TRAFICANTES DE SÃO GONÇALO BATEM DE FRENTE COM GAT DO 7º BPM E LEVAM PREJUÍZO

IMG-20150223-WA0034Policiais Militares do Grupamento de Apoio Tático, 1ª Cia, do 7º Batalhão (São Gonçalo), em incursão na comunidade da Dita, no bairro Jóquei Club, após confronto com vários traficantes, logrou êxito em encontrar caído ao solo ferido Ruan, 22, vulgo Guela. De acordo com informações, trata-se do chefe do tráfico na comunidade do Tronco. Segundo os policiais, também foi apreendido um menor de 16 anos, vulgo Pirata, que já possui ficha criminal.

Com eles foram arrecadados:

  • 01 pistola calibre 9mm
  • 08 cartuchos de 9mm
  • 01 caregador calibre 9mm
  • 02 radios comunicadores
  • 650 pedras de crack

O baleado não resistiu ao ferimento e foi a óbito no local e o menor foi autuado no tráfico. A ocorrência foi apresentada na 74º DP.

Ainda a guarnição, em incursão na comunidade do Martins, no bairro Neves, em São Gonçalo, após troca de tiros, logrou êxito em prender Samuel Gomes de Oliveira, 18, vulgo DG, além de dois menores. Com o trio foi encontrado
01 pistola calibre 380 e farta quantidade de material entorpecente.

IMG-20150223-WA0033Ambos foram autuados nos artigos 33 e 35 sendo que o adulto também vai responder por corrupção de menor.

Comércio é fechado no Engenho Novo após operação do Bope no Morro São João

O comércio foi fechado no Engenho Novo
O comércio foi fechado no Engenho Novo Foto: Foto de leitor / via WhatsApp

O clima é de tensão no Engenho Novo, Zona Norte do Rio. O comércio nas principais vias do bairro, na altura do Morro São João, foi fechado, na tarde desta segunda-feira. Pela manhã, o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) fez uma operação na comunidade e um homem foi ferido.

— Morro São João no momento está com o clima tenso. Comércio está fechado no entorno. Até os mercados — contou um leitor pelo WhatsApp do Extra (21 99644-1263 ou 21 99809-9952).

— Não sei se já chegou a notícia que o tráfico mandou fechar o comércio do Cachambi e Engenho Novo. Segundo o informe, veio uma pessoa e mandou fechar. Parece que morreu um chefe do tráfico — afirmou outro leitor.

O homem ferido durante a operação do Bope foi socorrido ao Hospital Salgado Filho, no Méier, Zona Norte. A polícia também apreendeu uma pistola e drogas. A ocorrência foi encaminhada para a 25ª DP (Engenho Novo).

Fonte: Extra

Polícia prende homem que ameaçava divulgar intimidade da ex na internet

Leonardo foi preso na casa da avó Foto: Divulgação / Polícia Civil

Policiais civis da 35ª DP (Campo Grande) prenderam, neste sábado, um homem que ameaçava a ex-namorada — através de um grupo de WhatsApp — de divulgar as filmagens de intimidade do casal para conseguir ter relações sexuais com ela. Leonardo Modolo Correa, de 25 anos, teve o mandado de prisão expedido e foi preso na casa da avó, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio.

A vítima contou à polícia que teve um relacionamento com Leonardo, mas terminou com ele. Durante o período de namoro, o homem filmou cenas íntimas do casal sem o seu conhecimento. Ela só soube das imagens quando Leonardo lhe enviou o vídeo.

No dia 20 de novembro, em uma conversa de grupo de WhatsApp, onde há vários amigos em comum dos dois, o casal discutiu e Leonardo disse que divulgaria aquele vídeo feito por ele, caso a ex-namorada não fosse para sua casa até a meia-noite daquele dia para fazer um novo vídeo. Assustada e sentindo-se ameaçada, a vítima foi até a casa do ex-namorado e, após muita insistência dele, fez um novo vídeo. Apesar de Leonardo prometer que não postaria as imagens na internet, ele enviou para todos os integrantes do grupo por mensagens pessoais.

Além disso, ele voltou a chantagear a vítima e pediu que ela fosse novamente para sua casa. Do contrário, ele divulgaria o vídeo para todos os contatos que possuía em seu telefone. Dessa vez, a ex-namorada de Leonardo não se rendeu à chantagem e não teve mais contato com ele. No dia 2 de janeiro, ela chegou a fugir de casa, com vergonha da família e dos amigos.

Fonte: Extra

Dados do ISP mostram redução de homicídio no RJ em janeiro

O Instituto de Segurança Pública (ISP) divulgou nesta segunda-feira (23) os dados da as incidências criminais e administrativas de segurança do estado do Rio referentes ao mês de janeiro. Em comparação com o mesmo período de 2014, o levantamento mostra que houve uma redução de casos de homicídios dolosos de 4,7%. Ou seja, em janeiro de 2014, foram 464 casos, enquanto foram registrados 442 casos, este mês.

Também houve redução de quatro casos de latrocínio (roubo seguido de morte), morte violenta, roubo de veículo, roubo a residência, roubo a estabelecimento comercial e estupro.

Mas crimes como homicídio decorrente de intervenção policial (auto de resistência) e roubo a transeunte e roubo de rua tiveram aumento em relação a janeiro do ano passado.

Ainda segundo o levantamento do ISP houve aumento de apreensão de drogas (5,8%), de armas apreendidas (16,4%), de cumprimento de mandado de prisão (6%), de prisões (7%) e de apreensão de adolescentes (37,7%). Dentre os indicadores de produtividade policial medidos pelo ISP, houve redução no número de carros recuperados 0,6%, ou seja, de 2.342 para 2.328, em janeiro deste ano.

Veja abaixo os índices das incidências de crime de janeiro de 2015 em comparação com janeiro de 2014.

Homicídio doloso: redução de 4,7% (de 464 casos para 442).
Latrocínio (roubo seguido de morte): redução de 4 casos (de 15, em 2014, para 11).
Letalidade (morte) violenta: redução de 2,4% (de 532 para 519 casos, este ano).
Roubo de veículos: redução de 10,3% (de 3.2017 para 2.878 casos).
Roubo a residência: redução de 16,7% (de 126 para 105)
Roubo a estabelecimento comercial: redução de 14,2% (de 774 para 664).
Estupro: redução de 12,6% (de 555 em 485).
Auto de resistência: aumento de 14 casos (de 50 para 64 casos, em 2015).
Roubo a transeunte: aumento de 5,3% (de 6.625 para 6.979 em janeiro deste ano).
Roubo de rua: aumento de 11% (de 7.760 para 8.617).

Fonte: G1

Primeira Cia Integrada de Polícia de Proximidade vai ser inaugurada no RJ

A primeira Companhia Integrada de Polícia de Proximidade (CIPP) vai ser inaugurada nesta terça-feira (24) na Praça Verdun, no Grajaú, Zona Norte do Rio. A unidade vai atender a população do bairro e do entorno, como Andaraí, Vila Isabel e parte da Tijuca. De acordo com o Governo do Estado, os 120 policiais, que vão atuar na companhia, vão contar com celulares e cartões de visita, que vão ser distribuídos a moradores e comerciantes da região.

Os agentes, que passaram por um curso com ênfase em conteúdos nas áreas de direitos humanos e mediação de conflitos, vão usar coletes pretos com faixas amarelas, facilitando a identificação. A primeira CIPP é um projeto-piloto e vai ficar sob o comando do 6º BPM (Tijuca). O foco da atuação é, principalmente, o policiamento a pé. À noite, as rondas continuam com viaturas e motocicletas.

“Queremos, por meio da Companhia Integrada de Polícia, a aproximação efetiva entre a PM e a população. Esses homens vão estar diariamente circulando pela região e se tornarão referência para quem circula por ali. A ideia é que o policial seja conhecido pelo nome pelos moradores, resgatando a figura do policial de quarteirão”, disse o comandante da primeira CIPP, capitão Gustavo Matheus.

Ainda segundo o Governo do Estado, durante o período de teste do projeto-piloto, o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec) da Universidade Cândido Mendes vai fazer o acompanhamento das ações, avaliando os índices de criminalidade da região e o estado psicológico dos policiais. Por intermédio de relatórios emitidos pela instituição, a corporação vai ter subsídios para verificar a necessidade de ajustes e, a partir disso, expandir o projeto para outras regiões, inclusive para o interior fluminense.

Inspirada no atendimento já prestado pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a iniciativa também quer conferir maior transparência à atividade policial, garantir mais presença e agilidade da Polícia Militar e oferecer proatividade na resolução de conflitos, reduzindo os índices de criminalidade.

“Temos profissionais muito competentes e queremos prestar um serviço de melhor qualidade para a população com os recursos que temos”, disse o comandante-geral da PM, coronel Alberto Pinheiro Neto.

Com essa descentralização do policiamento, a meta do Governo do Estado a longo prazo é mudar também o tamanho dos quarteis, muitos dos quais ainda mantêm ranchos, capelas e grandes estacionamentos. A ideia é diminuir o tamanho dos batalhões e construir moradias para policiais nos espaços vagos.

Ampliação do projeto
No fim de março, está prevista a inauguração da segunda CIPP, que var ficar em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, atendendo aos bairros de Icaraí e Santa Rosa. Em junho, vai ser a vez da Tijuca, na Zona Norte, ganhar a terceira unidade da companhia. A expectativa do Comando da Polícia Militar é de que, até 2018, as CIPPs tenham se transformado em referência em polícia de proximidade no país.

Fonte: G1

Pezão volta a defender penas mais duras contra assassinos de policiais

O governador Pezão ao lado do secretário Espíndola e do prefeito Paes em evento do COI (Foto: Beth Santos/ Divulgação/ Prefeitura do Rio)O governador Pezão ao lado do secretário Espíndola e do prefeito Paes em evento do COI (Foto: Beth Santos/ Divulgação/ Prefeitura do Rio)

Após o final de semana violento, com quatro policiais mortos, quatro feridos e um guarda municipal morto, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, lamentou a morte de agentes de segurança, e disse que o assunto será uma das pautas da reunião marcada com o comandante da PM Pinheiro Neto, e o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, para a noite desta segunda-feira (23). Pezão defendeu novamente penas mais duras para quem atira em policiais.

“Sou contra a violência contra qualquer cidadão, mas não podemos ver os policiais morrendo assim e não fazermos nada. Vou me empenhar dentro do congresso para criar leis que garantam penas mais duras. Vamos contratar mais seis mil policiais aqui no Rio também “, disse o governador, após reunião com a Comissão de Coordenação do Comitê Olímpico.

Nesta terça-feira (24), será inaugurada uma polícia de proximidade. O primeiro bairro com o serviço será o Grajaú, na Zona Norte do Rio.

Números da violência
Quatro policiais foram mortos em 24 horas na Região Metropolitana do Rio. O último deles foi o PM Alan Barros da Silva, assassinado na tarde de domingo (22) na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Por volta das 17h de sábado (21), o inspetor da Polícia Civil Cid Jackson Silva foi assassinado na Baixada Fluminense, quando saía do seu carro.

Pela manhã de domingo, em Niterói, o policial civil Thiago Tomé de Jesus, lotado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi morto por volta das 6h no bairro Fonseca. Ele voltava do desfile das campeãs do carnaval do Rio.

Também neste domingo, dois policiais militares foram alvejados durante troca de tiros com assaltantes em uma padaria da região central de Nova Iguaçu. Um deles ficou ferido na perna, sem gravidade. O outro, identificado como Pedro Gabriel Ferreira, de 25 anos, teve que ser encaminhado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas não resistiu aos ferimentos.

Outros três policiais foram baleados neste domingo, na Penha, no Subúrbio do Rio. Segundo a corporação, nenhum deles corre risco de morrer.

Um guarda municipal também morreu no fim de semana. O corpo de José Borges dos Santos, de 56 anos, foi encontrado em uma lixeira da Rocinha, na Zona Sul, na madrugada deste sábado. De acordo com informações da Divisão de Homicídios da Capital (DH), a vítima teria ido a uma casa para cobrar o aluguel. O corpo foi achado com marcas de tiros.

Segundo dados oficiais do Instituto de Segurança,  morreram três policiais em serviço no mês de janeiro de 2015. O Instituto não trabalha com dados de policiais que são mortos durante a folga.

Fonte: G1

Metade dos torcedores presos no Rio já tinha antecedentes criminais

Mais da metade dos torcedores presos neste domingo (23) pela Polícia Militar já tinha passagem pela polícia por roubos, ameaças e descumprimento ao estatuto do Torcedor. Dos cerca de 120 envolvidos em confusão no entorno do Estádio do Engenhão, 99 foram presos e 19 menores apreendidos. Eles foram presos em flagrante por formação de quadrilha qualificada e por provocar tumulto nas proximidades do estádio.

Com eles a polícia apreendeu barras de ferro, soco inglês, pedras, pedaços de madeira e rojões. Os presos serão encaminhados ainda nesta segunda (23) para o presídio de Bangu 10 e os menores para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. Segundo a PM, eles se envolveram em duas brigas: uma entre torcedores do Fluminense e do Vasco e a segunda entre torcedores do Vasco, que brigam pelo comando da Força Jovem do time.

PM usou bombas de efeito moral para conter confusão
Em uma primeira briga, 87 torcedores dos dois times foram levados para o Juizado Especial Criminal (Jecrim), dentro do estádio, após briga perto de uma estação de trem. Um grupo de torcedores teria lançado rojões na direção da torcida rival. PMs usaram bombas de efeito moral para conter a confusão. Até as 19h50, não havia informações sobre feridos.

Os torcedores, que prestavam depoimento até o horário, devem responder por conduta violenta, pelo código do Estatuto do Esporte. Se condenados, podem ser presos, pagar multa ou ficar proibidos de frequentar estádios por até três anos.

Mais tarde, dois grupos rivais de uma mesma torcidas organizadas do Vasco tentaram entrar em confronto. Segundo o tenente-coronel João Fiorentini Guimarães, do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), a PM impediu a briga e um dos grupos atacou os policiais, que prenderam 40 torcedores.

“Ninguém está preocupado com o clube. Eles se dizem vascaínos. Eles não se preocupam com o que vai acontecer com o clube. Só querem o dinheiro e o poder de presidir a torcida, apenas isso”, disse o tenente-coronel.

Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoou a região para auxiliar o policiamento em terra. Torcidas organizadas e as delegações dos dois times foram escoltadas por carros da PM. Cerca de 200 policiais fazem a segurança no entorno do Engenhão.

Fonte: G1