos presídios vistoriados, o Milton Dias Moreira, foi palco de uma rebelião no último dia 18, e vistoriado por militares no dia 21.


Celulares foram apreendidos em presídios de Japeri (Foto: Divulgação)

Celulares foram apreendidos em presídios de Japeri (Foto: Divulgação)

A fiscalização da Vara de Execuções Penais (VEP) do Tribunal de Justiça do Estado do Rio apreendeu nesta quarta-feira (28) em dois presídios de Japeri, na Baixada Fluminense, 11 telefones celulares, acessórios como carregadores, e cerca de 20 estoques (armas brancas), além de drogas, como maconha, haxixe e cocaína. Um dos presídios vistoriados, o Milton Dias Moreira, foi palco de uma rebelião no último dia 18, e vistoriado por militares no dia 21.

Foram vistoriadas a penitenciária Milton Dias Moreira e o presídio João Carlos da Silva, em Japeri. A fiscalização teve o apoio de policiais militares e durou cerca de quatro horas, coordenada pelo juiz Bruno Monteiro Rulière, da VEP.

Com cerca de 2,2 mil detentos, a Milton Dias Moreira é considerada uma prisão neutra, enquanto que o presídio João Carlos da Silva, que tem cerca de 2 mil presos, é reservado para integrantes da maior facção criminosa do Rio.

Fonte: G1

Jungmann diz que está autorizado a contratar 500 policiais federais e 500 policiais rodoviários federais

Ministro da recém-criada pasta da Segurança Pública deu entrevista coletiva nesta terça-feira. Ele ainda afirmou que vai reforçar a área de combate à corrupção com a realocação de 20 novos delegados.


O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (28) (Foto: Bernardo Caram/G1)

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (28) (Foto: Bernardo Caram/G1)

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta quarta-feira (28) que foi autorizado a contratar mil novos policias federais e rodoviários federais.

Jungmann, que tomou posse nesta terça-feira (27), afirmou que uma de suas primeiras ações à frente da pasta da Segurança foi acionar o Ministério do Planejamento para saber com quais recursos vai poder contar.

Ele disse que a pasta terá R$ 2,7 bilhões de orçamento para este ano e não sofrerá nenhum contingenciamento de verba. O ministro afirmou ainda que o dinheiro deverá sair do Ministério da Justiça, pasta que antes era responsável pela Força Nacional, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, órgãos agora sob a alçada da Segurança Pública.

“Sobre a necessidade e urgência de reforçar recursos humanos, especialmente na Polícia Federal e na Polícia Rodoviária Federal, estamos autorizados a fazer concursos, com 500 novos agentes para a Polícia Federal e 500 novos agentes na Polícia Rodoviária Federal”, afirmou Jungmann, em entrevista coletiva.

Segundo o ministro, os concursos para a PF e a PRF ainda não têm data definida, mas devem acontecer ainda em 2018.

Jungmann afirmou ainda que pretende duplicar o contingente de policiais federais em postos de fronteira. Segundo o ministro, o número passará a 300 agentes.

Ele também disse que vai reforçar a área de combate aos crimes de corrupção, com a realocação de 20 delegados para o setor. Segundo Jungmann, é uma “área que tem tido uma grande demanda”.

Em relação à PRF, o ministro disse que pretende aumentar para 330 o número de postos de videomonitoramento de estradas, dentro de um programa a ser chamado de Alerta Brasil.

Além da adoção de um sistema de plantão voluntário de policiais rodoviários. O governo compraria horas de folga desses agentes.

Policiais nas ruas

O ministro também disse que a pasta quer “policiais nas ruas”. Por isso, afirmou que vai conversar com os governos estaduais sobre o tema.

Ele citou, como exemplo de situação que pretende mudar, o caso do Rio de Janeiro, que tem, segundo o ministro, um número excessivo de policiais em funções administrativas.

“Queremos policiais nas ruas, não como acontece no Rio de Janeiro, em que mais de 2500 policiais estão em atividades de outros órgãos, realizando outro tipo de atividade que não nas ruas”, afirmou.

Ele afirmou que objetivo é que o número de policiais em funções administrativas não passe de 2% do total da corporação.

Segundo o ministro, as medidas anunciadas nesta quarta são “iniciais” e voltadas para tentar resolver “gargalos” da segurança pública.

Intervenção Federal

Jungmann também comentou a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. Questionado sobre quais serão os gastos com a operação, ele afirmou que os detalhes ainda serão apresentados pelo presidente Michel Temer.

Sobre a possibilidade de outros estados solicitarem intervenção, o ministro afirmou que não vê outro caso que justifique essa demanda.

“Não vejo, em que pese situações graves, aflitivas em muitos outros estados, eu não vejo uma outra situação que demande outra intervenção”, disse.

Força Nacional

Durante a entrevista, Jungmann afirmou, sem dar detalhes, que nova pasta tem a intenção de tornar a Força Nacional um órgão permanente.

Atualmente, a Força Nacional é um programa não-permanente de cooperação entre estados e União. A Força Nacional executa, através de convênio, atividades de preservação da ordem pública e atua em situações de emergência na segurança de pessoas e do patrimônio.

Segundo a assessoria do ministro, a ideia é transformar o atual modelo permanente, algo menos improvisado, com efetivo próprio, mas que continuaria a atuar através das demandas estaduais.

Fonte: G1

Intervenção federal vai estender ações para todo o estado, diz deputada

Comissão de Segurança da Alerj se reuniu com general Braga Netto nesta quarta-feira (28). Pela manhã, o interventor se reuniu com o governador Pezão e secretários.


General Braga Netto recebe deputados da Alerj no Comando Militar do Leste (Foto: Reprodução/CML)

General Braga Netto recebe deputados da Alerj no Comando Militar do Leste (Foto: Reprodução/CML)

Integrantes da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) se reuniram nesta quarta-feira (28) com o interventor federal da Segurança Pública do Rio, general Walter Braga Netto, no Palácio Duque de Caxias, Centro do Rio.

No encontro, segundo os parlamentares, o general sinalizou que as ações da intervenção vão alcançar municípios de todo o estado do Rio. Braga Netto não deu declarações aos jornalistas após o encontro com os parlamentares.

Após a reunião, a presidente da comissão, deputada Martha Rocha (PDT), afirmou que um canal de comunicação entre o interventor e o poder legislativo foi estabelecido. Além disso, ele teria sinalizado positivamente sobre as demandas solicitadas pelos parlamentares, entre eles o pedido para que as ações da intervenção não fiquem só na capital.

“O general recebeu todas as nossas ponderações. Nós não viemos aqui para tratar de detalhamento das funções, a nossa função foi estabelecer um canal de interlocução e apresentar as nossas preocupações. Que a intervenção não fique apenas na Capital, que ela vá para a Baixada Fluminense e interior”, disse Martha Rocha.

O general Walter Souza Braga Netto, no centro, escuta uma questão durante coletiva de imprensa sobre a intervenção no Rio de Janeiro (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

O general Walter Souza Braga Netto, no centro, escuta uma questão durante coletiva de imprensa sobre a intervenção no Rio de Janeiro (Foto: Silvia Izquierdo/AP)

“O general deixou claro que as ações da intervenção vão alcançar todo o estado do Rio de Janeiro. Não ficará limitada à Capital do estado. Com certeza haverá ações na Baixada [Fluminense] e no interior”, completou. Aindas segundo a parlamentar, o interventor federal, Braga Netto, disse ainda que não pretende fazer alterações nas UPPs. O vice-presidente da Comissão de Segurança da Alerj, deputado Bruno Dauaire (PR), disse que a intervenção federal irá manter as unidades e que, na próxima semana, a Alerj irá implementar a CPI das UPPs.

“Ele está mantendo o discurso que deu na reunião anterior. Vai manter as Unidades de Polícia Pacificadoras. Vamos aguardar [para saber se haverá alguma reformulação]. A nossa intenção é subsidiar o general para que ele possa tomar a decisão de reorganizar, redimensionar e equacionar, baseado em dados concretos vindos da comissão parlamentar de inquérito que apura os resultados das UPPs”, disse Dauaire.

Dia de reuniões

O general Braga Netto não deu declarações aos jornalistas após o encontro com os parlamentares no Comando Militar do Leste. Segundo o CML, a deputada Martha Rocha, entregou ao general Braga Netto documentos com estratégias para a área de Segurança Pública. Também participaram do encontro os deputados Bruno Dauaire, Zaqueu Teixeira, Milton Abrahão, Iranildo Campos, Paulo Ramos e Marcos Muller.

Pela manhã, o interventor federal na segurança do Rio se reuniu com o governador Luiz Fernando Pezão e os secretários, no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul.

Na reunião, o general Braga Netto disse que pretende realizar ações sociais nas comunidades e pediu ajuda aos secretários para esse trabalho. No entanto, os secretários disseram que precisam de segurança para entrar nas comunidades.

Em entrevista coletiva na terça-feira (27), Braga Netto afirmou que o Rio é um laboratório para o Brasil.

“As inteligências, elas sempre funcionaram. Quando você centraliza e unifica o comando, a tendência é que isso agilize o trabalho de inteligência. O que deverá ocorrer agora é uma maior agilidade. O Rio de Janeiro, ele é um laboratório para o Brasil. Se será difundido o que está sendo feito aqui para o Brasil, aí já não cabe a mim responder”, afirmou o general.

O objetivo da intervenção federal, segundo ele, é “recuperar a credibilidade” da segurança pública no estado. O militar e outros membros do gabinete de intervenção concederam uma entrevista coletiva durante cerca de meia hora, mas nem todas as perguntas foram respondidas. O general não explicou, por exemplo, quanto será investido nas operações no Rio, nem anunciou medidas concretas de combate à violência.

Fonte: G1

Traficante preso em Ipanema é tido como sanguinário e seria ‘freelancer’ de facção de São Paulo

Elton foi preso em Ipanema, na noite desta terça-feira
Elton foi preso em Ipanema, na noite desta terça-feira Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um dos principais traficantes na fronteira do Brasil com o Paraguai, Elton Leonel Rumich da Silva, o “Galã”, de 34 anos, é conhecido entre policiais dos dois países pelos seus métodos violentos, considerados “sujos” até mesmo no mundo do crime. Preso nesta terça-feira enquanto fazia uma tatuagem em Ipanema, na Zona Sul, ele seria responsável por uma lista de assassinatos e vinganças no Paraguai.

Investigadores ouvidos pelo GLOBO afirmaram que o criminoso é sanguinário e que suas ações geralmente causam “danos colaterais”, como a morte de inocentes. Galã tem duas ordens de prisão no país vizinho, uma pela morte de Jorge Rafaat Toumani, considerado um dos chefes do tráfico no país até 2016, e outra pelo assassinato de Willian Giménez Bernal, como vingança a uma tentativa de assassinato que sofreu. Ambas são relacionadas à disputa por território no tráfico de drogas entre os dois países.

De acordo com os investigadores, Galã tinha uma relação estreita com uma das principais facções brasileiras, o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo. Mas há informações conflitantes sobre se o traficante seria ou não um membro efetivo da facção. A princípio, agentes que atuam na fronteira acreditam que ele atuava como uma espécie de “freelancer” com autorização do PCC para atuar na fronteira. Além disso, também teria ligações antigas com outra facção, o Comando Vermelho. O foco de sua atuação era a venda de drogas para o Rio e o interior de São Paulo, sobretudo a região de Taubaté.

Segundo o Ministério do Interior do Paraguai, Galã era o narcotraficante mais procurado no país vizinho. Ele entrou no radar das autoridades paraguaias em junho de 2016, quando foi apontado como o mandante do assassinato de Rafaat. As investigações mostram que, para esse crime, Galã se aliou a outro barão das drogas do Paraguai, Jarvis Chimenes Pavão.

Cercado de seguranças e dentro de um carro blindado, Raffat foi assassinado em 15 de junho de 2016 com tiros de uma metralhadora antiaérea, calibre .50, de uso exclusivo das Forças Armadas. A emboscada foi armada na rua, depois que a vítima deixou sua loja de pneus em Pedro Juan Caballero.

A parceria entre Galã e Pavão não durou muito tempo. Um dos principais funcionários de Pavão, William Bernal, é suspeito de ter organizado o ataque a uma casa noturna de Pedro Juan Caballero em 24 de julho de 2017, que teria Galã como alvo. O traficante brasileiro conseguiu fugir, mas o ataque deixou um saldo de quatro mortos e 11 feridos.

Bernal morreu em outubro, em um atentado que, segundo promotores paraguaios, foi feito a mando de Galã. Assim como aconteceu com Rafaat, os criminosos fizeram uma emboscada e cercaram o carro de Willian, em Assunção, usando fuzis para atingi-lo. Os disparos também mataram o filho de 5 anos da vítima.

Galã divide o tráfico no Paraguai com os grupos de outros dois traficantes de grande escala. Além de Pavão, que foi extraditado para o Brasil em dezembro do ano passado e enviado para o presídio federal de Mossoró, outro chefe do tráfico na fronteira é Luiz Carlos da Rocha, o “Cabeça Branca”, preso em julho do ano passado pela Polícia Federal e atualmente custodiado em Sorriso, no Mato Grosso.

O próprio PCC também é um importante ator do tráfico na fronteira. Segundo investigadores, enquanto organização, a facção é a que possui a maior estrutura e volume no tráfico de maconha e cocaína. Agora, busca hegemonia na fronteira. A relação entre essas lideranças, no entanto, é bastante delicada.

 

Fonte: Extra

PRF prende dois foragidos quando iam fazer a travessia da Ponte Rio-Niterói a pé

Os dois presos são levados para a 78ªDP
Os dois presos são levados para a 78ªDP Foto: Divulgação/PRF

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendera, no final da manhã desta quarta-feira, dois homens foragidos da Justiça em uma abordagem na Ponte Rio-Niterói (BR-101), em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Os dois estavam andando no acesso à ponte e disseram que pretendiam fazer a travessia a pé, o que é proibido.

De acordo com a PRF, os policiais da 2ª delegacia (Niterói) faziam uma ronda, quando foram alertados sobre dois homens caminhando próximo à subida da ponte. Eles foram até o local e conseguiram abordar os suspeitos.

A dupla, de 29 e 36 anos, possuía dois mandados de prisão pelo crime de roubo. Um deles estava foragido há quase três anos. Os suspeitos, moradores de São Gonçalo, estavam com uma mochila e um par de binóculos. Eles não souberam explicar o motivo de estarem andando no local. A ocorrência foi encaminhada para a 78ª DP (Fonseca), onde o caso foi registrado.

 

Fonte: Extra

Policiais de UPP apreendem seis quilos de maconha no Complexo do Lins

As drogas apreendidas no Morro da Cachoeirinha
As drogas apreendidas no Morro da Cachoeirinha Foto: Polícia Militar / Divulgação

Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Lins apreenderam seis quilos de maconha — dividos em barras de um quilo cada —, 205 trouxinhas da droga e 960 pedras de crack no Morro da Cachoeirinha, que integra o conjunto de favelas localizado na Zona Norte do Rio, na noite desta terça-feira. Na ação, houve confronto entre PMs e traficantes, mas não há informações de feridos.

Além das drogas, foram encontrados também 3.200 frascos que seriam usados para embalar cocaína e uma balança de precisão. O caso foi registrado na 25ª DP (Engenho Novo).

Prisão no Morro dos Prazeres

No Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, na região central da cidade, PMs da UPP da comunidade prenderam um homem na manhã desta quarta-feira. Com o suspeito foi encontrada uma mochila onde havia cocaína em cápsulas, pequenos tabletes e trouxinhas de maconha e vidros de lança-perfume. O caso seguiu para ser registrado na Central de Garantias, na Cidade da Polícia.

 

Fonte: Extra