Polícia ‘caça’ playboy fujão

Um rapaz de classe média é procurado pela polícia sob acusação de ter estuprado uma jovem de 19 anos num condomínio de luxo em Jacarepaguá. O suspeito, de 22, fugiu após agentes irem até a casa dele para cumprir mandado de prisão expedido pela Justiça, terça-feira. O crime teria acontecido em abril e divulgado em redes sociais, onde o acusado também teria ameaçado testemunhas e parentes da vítima.

De acordo com o advogado da jovem violentada, Luiz Carlos Vieira Costa, o rapaz acreditava na impunidade e ameaçava outras vítimas alegando que sua família ‘tinha dinheiro’ e era influente na região. O caso foi registrado na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá.

Vieira também contou que conseguiu identificar outras cinco vítimas do suposto estuprador. Porém, além de sua cliente, apenas outra registrou ocorrência, na Deam de Campo Grande. O Ministério Público diz que tomou conhecimento de três supostas vítimas.

No caso da cliente de Vieira Costa, a estudante foi levada para dentro de condomínio na Taquara, onde a família do acusado tem mansão. Segundo a denúncia do MP, o rapaz estacionou o carro em um local onde não havia câmeras e cometeu o estupro dentro do veículo. A jovem foi deixada quase sem roupa na Estrada do Catonho, no mesmo bairro.

 

Fonte: Meia Hora

Visitante é presa tentando entrar com drogas nas partes íntimas em Bangu 3

Carla Cristina foi levada para a Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza Foto: Reprodução

Carla Cristina foi levada para a Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza Foto: Reprodução

Uma visitante de 22 anos foi presa, na manhã desta quinta-feira, após ser flagrada tentando entrar com drogas na Penitenciária Gabriel Ferreira de Castilho (Bangu 3), no Complexo Penitenciário de Gericinó, unidade na qual está a liderança da maior facção criminosa do Rio. Carla Cristina Santos da Silva estava com 190 gramas de cocaína, 160 gramas de maconha, três tubos de Super Bonder e papel de seda na vagina.
Carla era cadastrada para visitar seu irmão, Luiz Antônio dos Santo de Andrade, que está preso em Bangu 3. De acordo com fontes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), após um trabalho de investigação, a direção da unidade identificou que ela era uma das principais fornecedoras de drogas para a facção, e recrutava outras mulheres para também levar entorpecentes. Carla receberia R$ 2,5 mil pelo serviço desta quinta.

A visitante foi flagrada tentando entrar com maconha e cocaína Foto: Reprodução

A visitante foi flagrada tentando entrar com maconha e cocaína Foto: Reprodução

Logo na entrada da unidade, a visitante foi abordada pelos agentes, e negou que estivesse levando qualquer material ilícito. Como o scanner corporal da unidade está quebrado, Carla foi levada para o Hospital Albert Schweitzer, onde foi feito Raio-X que flagrou o material dentro de sua vagina.

A visitante foi levada para a unidade da 34ª DP (Bangu) que fica dentro do Complexo de Gericinó, e em seguida encaminhada para a Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza.

 

Fonte: Extra

Homem é preso acusado de roubar a ex-namorada na Penha

O homem que foi preso acusado de roubar a ex-namorada Foto: Divulgação/Polícia Civil

O homem que foi preso acusado de roubar a ex-namorada Foto: Divulgação/Polícia Civil

Policiais da 22ª DP (Penha) cumpriram, na tarde desta quinta-feira, um mandado de prisão contra Ildo Santos Rocha, de 45 anos. De acordo com as investigações, ele é acusado de ter marcado um encontro, nesta terça-feira, com a ex-namorada para lhe entregar um documento. Quando a encontrou, Ildo bateu na moça, roubando seu celular e R$ 800 que estavam em sua bolsa.

Ele fugiu do local e foi preso em Santa Cruz, na Zona Oeste. Os policiais recuperaram parte dos pertences da vítima e ainda descobriram que o criminoso se preparava para fugir para a Bahia. Ildo responderá pelo crime de roubo, com pena que varia entre quatro e dez anos de prisão.

 

Fonte: Extra

PM apreende 200 quilos de maconha durante operação em Acari

Apreensão de drogas durante operação na favela de Acari Foto: Bruno Gonzalez / EXTRA

Apreensão de drogas durante operação na favela de Acari Foto: Bruno Gonzalez / EXTRA

Uma operação do Comando de Operações Especiais (COE) que contou policiais do Bope, do Choque e do Batalhão de Ação com Cães em comunidades de Acari, Vigário Geral e Parada de Lucas, na Zona Norte, apreendeu 200 quilos de maconha. A droga, encontrada por cães farejadores do BAC, estava em forma de tabletes de três quilos cada e prensada. Também foram encontrados coletes a prova de balas.

Desde as 7h, segundo a PM, helicópteros, cães farejadores e blindados buscam esconderijos de bandidos, de armas e de drogas. Segundo os PMs, durante tiroteio na comunidade de Carai, um homem — ainda não identificado — foi morto.

Droga apreendida em Acari Foto: Bruno Gonzalez / Agência O Globo

Droga apreendida em Acari Foto: Bruno Gonzalez / Agência O Globo

 

Fonte: Extra

 

Polícia prende suspeito com drogas no Jacarezinho

Drogas apreendidas na casa de suspeito no Jacarezinho Foto: Foto enviado por leitor / via WhatsApp

Drogas apreendidas na casa de suspeito no Jacarezinho Foto: Foto enviado por leitor / via WhatsApp

Um homem foi preso por policiais da UPP Jacarezinho na madrugada desta quinta-feira depois de denúncia anônima dando conta de que ele estava com drogas em sua casa para venda. Chegando ao local, os agentes apreenderam 88 papelotes de maconha, 854 de zirrê (crack e maconha), 770 de cocaína e 538 de crack. Não houve resistência.
A ação foi realizada por volta das 3h na região próxima à estação de trem do Jacarezinho. O caso foi registrado na 25ª DP (Engenho Novo).

Fonte: Extra

HOMEM RODA TENTANDO SUBORNAR POLICIAIS MILITARES

Material apresentado. Foto: UPP Providência

Material apresentado. Foto: UPP Providência

Policiais Militares dos Grupamentos de Polícia de Proximidade (GPP) 01 e 05 da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Providência, zona central do Rio, durante patrulhamento de rotina na localidade conhecida como Américo Brum, parte alta da comunidade, abordaram quatro elementos em atitude suspeita, na tarde de hoje, 31. Ao revistar Sérgio Inácio de Oliveira, 46, vulgo Batata, foi encontrado uma pequena quantidade de entorpecente.

Ao ser dada voz de prisão em flagrante, o morador ofereceu a quantia de um mil reais, em espécie, as guarnições no objetivo de não encaminhado a Delegacia de Polícia. Diante do fato, os Soldados fizeram contato com a Supervisão de Graduado da Unidade que, ciente, orientou aos mesmos que recebessem a quantia mencionada e autuasse por tentativa de suborno.

Após efetivação do crime, o mesmo foi encaminhado a 5ª DP (Lapa), juntamente com o dinheiro apresentado, para análise e apreciação da autoridade competente.  No local, foi constatado que o mesmo havia passagem pelo Sistema Penitenciário no artigo 157.

Sérgio Inácio de Oliveira, 46, vulgo Batata, tentou subornar PMs

Sérgio Inácio de Oliveira, 46, vulgo Batata, tentou subornar PMs

 

Médico cassado e acusado de mortes é denunciado à Justiça

Médico Fernando Lamy (C) foi levado por policiais, prestou depoimento e vai responder em liberdade Foto:  João Laet / Agência O Dia

Médico Fernando Lamy (C) foi levado por policiais, prestou depoimento e vai responder em liberdade
Foto: João Laet / Agência O Dia

Investigado por sete mortes e seis casos de lesões graves em pacientes, o ortopedista Fernando Cesar Lamy Nogueira da Silva foi denunciado ontem à Justiça por homicídio culposo. A denúncia, oferecida pela promotora pública Patrícia Glioche, se baseou no inquérito da 12ª DP (Copacabana) que investigou o caso de Marcelo Santos Costa, 37 anos, morto em 2012 enquanto passava por cirurgia na coluna lombar. O médico é cassado pelo Cremerj, mas continuava atendendo pacientes.

Se condenado, a pena para o médico será de um a três anos de prisão, acrescida de um terço por não ter observado as regras da profissão. O processo está a cargo da 38ª Vara Criminal. A delegada Juliana Tommy, da 26ª DP (Todos os Santos), empenhada nas investigações sobre as outras mortes e os casos de lesões graves pós-cirurgia, recebeu informações sobre mais um óbito — o que poderá elevar para oito o número de pessoas que morreram após se submeterem a cirurgias com o ortopedista.

Fernanda de Freitas Pimentel lamenta a morte da mãe, que ocorreu após ter se submetido a uma cirurgia com o médico cassado que mantinha consultório em Vila Valqueire Foto:  Paulo Araújo / Agência O Dia

Fernanda de Freitas Pimentel lamenta a morte da mãe, que ocorreu após ter se submetido a uma cirurgia com o médico cassado que mantinha consultório em Vila Valqueire
Foto: Paulo Araújo / Agência O Dia

“A pessoa me telefonou e contou que o sogro também morreu depois de ser operado pelo ortopedista Fernando Cesar Lamy, em 2012. Estou aguardando a vinda dele na delegacia”, contou a Juliana Tommy. Ela deve concluir o inquérito até o fim da próxima semana e remetê-lo ao Ministério Público.

“Todos os envolvidos serão chamados para prestar depoimento o mais rápido possível, independentemente de os casos terem ocorrido na jurisdição dessa delegacia. O importante é fundamentar bem o inquérito”, explica a delegada.

Fernando Cesar Lamy teve o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) em 5 de junho, mas continuava dando consultas e fazendo cirurgias normalmente. Passando-se por paciente, a delegada Patrícia Tommy prendeu o ortopedista em flagrante na terça-feira passada, num consultório de Vila Valqueire.

Foto:  Arte: O Dia

Foto: Arte: O Dia

Investigadores estão analisando as agendas apreendidas no consultório, para tentar descobrir mais cirurgias realizadas por Lamy e contatar as pessoas. O objetivo é saber se existem outros casos de mortes ou lesões graves. A delegada também descobriu que Fernando Cesar Lamy responde a inquéritos na 77ª DP (Icaraí). Dois deles por atropelamento — num dos casos o médico teria feito uso de bebida alcoólica — e um por falsidade ideológica. Patrícia Tommy já está providenciando as cópias dos autos.

No processo que levou à cassação do seu registro profissional pelo Cremerj, Lamy apresentou declaração da Clínica Jorge Jaber atestando que ele estivera internado ali em setembro de 2013. O documento afirma que o ortopedista estava sob cuidados médicos e psicológicos (…) por transtornos mentais (…) e uso de múltiplas drogas e outras substâncias psicoativas”.

Duas mortes serão inseridas no inquérito

Os dois últimos casos de pessoas que morreram depois de cirurgia na coluna feita por Fernando Cesar Lamy, confirmados pela delegada da 26ª DP, serão inseridos no inquérito no início da próxima semana.
Familiares já marcaram data para prestar depoimento. O primeiro será da artista plástica Rosane Albuquerque, mãe da estilista Tatiana Langer, morta aos 29 anos.

Tatiana morreu aos 29 anos. Ela foi operada por Lamy e teve falência múltipla dos órgãos Foto:  Divulgação

Tatiana morreu aos 29 anos. Ela foi operada por Lamy e teve falência múltipla dos órgãos
Foto: Divulgação

A jovem teve a coluna operada em 2008, na Casa de Saúde Santa Lúcia, no Humaitá, e morreu de falência múltipla de órgãos. O segundo será da jornalista Fernanda Pimentel, filha de Ana Márcia Pimentel, 49 anos, que morreu de infarto horas antes de se submeter à segunda cirurgia com Lamy (para reparação da primeira).

Hospital pediu abertura de sindicância para apurar óbito

O ortopedista Fernando Cesar Lamy Monteiro da Silva operava pacientes em várias clínicas e hospitais do Rio e Niterói. O analista de sistema Marcelo Santos Costa, cuja morte embasou a cassação do registro médico e a denúncia por homicídio culposo contra Lamy, foi submetido a duas cirurgias no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, no período de um mês.

Ontem, a assessoria da Rede D’Or explicou que seus hospitais permitem que médicos de fora realizem procedimentos cirúrgicos em seus espaços. Para isso, o profissional se credencia e marca a cirurgia para o seu paciente.

“O CRM do médico é checado cada vez que ele marca uma cirurgia. No caso do orpedista Fernando Cesar Lamy, o procedimento foi o mesmo quando ele operou Marcelo Santos Costa. Se o CRM está válido, não há porque negar o pedido”, afirmou a assessora Aline Toledo, salientando que não há “aluguel de espaço”.

A assessora fez questão de frisar que, no caso de Marcelo, o Copa D’Or solicitou à Comissão de Ética Médica do hospital (braço do CRM presente em todas as unidades hospitalares) a abertura de sindicância para apurar o ocorrido. “O resultado foi encaminhado ao Conselho de Medicina e auxiliou no esclarecimento dos fatos que levaram à morte o analista de sistemas”, disse Aline Toledo.

 

Fonte: O Dia