Campanha contra violência sexual conquista a internet

Pesquisa mostra que 94% das brasileiras foram assediadas

Então elas resolveram contar seus mais íntimos e dolorosos segredos. Desde a semana passada, meninas e mulheres lotam as redes sociais com relatos de assédios e abusos que sofreram nos ônibus, nas ruas e em casa. Em menos de dez dias, a hastag #primeiroassedio teve 82 mil citações no Twitter e no Facebook. Não são textos fáceis de ler.

Cada palavra carrega a memória de uma humilhação que ficou engasgada no passado. Ao escrever sobre a violência experimentada, as autoras tentam aliviar o sofrimento, compartilhando experiências e “acordando” os leitores para o tema.

‘Uma educação de meninos focada no respeito às meninas é algo profundamente transformador’, diz a psicanalista Claudia Gindre

Foto: Divulgação

Muitos dos relatos estão em uma página virtual criada por uma carioca de apenas 17 anos, moradora de Campo Grande, que dos 11 aos 13 foi abusada pelo homem que jurava lhe proteger. “Ele é meu padrasto. Moro até hoje com ele. É horrível. Tenho nojo dele”, conta a adolescente que sonha em ser médica. Ela vibrou quando abriu a prova do Enem e viu que o tema da redação tratava de algo que ela conhece na pele – a violência contra a mulher.

“Meu padrasto não me bate, mas o que ele fez comigo é bem pior”, compara a menina, sem ódio na voz, mas com coragem para recordar a brutalidade que experimentou antes mesmo de ficar moça. “A primeira vez, ele me abusou enquanto eu dormia entre ele e minha mãe. Ela não acordou. Eu fiquei calada e com muito medo”, lembra a menina, que sofreu crises depresssivas e jamais conseguiu apoio materno. “Amo minha mãe. Eu contei, e ela não acreditou. Nunca fui à polícia para não estragar minha família. Minha mãe gosta muito dele”, recorda.

O drama da menina de Campo Grande está nos extremos de uma estatística dramática. Pesquisa feita com 2.224 mulheres, com idade entre 14 e 24 anos, moradoras de 370 cidades brasileiras, revela que 94% já foram assediadas verbalmente, e 77% sofreram assédio físico.

Júlias e as colegas do coletivo feminista da PUC: alunas de vários cursos se unem contra as mais variadas formas de violência de gênero

Foto: Divulgação

Mais assombroso do que o percentual é a idade média das vítimas: nove anos, segundos dados da ONG ÉNóis Inteligência Jovem e do Instituto Patrícia Galvão, responsáveis pelo estudo. Na prática significa que quase toda brasileira, ao menos uma vez na vida, já foi agredida com frases grosseiras e atos que variam desde encoxadas no transporte público até passadas de mão no meio da rua.

“Encoxada é violência corriqueira para toda mulher no Rio de Janeiro. Ontem mesmo eu estava no ônibus e um tarado começou a roçar o pênis em mim”, conta Júlia Rezende Túribio Dantas, 21 anos, estudante de Direito da PUC que cansou de aturar as agressões masculinos e passou a integrar um coletivo feminista na faculdade. “Estamos aprendendo a reagir, a nos empoderar e a gritar ‘tarado’ cada vez que uma coisa dessas acontece. Nossa geração não quer mais considerar natural aquilo que a mulher não consente”, ensina a moça, antes de partir para mais um protesto contra o machismo.

A francesa Simone de Beauvoir nasceu em 1908

Foto: Reprodução

Herdeiras de Simone de Beuavoir,novas feministas ocupam ruas e redes

Milhares de brasileiras que participam da campanha do #primeiroassedio promovem um renascimento do movimento feminista.Elas já não precisam lutar pelo direito ao voto, à minissaia, ao trabalho. Nem queimam sutiãs na praça como fizeram, nos anos 60, as contemporâneas da matriarca das feministas, a filósofa francesa Simone de Beauvoir.

“Essa explosão de meninas feministas é uma ótima notícia”, comemora a cientista social Lia Zanotta, uma das mais respeitadas estudiosas do país sobre os movimentos de mulheres. “As feministas do século 21 agem de maneira diferente. Sua base é a experiência pessoal. Elas rejeitam qualquer ato sem consentimento e não admitem o velho argumento que culpa as próprias mulheres pelas agressões sofridas”, completa a antropóloga.

O combustível da nova onda feminista é a experiência pessoal compartilhada em redes sociais, mas, como suas antepassadas, elas também vão às ruas. Na semana passada, milhares de cariocas protestaram na Cinelândia contra projeto de lei do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que retira conquistas históricas do movimento feminista, como a pílula do dia seguinte. “Há uma onda de conservadorismo na política e as mulheres estão reagindo com bravura”, diz a psicanalista Claudia Gindre, 47 anos. “As meninas estão nos ensinando que não ficar calada é o melhor remédio para combater a violência”.

Psicóloga alerta para educação dos meninos

A psicanalista Claudia Gindre, especialista no atendimento de crianças, está convencida que o silêncio é o maior cúmplice do assédio e do abuso sexual. “Esses relatos na internet criam uma rede de consciência e ajudam a reduzir a perversão machista que joga a responsabilidade do assédio sobre a mulher”, diz a terapeuta, convicta de que atos que parecem banais, como tomar uma cantada chula na rua, não são normais. “Ouvir algo ‘ como vou te chupar todinha não é sinal de macho. É sinal de agressor”, pontua.

Essa mudança de comportamento passa não somente pela ruptura do silêncio feminino, mas também pela reeducação dos meninos, historicamente ensinados de que há mulheres que merecem o assédio porque estão vestidas com essa ou aquela roupa. “As mães de garotos têm papel importantíssimo. Uma educação de meninos focada no respeito às meninas é algo muito tranformador”.

Esse novo homem respeitador começa a surgir. Na própria campanha do primeiro assédio, há relatos de rapazes solidários às meninas, caso do texto do músico Mário Feitosa: “Somos homens. E eu vou usar linguagem ‘de homem’. Ninguém nos apalpa na rua ou sussurra “vagabundo” no pé do nosso ouvido. Os homens não consideram agressão porque não passam por isso”.

‘Mães, acreditem nas suas filhas’, diz garota abusada pelo padrasto

“Hoje eu decidi contar para vocês sobre o meu primeiro assédio. Eu tinha 11 anos e vivia a minha infância como uma criança comum. Tinha a inocência de brincar de boneca e desenhar casinhas nas folhas de papel com giz. Num fim de semana em que eu senti saudade da minha mãe, fui dormir na cama dela. Foi neste dia que meu o padrasto me molestou e abusou de mim sexualmente.

Depois deste dia, ocorreram outras quatro vezes. Eu não sabia o que fazer porque era muito pequena e tinha medo dele. Minha mãe não percebia e nem tinha ideia do que acontecia. Eu só sabia chorar e sofrer com aquilo. Até que um dia, ele me deu moedas e disse para perdoá-lo. Fui crescendo com aquilo e na adolescência descobri o que era realmente. Isso me dói até hoje. Já tive surtos e depressão. Quando tinha meus 15 anos, decidi contar para a minha mãe, e ela não acreditou.

Meu padrasto sempre me proibiu de ter namorados e me proibia de sair na minha adolescência. Dizia que eu era uma vagabunda, que ia engravidar e ser uma faxineira sem estudo. Eu engoli cada lágrima pela felicidade da minha mãe. Não digam que uma pessoa que foi abusada sexualmente, verbalmente ou o que seja, merecia ou gostava. Ninguém merece esse sentimento e essa dor na vida. Mães, acreditem nas suas filhas. Apóiem, dêem um abraço e façam um gesto de carinho.”

Humberto Rezende condena banalização do assédio verbal e físico

Foto: Divulgação

Homem relata ter sido assediado aos dez anos

Humberto Rezende tem 42 anos, é cantor, compositor, jornalista e feminista. Sensibilizado pelo cotidiano de medo das mulheres, Beto revelou que ele próprio experimentou, aos 10 anos, um pouco do mesmo clima de insegurança. O relato amealhou uma multidão de curtidas no Face.

“Eu tinha 10 anos. Passava férias em Fortaleza com minha família, e, certa manhã, saí sozinho para comprar uma bola de frescobol em uma loja a dois quarteirões. Um homem me chamou. ‘Ei, vem cá.’ Parei e olhei pra ele. ‘Vem cá’, insistiu, e eu senti medo. Aquele homem me olhava de um jeito estranho, não parecia gostar de mim, mas me queria mais perto dele. ‘Meu pai tá me esperando’, consegui dizer, apontando o hotel. ‘Ah, seu pai. Então tá, pode ir.’ Eu me virei e apertei o passo, mas ainda deu tempo de ouvir: “Você é muito gostosinha, sabia?”

Aquela frase fez com que o medo crescesse, e eu disparei a correr. Passei o resto do dia calado. O medo se misturou com a vergonha. Ele achou que eu era menina, pensava às vezes. E depois me indagava, apavorado: o que será que ele teria feito comigo?”

Fonte: O Dia

Que tal levar seus filhos para conhecer as incríveis atrações do Planetário?

Estamos sorteando entradas para policiais militares

​O que acha de levar a família para conhecer o Planetário, com experimentos interativos, exposições, visita guiada, apresentação de um filme na cúpula e, ainda, uma conversa com astrônomo após o filme? Estamos sorteando ingressos para policiais militares, que poderão levar mais três acompanhantes. As entradas são para o dia 21 de novembro.

Para concorrer ao sorteio, basta enviar nome completo, graduação, RG e unidade para fa.sorteios@gmail.com

As entradas foram obtidas pela Secretaria de Estado de Segurança, que fez a articulação para obter os ingressos e oferecer aos policiais.

Aproveite e participe do sorteio! O resultado sai na próxima semana.

Fonte: PMERJ/FamiliaAzul

CPAm encerra Curso de Policiamento Ambiental (CPA/2015)

Unidade realiza, atualmente, cerca de 2.500 ocorrências por ano

Realizada na tarde desta quinta-feira (30/10), no pátio da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), a solenidade de encerramento do Curso de Policiamento Ambiental (CPA/2015) reuniu oficiais e praças do Comando de Polícia Ambiental (CPAm), que prestigiaram os 14 formandos desta edição.

Eles passaram três meses em um treinamento árduo, encararam dias e noites longe da família acompanhando operações na selva, recebendo instruções de legislação básica, sobrevivência, rapel, e tantas outras disciplinas que os habilitaram a proteger o meio ambiente do Estado do Rio de Janeiro.

Cel Vidal:
Cel Vidal: “Vocês são o futuro da polícia ambiental do Rio de Janeiro”

Para chegar à formatura, caminharam cerca de 20 km da Floresta da Tijuca até a CPP e foram recebidos com muitos aplausos e alegria.

“A nossa maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo. É por causa disto que nós conseguimos trazer para o CPAm uma nova realidade administrativa e operacional. O Comando de Polícia Ambiental faz hoje cerca de 2.500 ocorrências por ano, fora um próximo número de apreensões. O antigo Batalhão Ambiental não chegava a 500 ocorrências anuais. E aí vem a importância de vocês, que trazem esta nova roupagem. Vocês são o futuro da polícia ambiental do Rio de Janeiro, homens preparados física, teórica e psicologicamente. O futuro começa com vocês”, afirmou o comandante do CPAm, coronel André Luiz Araújo Vidal.

Primeiro colocado da turma, o soldado Eduardo Henrique Martins de Souza Júnior, que trabalhava na UPP Parque Proletário, falou sobre o aprendizado e planos para o futuro.

“Para mim, o curso foi superação do início ao fim. Desde garoto me identifico com a área ambiental, por isso dei o meu melhor. Espero daqui para frente, poder agregar novos cursos ao meu currículo e poder caminhar com mais firmeza nessa rota que escolhi”, disse o soldado.

Ao final do evento, que contou com a presença do tenente-coronel Marcus Lacerda, subcoordenador da Coordenadoria de Polícia Pacificadora, do senhor Carlos Dário, chefe do Parque Estadual do Desengano, e do major Arnaldo Vargas, os concludentes receberam diplomas e distintivos.

Fonte: PMERJ/FamiliaAzul

Outubro Rosa na Coordenadoria de Polícia Pacificadora

Unidade promoveu um café da manhã e palestra de conscientização

​A Coordenadoria de Polícia Pacificadora realizou, na manhã desta quinta-feira (29/10), um evento de conscientização em homenagem à campanha Outubro Rosa. Além de um café da manhã especial, oferecido às policiais militares femininas da CPP, da 8ª DPJM e do CPAm, elas tiveram a oportunidade de assistir a uma palestra emocionante com a major enfermeira Rosemary Bacellar, do Centro de Fisiatria e Reabilitação da PMERJ (CFRPM), que venceu um câncer mama e contou um pouco da sua história.

As policiais obtiveram uma série de informações a respeito do câncer de mama
As policiais obtiveram uma série de informações a respeito do câncer de mama

A major enfermeira falou sobre como descobriu o câncer, os exames e tratamentos que realizou até se encontrar curada. Ainda incentivou as cerca de 40 policiais militares presentes a buscarem realizar exames de prevenção e consultarem profissionais da área constantemente, falou sobre doenças sexualmente transmissíveis e todos os cuidados que a mulher deve ter no dia a dia.

A comunicação social da CPP já planeja um novo evento para chamar atenção para a campanha Novembro Azul, que incentiva a conscientização sobre o câncer de próstata.

Fonte: PMERJ/FamiliaAzul

Formação de PMs terá duração ampliada em 2016

Currículo contará com novas disciplinas e estágios supervisionados

​A partir de janeiro de 2016, o curso de formação para policiais militares será ampliado. Os soldados que ingressarem na PM terão pela frente 12 meses de capacitação, sendo dez de aulas teóricas e dois de estágios supervisionados em unidades operacionais da corporação.  A disciplina de Polícia de Proximidade é uma das cinco matérias incorporadas ao novo currículo para aperfeiçoamento da política de pacificação.

“Queremos ofertar aos novos agentes instrumentos para que possam executar um modelo de polícia mais adequado à realidade das comunidades carentes do Rio de Janeiro. Queremos que o policial formado tenha conhecimentos e habilidades para administrar conflitos, tendo a capacidade de realizar processos decisórios. É importante reforçar também que o PM estará sendo preparado para atender às demandas da população, sendo que a força letal será o último recurso adotado”, explicou o subsecretário de Educação, Valorização e Prevenção da Secretaria de Segurança, Pehkx Jones da Silveira.

O novo curso de formação contará com 32 disciplinas
O novo curso de formação contará com 32 disciplinas

O novo curso de formação contará com 32 disciplinas. Nove delas receberam aumento de carga horária. Entre elas estão: Direitos Humanos (de 16 para 20 horas/aula); Imagem Institucional (de 8 para 10 horas/aula); Língua e Comunicação (de 24 para 30 horas/aula); Instruções Práticas de Ações Táticas I, II e III (de 70 para 114 horas/aula); Noções de Direito Administrativo (de 12 para 16 horas/aula); e Legislação Processual Penal Comum (de 8 para 12 horas/aula).

Outras cinco matérias foram criadas: Tiro de Defesa I e II; Tecnologia Não-Letal; Administração Institucional de Conflitos (técnicas) e Polícia de Proximidade. Três estudos de caso serão abordados em cada disciplina para relacionar a teoria com as experiências vivenciadas por policiais já formados.

Os cerca de 1,5 mil policiais em treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e que devem ser incorporados à PM entre novembro deste ano e janeiro farão uma complementação para já se adaptarem aos novos padrões curriculares. A extensão será realizada durante duas semanas.

Elaboração de novo currículo foi realizada por 100 profissionais 

Entre agosto de 2014 a fevereiro deste ano, o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, com o apoio metodológico da Subsecretaria de Educação, Valorização e Prevenção, coordenou o processo de atualização do currículo do Curso de Soldados. Os objetivos são identificar e realizar os ajustes necessários. Cerca de 100 profissionais – entre instrutores, professores, especialistas e gestores – participaram da construção do novo currículo da Polícia Militar.

Foram organizados oito grupos de trabalho, nos quais os participantes analisaram e discutiam a abordagem do conteúdo nas salas de aulas, sobreposições de conteúdo entre as disciplinas afins e o cotidiano da execução das disciplinas no curso.

“Toda a matriz curricular do curso foi elaborada no sentido de formar o policial militar dentro das competências e habilidades relacionadas às tarefas a serem desenvolvidas após a conclusão do curso” explicou o diretor-geral de Ensino e Instrução da Polícia Militar, coronel Márcio Vaz Lima.

Fonte: PMERJ/FamiliaAzul

Major Pricilla Azevedo recebe homenagem no Dia do Servidor

A oficial foi a primeira mulher a comandar uma Unidade de Polícia Pacificadora

Imagens

Vinte servidores do Estado agora fazem parte de uma galeria de fotos na sede da Seplag / Divulgação

​A major Pricilla Azevedo, primeira comandante de uma Unidade de Polícia Pacificadora, foi homenageada no dia do servidor (28/10), pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). A oficial e mais 19 servidores das mais diversas carreiras do Estado agora fazem parte de uma galeria de fotos produzida pela secretaria, que tem por objetivo destacar o bom trabalho desses profissionais.

A Galeria dos Servidores foi inaugurada no 13º andar da Seplag, onde fica a Subsecretaria de Gestão de Pessoas. A ideia da galeria é fazer uma homenagem a todos aqueles que se dedicam à prestação de serviços de qualidade à população, em várias áreas. O evento de inauguração contou com a presença da secretária de Planejamento e Gestão, Cláudia Uchôa; do subsecretário de Gestão de Pessoas, Edson Teramatsu; e de secretários, subsecretários e representantes de 14 órgãos do Estado.

Após os pronunciamentos, cada servidor foi chamado, juntamente com a secretária e o representante de sua pasta, para o ato de inauguração e o descerramento dos seus respectivos retratos. Os homenageados também receberam certificados, uma cópia da sua foto exposta na galeria e um brinde. Alem disso, uma das homenageadas, a violino solista do Theatro Municipal, Antonella Pareschi, brindou os presentes com o trecho de uma ária da ópera “Thaïs”, de Jules Massenet.

Foto: Cláudia Elias
Foto: Cláudia Elias

A major Pricilla, que atualmente está de licença maternidade, afirmou que ficou bastante feliz com a homenagem da secretaria. Na galeria, estão expostas fotos da época em que comandava a UPP Santa Marta, primeira unidade de polícia pacificadora do estado. Por esse trabalho,major Pricilla ficou reconhecida até mesmo fora do país.“Gostei bastante, acho que é um reconhecimento do trabalho da Polícia Militar e do meu trabalho no Santa Marta. É uma felicidade para mim e para minha família. Isso também estimula o nosso trabalho, porque a gente vê que temos o reconhecimento do próprio estado.

A secretária Cláudia Uchôa afirmou que a Seplag tem o desafio de aperfeiçoar o seu trabalho. Ela afirma que  já fizeram grandes avanços na área de sistemas, ferramentas, manuais e processos de trabalho, mas querem incrementar cada vez mais o olhar para o servidor.

“Temos servidores com ambientes de trabalho estressantes, arriscando vidas para salvar as nossas; outros na área administrativa, que viabilizam o nosso trabalho. Aqui é o melhor espaço do prédio e foi dedicado à Gestão de Pessoas. Quero deixar registrado que aqui é a casa de vocês. Sejam muito bem-vindos”.

O subsecretário Edson Teramatsu, disse que a entrada da secretária de Planejamento, que é servidora de carreira há muitos anos e psicóloga de formação, fez com a equipe da secretaria tivesse um novo olhar para a questão do atendimento ao servidor público.  Segundo Edson, a Galeria não deve ser vista apenas como molduras e retratos, mas para lembrar a missão da Gestão de Pessoas no Estado

“Vocês representam 240 mil servidores ativos, além dos aposentados e pensionistas. Que possamos zelar por essa Galeria, ampliá-la ao longo dos anos e que ela seja um símbolo da relação que pretendemos manter com os servidores do Estado. Falamos servidores, mas são pessoas. É uma Gestão de Pessoas, a fim de que futuramente façamos uma Gestão para Pessoas. Já vi inaugurações de muitas Galerias de Presidentes e representantes do Estado, mas é a primeira vez que vejo uma Galeria dos Servidores”, ressaltou.

Fonte: PMERJ/UPP-RJ

Crianças dos morros Chapéu Mangueira e Babilônia visitam o Pão de Açúcar

O local completou 103 anos esta semana e recebe centenas de turistas diariamente

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O passeio foi a oportunidade das crianças conhecerem o Bondinho / Divulgação

​Cerca de 50 crianças do Morro da Babilônia e Chapéu Mangueira foram visitar um dos pontos turísticos mais amados dos cariocas: o Pão de Açúcar. O passeio foi articulado pela Escolinha Tia Percilia em parceria com a Unidade de Polícia Pacificadora da Babilônia.

O local que está completando 103 anos esta semana recebe diariamente centenas de visitantes nacionais e estrangeiros e já está no roteiro das grandes atrações turísticas mundiais. No passeio, as crianças tiveram a oportunidade de andar nos dois trechos do teleférico e ter uma vista única da orla de várias praias do Rio de Janeiro.

Para muitas crianças que estavam no grupo, o passeio foi a oportunidade de conhecer o Bondinho, já que muitas delas nunca tiveram oportunidade de visitar o local anteriormente. Além de conhecer um dos mais belos cartões-postais do mundo,  o grupo contou que foi acompanhado pela equipe pedagógica do Programa Educa Bondinho que além de mediar todo o passeio contou a história do teleférico e da cidade.

Fonte: PMERJ/UPP-RJ