Roubos de celulares na Presidente Vargas, Centro do Rio, caem 95%

Dados da Operação Centro Presente mostram redução da criminalidade.
Ao todo, 1.124 suspeitos foram presos nos primeiros 25 dias de outubro.

Índices de criminalidade no Centro despencam  (Foto: Gabriel Cavalcante/Divulgação)Índices de criminalidade no Centro despencam (Foto: Gabriel Cavalcante/Divulgação)

 

Dados obtidos pelo G1 mostram que caiu 95% o número de roubos de celulares na Avenida Presidente Vargas, Centro do Rio, no trecho entre a Candelária e a estátua de Zumbi dos Palmares, próximo ao Sambódromo. O trecho é coberto pela Operação Segurança Presente, uma parceria entre Fecomércio, Prefeitura e PM.

Os dados são um alento à população num momento em que a crise financeira coloca em dúvida até o pagamento dos últimos salários do ano dos agentes de segurança da PM e da Polícia Civil que trabalham nos modelos de policiamento mais tradicionais que o Segurança Presente.

As informações comparam os primeiros 24 dias de outubro de 2015 com 2016 e foram levantadas no sistema de ocorrências da Polícia Civil. No período, foram 20 casos no ano passado contra apenas um este ano.

“Eram índices alarmantes de roubos e furtos. A Presidente Vargas era o trecho mais crítico. Isso porque, só na Central do Brasil, tem um fluxo de mais de 400 mil pessoas”, explica o subcoordenador da Operação Centro Presente, responsável pelo trecho da Presidente Vargas, tenente Gabriel Cavalcante.

Roubos caem no Centro (Foto: Editoria de arte/G1)

 

Além da queda de roubos de celulares, também reduziu a quantidade de assaltos dentro de ônibus: de 17 casos em outubro de 2015 para três este ano (redução de 82%); o número de roubos a pedestres também caiu, de 32 para seis (menos 81%); e o números de furtos, que reduziram de 16 para três no mesmo período (menos 81%).

Uma das razões para os resultados está na elaboração do programa, que funciona em quatro módulos complementares. Fora a Presidente Vargas, também são policiadas pelos militares que integram o Centro Presdente as regiões da Praça Mauá, Praça XV e Largo da Carioca.

As áreas compreendem um cinturão de segurança considerado pela Polícia Militar como áreas de maior fluxo e de concentração de pessoas e o patrulhamento nas áreas ocorre de 6h às 22h. O 5º BPM (Praça Harmonia), que originalmente é responsável pela área, é quem dá suporte logístico aos PMs da operação, como armamento, coletes à prova de balas e viaturas de apoio.

Ainda de acordo com dados da operação, considerando os resultados de todos os quatro módulos do Centro Presente nos primeiros 26 dias de outubro, foram presos ou levados à delegacia em todos os quatro módulos do Centro Presente 1.124 suspeitos.

A maioria (506) deles foi detida com drogas para consumo. Suspeitos de participarem do jogo do bicho foram 114 casos, furto foram 58 e por apreensão de outros materiais, 181.

Além do Centro, a operação também atua no Méier, na Zona Norte, na Lagoa Rodrigo de Freitas e Aterro do Flamengo, na Zona Sul, e Lapa, também na região central da cidade.

Rotina de assaltos é filmada

Mulher é assaltada na Presidente Vargas enquanto dá entrevista ao RJTV em 2014 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Mulher é assaltada na Presidente Vargas enquanto dá entrevista ao RJTV em 2014
(Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Assaltos no Centro do Rio são uma rotina antiga para os cariocas. A Presidente Vargas já foi palco até de um roubo a uma mulher enquanto ela dava entrevista a uma equipe do RJTV em 2014. 

Em outros pontos, a situação também é grave, como registrou um empresário carioca no início do ano.  Como RJTV mostrou, o homem posicionou uma câmera na janela do seu escritório para fazer as imagens quase diárias de crimes cometidos à luz do dia. Segundo a reportagem, o empresário não aguentava mais ouvir sempre os gritos de socorro dos pedestres que passavam pelo local e resolveu registrar os roubos, ocorridos na esquina das avenidas Rio Branco e Nilo Peçanha.

No dia 1º de maio de 2015, um homem foi esfaqueado na esquina da Rio Branco com a Sete de Setembro. A cena foi flagrada por uma equipe do Jornal Nacional, de um dos prédios da região.

Menino pega celular de passageira de ônibus (Foto: Reprodução/ TV Globo)Menino pega celular de passageira de ônibus (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Fonte: G1

Juíza que determinou prisão de torcedores do Corinthians está sofrendo ameaças  

Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) solicitou que órgãos responsáveis identifiquem e punam autores de agressões e exposição de fotos nas redes

A Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro declarou apoio à juíza Marcela Assad Caram, que vem sobrendo várias ameaças pela Internet desde que decretou a prisão preventiva de torcedores corintianos após episódio envolvendo confronto com a Polícia Militar no último domingo, no jogo de reabertura do estádio do Maracanã.

Na ocasião, 31 torcedores do Corinthians ainda estão presos preventivamente. A torcida organizada tentou invadir a área dos torcedores flamenguistas, mas foi contida por policiais militares e agrediram os profissionais com chutes, socos e objetos.

Segundo a associação, “a magistrada exerceu sua função de acordo com a lei e sua convicção em um caso grave, que infelizmente se repete nos estádios de futebol de nosso país. Desde então, tem recebido virulentas agressões verbais e ameaças pelas redes sociais. Fotos suas e de sua família foram reproduzidas pela internet, junto a comentários ofensivos e estimulando a violência, expondo sua segurança e a de seus parentes”, diz comunicado da AMAERJ que considerou inadmissíveis as atitudes criminosas contra magistrados que estão cumprindo sua função.

A associação pede ainda que os órgãos competentes identifiquem e punam os responsáveis pela exposição de fotos e ameaças contra a juíza.

Fonte: O Dia

Morta por bala perdida na frente da filha será enterrada nesta sexta

Bruna foi atingida no rosto
Bruna foi atingida no rosto Foto: Arquivo pessoal / Reprodução

Bruna Lace de Freitas, de 21 anos, será enterrada nesta sexta-feira, no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio. O corpo é velado na Capela Santiago. A jovem morreu na quarta-feira, após ser atingida por uma bala perdida no rosto, quando estava dentro de seu apartamento, no Engenho da Rainha, na Zona Norte do Rio.

Nesta quinta, menos de 24 horas após a jovem morrer, o Rio registrou outras três vítimas de bala perdida. Na Penha, uma mulher foi baleada dentro de um táxi durante um ataque de bandidos contra policiais. Já em Olaria, uma perseguição a assaltantes terminou com dois pedestres feridos.

Na terça-feira, outra jovem morreu por bala perdida, na Baixada Fluminense. Dayane Brito Soares, de 15 anos, estava no portão de casa, no bairro Santa Helena, em Belford Roxo, quando foi ferida na cabeça. Ao ouvir o barulho dos tiros, a mãe da menina correu para ver o que estava acontecendo e a achou caída no chão. A jovem chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, mas não resistiu aos ferimentos.

Filha viu mãe ser ferida

A filha de 2 anos de Bruna viu o momento em que a mãe foi ferida e caiu. A partir daquele momento, a menina passou a se manter calada, sempre agarrada a uma boneca.

– Ela fica repetindo: “Mamãe caiu, mamãe caiu”. E coloca o dedo no olho. A gente não sabe o que fazer. Não teve como impedi-la de ver a mãe ferida. Acho que é um trauma que minha sobrinha carregará para sempre – disse a operadora de teste Vilma Carlos Lace, de 24 anos, irmã de Bruna.

Ela contou que foi a irmã que ouviu o primeiro disparo. Logo em seguida, começou um tiroteio no Morro Engenho da Rainha, próximo ao apartamento:

– Eu fui para a janela ver o que estava acontecendo. Minha irmã ainda sorriu pra mim, como quem diz “Fofoqueira, hein?”. E aí começou a loucura. Ouvi o vidro da janela quebrando e minha irmã caindo. Na hora, pensei que estava se abaixando para se proteger, mas logo em seguida veio o sangue. E aí comecei a gritar por socorro. Os vizinhos vieram, enrolaram minha irmã no edredom e levaram para a UPA. Pouco tempo depois, recebi a notícia da morte.

A filha de Bruna, com a boeca no colo
A filha de Bruna, com a boeca no colo Foto: Fabiano Rocha / Extra

Vilma relatou ainda que ela e Bruna já moraram em várias comunidades violentas do Rio. Há alguns meses, conseguiram alugar o apartamento e acharam que estavam livres de tiroteios.

– A Bruna tinha o sonho de sair de comunidade por causa da filha. Tinha medo que algo acontecesse. E realiza esse sonho e justo quando está dentro de casa, no local em que a gente deveria se sentir segura, acontece isso. O que fazemos agora? Para onde vamos? – disse a jovem.

Vilma, na janela do quarto
Vilma, na janela do quarto Foto: Fab

Fonte: Extra

Mulher é baleada durante assalto a loja em Copacabana

A mulher foi levada para o Hospital Miguel Couto
A mulher foi levada para o Hospital Miguel Couto Foto: Guilherme Leporace / O Globo

Uma mulher foi atingida por um tiro em Copacabana, na Zona Sul do Rio, durante um assalto a uma unidade das Lojas Americanas, na noite desta quinta-feira. O crime aconteceu na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, próximo à Rua Rodolfo Dantas, onde, segundo testemunhas, quatro bandidos entraram no estabelecimento. De acordo com a família da vítima, um dos integrantes do bando disparou contra Cátia Hamed Garcia, de 36 anos, no momento em que ela, ao perceber o assalto, deixou o estabelecimento.

De acordo com a família da vítima, Cátia havia descido de seu apartamento e ido à loja para comprar um chocolate. No estabelecimento comercial, ela teria se assustado e tentado fugir da ação dos bandidos, que dispararam contra ela. Ferida na região torácica, ela foi levada pela Polícia Militar para o Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea.

Bombeiros foram acionados, por volta das 22h, para realizar o resgate da mulher. Segundo a corporação, porém, ao chegaram ao local, a vítima já havia sido levada para o hospital. No hospital, ela passou por cirurgia e não corre risco de morrer, informaram parentes, já na madrugada desta sexta-feira.

— A informação que tive próximo à sala de cirurgia é que ela estava bem. Foram umas duas horas (que durou o procedimento). A bala atingiu a bexiga e o útero — disse o irmão da vítima, Fernando Hamed, que estava na unidade acompanhado de outros familiares. — Ela não tinha levado bolsa nem nada para a loja. Ela ficou nervosa, tentou correr e, então, efetuaram o disparo em cima dela.

Inicialmente, a Polícia Civil havia informado que a vítima havia sido vítima de uma bala perdida, ao ser atingida no momento em que passava pela Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Durante esta madrugada, no entanto, a informação, confirmada também pela família, é de que a mulher tinha ido ao estabelecimento. O caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana).

Catia, que é cantora e guia de turismo, havia se mudado há alguns meses para Copacabana — ela morava em Campo Grande.

— Ela veio morar na Zona Sul com a minha mãe, justamente para ter um pouco mais de segurança, por acreditar que em Copacabana há mais policiamento e seria mais seguro. Mas, infelizmente, para os marginais não tem mais local nem lugar. A cidade do Rio está dessa forma — afirmou o irmão da vítima.

Fonte: Extra

Menina que viu a mãe ser atingida por bala perdida não consegue dormir; ‘Chora o tempo todo’, diz tia

Pérola e a boneca com a qual fica agarrada
Pérola e a boneca com a qual fica agarrada Foto: Fabiano Rocha / Extra

Pérola, de apenas 2 anos, teve sua rotina de criança completamente alterada desde a última quarta-feira, quando viu a mãe, Bruna Lace de Freitas, de 21, ser atingida por uma bala perdida no apartamento da família, no Engenho da Rainha, Zona Norte do Rio. A jovem acabou morrendo momentos depois, numa Unidade de Pronto Atendimento (UPA), e desde então a menina tem se mostrado assustada e não consegue dormir durante a noite.

– A Pérola está muto apavorada. Ela dá uns cochilos, mas logo acorda assustada. Esta noite, da primeira vez que acordou, chamou pela mãe. A gente fica sem saber o que dizer. Depois começou a chorar. E é isso: chora o tempo todo – contou a operadora de teste Vilma Carlos Lace, de 24 anos, irmã de Bruna, ao EXTRA, nesta sexta-feira.

Os parentes de Bruna vestem a camisa com a foto da jovem
Os parentes de Bruna vestem a camisa com a foto da jovem Foto: Fabiano Rocha / Extra

Segundo ela, a família vai procurar acompanhamento psicológico para a garota.

– Com certeza ela está traumatizada. Ontem (quinta-feira), ela ficou agarrada com uma boneca no colo. Num determinado momento, jogou a boneca no chão, apontou para ela e falou: “Mamãe caiu”. E continua repetindo isso.

O velório de Bruna
O velório de Bruna Foto: Fabiano Rocha / Extra

Para preservar a garota, os parentes não a levarão nem ao velório nem ao sepultamento de Bruna, que acontece às 15h desta sexta, no Cemitério de Inhaúma, naquele bairro da Zona Norte. O corpo já está sendo velado. A família preparou camisas com a foto da jovem. Nas costas, os dizeres: “A dor não mata se Deus está presente. Só quem caminha com Ele entende o valor de uma lágrima derramada no altar da dor, exugada pelas mãos do consolador. Se Ele quiser, Ele ressuscita mortos. Ele faz o impossível. Todo porque ele é Deus. Mas se Ele não quer que seja do meu jeito, eu declaro que aceiro. Bruna Vive”.

Os dizeres nas costas da camisa
Os dizeres nas costas da camisa Foto: Fabiano Rocha / Extra

Família quer se mudar

Nos próximos dias, Vilma deve começar a procurar outro apartamento. Ela e a mãe, Ana Lúcia Carlos Lace, de 49 anos, pensam em se mudar:

– As lembranças aqui são muito tristes. E, além disso, agora estamos com muito medo pois vimos que estamos na linha de tiro. Não quero mais morar no alto (a família vive no quarto andar). Quero ficar no primeiro andar.

Bruna foi atingida no rosto
Bruna foi atingida no rosto Foto: Arquivo pessoal / Reprodução

Vilma já prestou depoimento na Divisão de Homicídios (DH), que investiga a morte de Bruna. Ela contou que conversará com mãe. para saber se a família moverá alguma ação contra o Estado.

– Se for para trazer mais problemas, vou deixar isso de lado. De problema, eu estou cheia. Afinal, o que a gente quer, não teremos de volta, que é a nossa Bruna. Mas, se minha mãe quiser, vou correr atrás.

Fonte: Extra

OPERAÇÃO CENTRO PRESENTE PRENDE ASSALTANTE DE RUA

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Agentes da Operação Centro Presente, quando em patrulhamento de rotina, na manhã de hoje, 27, no Terminal Rodoviário Procópio Ferreira, proximidades da Central do Brasil, tiveram a atenção voltada para uma jovem chorando. Ao chegarem ao local, a guarnição formada sargento PM Queiroz, soldado PM De Almeida e agente civil Matheus tiveram ciência que havia a vítima havia sofrido um assalto.

Diante do fato, e cientes das características do autor do crime, os agentes iniciaram uma busca obtendo êxito em capturar Willian da Silva Celestino, 26.

O detido foi encaminhado à 5ª DP (Mem de Sá) para registro da ocorrência e apreciação da autoridade policial judiciária onde permaneceu preso e a carteira de documentos e o aparelho celular recuperado devolvido à vítima.

A Operação Centro Presente Delta, situada na frente do Palácio Duque de Caxias, é coordenada pelo capitão PM Davi Costa e pelos subcoordenadores tenentes PM Gabriel Cavalcante e Marcos Avellar.

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Conheça a Operação Segurança Presente

No dia 1º de dezembro de 2015, foi iniciada no Méier, na Lagoa Rodrigo de Freitas e no Aterro do Flamengo a Operação Segurança Presente, uma iniciativa de interesse público – fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e o Sistema Fecomércio RJ. No dia quatro de julho deste ano, a operação chegou ao Centro. As Operações Segurança Presente foram inspiradas na bem sucedida Lapa Presente, iniciada em 1º de janeiro de 2014.

A operação, de caráter permanente, conta com a participação de policiais militares da ativa e da reserva e agentes civis egressos das Forças Armadas. Vários órgãos atuam coordenados na ação: Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Polícia Militar, Polícia Civil, Comando Militar do Leste, Guarda Municipal, secretarias municipais de Ordem Pública, de Desenvolvimento Social, de Conservação, de Transportes e Comlurb.

Para fortalecer a credibilidade das ações, além das abordagens serem filmadas, as equipes também são monitoradas por GPS.

 

Atenção pensionistas

Se você é pensionista da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e recebe Pensão Especial de acordo com a Lei 2.153 de 1972, compareça, no período de 02 de maio a 30 de novembro de 2016, no horário de 09h às 15h, no Batalhão mais próximo de sua residência para realizar o recadastramento.

Confira abaixo os documentos necessários.

Pensionistas maiores de idade: documento de identidade com foto, CPF, comprovante de residência atualizado, certidão de estado civil e contracheque do Rioprevidência.

Pensionistas através de curatela, guarda ou tutela: documento de identidade com foto do pensionista e de seu representante legal, CPF do pensionista e de seu representante legal, comprovante de residência atualizado, documento legal de tutela, curatela ou guarda ( cópia impressa, autenticada em cartório dentro do ano corrente e legível).

Para mais informações, acesse: pensionistas_dip@pmerj.rj.gov.br ou ligue para: (021) 2334-1864.

Evite transtornos, faça seu recadastramento! Evite a suspensão de seu benefício.

 

Fonte: PMERJ