Sequência de fotos mostra reação de lutadora de MMA contra homem suspeito de importunação sexual em praia no RJ


Suspeito de abuso sexual é surpreendido por reação de lutadora de MMA em Cabo Frio, no RJ — Foto: Suellen Alva/arquivo pessoal

 

Uma sequência de fotos inéditas mostra a reação da lutadora de MMA (artes marciais mistas), Joice Vieira, contra um homem suspeito de importunação sexual em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio.

O caso aconteceu na Praia das Dunas na segunda-feira (8), quando Joice realizava um ensaio fotográfico, ao lado de Suellen Alva, que registrou a sequência das imagens.

“Eu não sei o que ia acontecer, se a Joice não tivesse nos protegido”, contou Suellen ao G1.

A fotógrafa disse que estava distraída vendo o resultado das fotos, com Joice ao seu lado, quando elas se depararam com o homem se masturbando.

“Quando eu olhei, o homem estava bem próximo da gente, a menos de 2 metros, se masturbando e fazendo gestos e gemidos. Ele estava fazendo isso friamente. Eu fiquei pasma, a Joice falou pra ele guardar e ele disse ‘Não gostou não? Vem cá que eu vou te mostrar mais'”, contou Suellen.

Suellen revelou que o homem foi tentando se aproximar mais e não se intimidou.

“Ou ele ia ejacular na gente ou ia nos tocar”, afirmou.

Homem conseguiu fugir após confronto com lutadora de MMA em Cabo Frio, no RJ  — Foto: Suellen Alva/ Arquivo Pessoal

Homem conseguiu fugir após confronto com lutadora de MMA em Cabo Frio, no RJ — Foto: Suellen Alva/ Arquivo Pessoal

 

Joice explicou ao G1 que quando viu ele se aproximando, nem pensou direito, só reagiu. O confronto entre ela e o homem foi separado por adolescentes que estavam no local.

As vítimas informaram que o homem conseguiu fugir e Joice tentou ir atrás dele e chamar a polícia, mas não conseguiu detê-lo.

“Até agora, vem a cena na minha cabeça da situação do que ele tava fazendo. Eu não tenho um sentimento para explicar, é surreal isso, é fora da realidade. São muitos sentimentos juntos, é coisa de desprezo, nojo, raiva”, desabafou Joice.

As vítimas contam que saíram da praia e foram direto para a Delegacia da Mulher em Cabo Frio (Deam), onde o caso foi registrado como importunação sexual.

A polícia informou que diligências estão sendo realizadas em buscas do suspeito.

G1 tenta localizar o homem para ouvir sua defesa. O perfil dele foi apagado da rede social após o ocorrido.

Fonte: G1

Bandidos levam mesa da estátua de Noel Rosa, em Vila Isabel

Ladrões roubem mesa da estátua de Noel Rosa em Vila Isabel

Ladrões roubem mesa da estátua de Noel Rosa em Vila Isabel

 

A escultura de Noel Rosa desaparece aos poucos em Vila Isabel. Bandidos levaram a mesa da escultura do compositor, localizada na Avenida 28 de setembro, a principal do bairro.

Segundo moradores, parte de uma das cadeiras, que também faz parte da obra, também foi levada por assaltantes.

O Bom Dia Rio procurou a Secretaria Municipal de Conservação – segundo o órgão, o caso será registrado em delegacia. O órgão informou, ainda, que fará uma licitação para substituir a peça.

Inaugurada em 1996, a estátua de Noel Rosa é um dos marcos bairro.

Fonte: G1

‘Sob pressão e sob forte emoção, ocorrem erros dessa natureza’, diz Mourão sobre fuzilamento de carro por militares no Rio


O vice-presidente Hamilton Mourão comentou nesta sexta-feira (12), em entrevista à rádio CBN, ação do Exército que culminou na morte do músico Evaldo dos Santos Rosa — Foto: Luisa Gonzalez/Reuters

O vice-presidente Hamilton Mourão comentou nesta sexta-feira (12), em entrevista à rádio CBN, ação do Exército que culminou na morte do músico Evaldo dos Santos Rosa — Foto: Luisa Gonzalez/Reuters

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira (12), em entrevista à Rádio CBN, que “sob forte pressão e sob forte emoção” ocorrem “erros” como a ação de militares do Exército que fuzilou, no Rio de Janeiro, o carro do músico Evaldo dos Santos Rosa.

O músico morreu no último domingo (7) quando o carro que dirigia foi alvo de pelo menos 80 tiros de fuzil disparados por soldados do Exército. Os militares dizem que confundiram o carro com o de criminosos. O delegado responsável pelo caso afirmou que “tudo indica” que o Exército fuzilou o carro da família do músico por engano.

Exército prende 10 militares envolvidos em execução de músico no Rio

Exército prende 10 militares envolvidos em execução de músico no Rio

Ao ser entrevistado nesta sexta-feira pela CBN, o vice-presidente foi indagado sobre sua “avaliação” a respeito do caso e o que poderia ser feito para evitar mortes similares.

Ao responder, Mourão disse que os tiros “foram péssimos”, já que, segundo ele, se tivessem a “devida precisão”, a tragédia teria sido “pior” e não teria sobrevivido ninguém. Familiares de Evaldo Santos Rosa que estavam no veículo na hora da abordagem dos militares conseguiram sobreviver.

As cinco pessoas que estavam no carro baleado iam para um chá de bebê: Evaldo, a esposa, o filho de 7 anos, o sogro Sérgio (padrasto da esposa) e outra mulher. Sérgio foi baleado nos glúteos. A esposa, o filho de 7 anos e a amiga não se feriram. Um pedestre que passava no local também ficou ferido ao tentar ajudar.

“Houve uma série de disparos contra o veículo da família. Você vê que só uma pessoa foi atingida, então, foram disparos péssimos. Porque se fossem disparos controlados e com a devida precisão, não teria sobrado ninguém dentro do veículo. Seria pior ainda a tragédia”, afirmou o vice-presidente.

“Sob pressão e sob forte emoção, ocorrem erros dessa natureza”, acrescentou Mourão.

Dez militares do Exército chegaram a ser presos por suspeita de envolvimento na morte de Evaldo, porém, o soldado Leonardo Delfino obteve liberdade provisória porque, segundo os depoimentos, ele não atirou contra o carro do músico.

Nos depoimentos, os nove militares que ainda estão presos admitiram ter atirado contra o veículo onde estava Evaldo e a família dele e disseram que se confundiram com o veículo de assaltantes.

O vice destacou que um inquérito foi aberto para apurar o caso e, se comprovada a culpa dos militares do Exército, eles serão julgados “na forma da lei”.

“Isso aí está sendo investigado, foi aberto um inquérito policial-militar devido, aqueles que forem culpados, a gente já sabe que tem um oficial que é o comandante da tropa, toda situação dessa natureza o responsável é o comando, o primeiro responsável”, enfatizou.

“A gente não tem a mínima dúvida que, uma vez comprovada a culpabilidade dos militares que integravam aquela patrulha, eles serão submetidos ao julgamento e condenados na forma da lei, se for o caso.”

‘Lamentável incidente’

Ao longo da semana, outros integrantes do governo federal também comentaram o fuzilamento do carro do músico no Rio. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, classificou o fato como um “lamentável incidente” e disse que as Forças Armadas vão apurar “até as últimas consequências”.

“Lamentável incidente. Agora, foi um incidente, vamos apurar e cortar na própria carne, como estamos fazendo agora”, declarou Azevedo e Silva na quarta-feira (10) na Câmara dos Deputados.

Em entrevista ao programa Conversa com Bial, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, classificou o episódio de “um incidente bastante trágico”.

“Foi um incidente bastante trágico. O que eu vi, porém, é que, de imediato, o Exército começou a apurar esses fatos e tomar as providências que foram cabíveis. Afastou lá parte dos envolvidos. Submeteu eles a prisão. E tem que apurar, né, se houve ali… Os fatos vão ser esclarecidos… Se houve ali um incidente injustificável em qualquer espécie, o que aparentemente foi o caso”, disse Moro.

O ministro da Justiça também disse “as pessoas têm que ser punidas”, porém, “lamentavelmente esses fatos podem acontecer”.

“Não se espera. Não se treina essas pessoas para que isso aconteça. Mas, tendo acontecido, o que conta é o que as autoridades fazem a esse respeito, quais são as providências tomadas. E o Exército está tomando as providências cabíveis.”

Fonte: G1

Praça Seca: polícia investiga união ‘5.3 ‘

Milícia faz aliança com tráfico de drogas para dominar comunidades das zonas Norte e Oeste

 

Flagrante feito ontem mostrou milicianos na Rua Cândido Benício

Flagrante feito ontem mostrou milicianos na Rua Cândido Benício – reprodução

 

Um áudio obtido pelo MEIA HORA revela bastidores de uma disputa entre criminosos que têm como objetivo dominar uma região que envolve bairros das zonas Norte e Oeste do Rio. Uma aliança formada entre milicianos e traficantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP) está por trás dos intensos confrontos na Praça Seca. Nomeada de “5.3” — cinco em referência aos paramilitares e três ao tráfico —, a fusão visa ocupar um território hoje dominado pelo Comando Vermelho (CV). Em nota, a Polícia Civil se limitou a dizer que investiga a disputa territorial na área.

Em uma das mensagens, supostamente atribuída ao traficante Lacosta, que domina a venda de drogas em Madureira, na Zona Norte, ele ameaça os rivais e faz críticas aos roubos na região como forma de ganhar a simpatia dos moradores: “Vai acabar essa palhaçada toda, bunda de caqui. Tá pensando que vocês vai (sic) ficar nesse vandalismo aí? E querer ficar roubando? Trabalhador compra um telefone caro pra c… e vocês vai (sic) e rouba o telefone do trabalhador?”, questiona.

Em outra mensagem, o traficante manda recado aos comerciantes e fala como se fosse um ‘empresário’ do crime. “Peço até desculpas aos comerciantes de Madureira, que, infelizmente, com essa balaiada toda, a venda dá uma caída. Certo? A gente é empresário, sabe como é que é”.

Em seguida, ameaça expulsar os rivais. “Nós vai (sic) acabar com essa porra e banir vocês daqui. Da Polícia? Estado? A gente sempre vai correr mesmo e se esconder igual rato. A gente corre até de Guarda Municipal… a gente não quer ganhar do Estado, não, filho. Mas com vocês nós vai (sic) pra dentro com força, porque vocês vai (sic) ser banido dessa porra aí”.

Linha 306 não circula aos domingos

Segundo um relatório divulgado pelo aplicativo Fogo Cruzado, a Praça Seca foi o bairro do Rio que mais registrou tiroteios em março deste ano. Foram, ao todo, 46 ocorrências, o que corresponde a 10% dos registros do Grande Rio. Moradores relatam que o cenário inseguro nos últimos meses alterou o funcionamento até da linha 306 (Praça Seca x Castelo), que não circula mais aos domingos e nas noites de sábado, além de ter modificado o itinerário perto do ponto final em Jacarepaguá. Em nota, o consórcio Transcarioca informou que vai apurar as possíveis mudanças e disse que a operação nos últimos dias vem sendo prejudicada devido à insegurança na região.

Witzel: ‘Projeto das UPPs’

Há pelo menos dois meses, milicianos cobram uma taxa de moradores de comunidades e, também, do asfalto em bairros como Praça Seca, Campinho e Vila Valqueire, na Zona Oeste. Os boletos têm preço fixo de R$ 70 e a cobrança é feita em duas etapas: primeiro, o grupo paramilitar passa com a nota de pagamento e, depois, retorna para cobrar. Ontem, o governador Wilson Witzel (PSC) afirmou que a polícia vai ocupar a Praça Seca para acabar com essa disputa por territórios: “Esses terroristas dominam aquela região e dificultam o trabalho da polícia. Estamos agindo para fazer um cerco e realizar prisões, com intuito de iniciar uma ocupação. Nós não abandonamos o projeto das UPPs. Vamos atuar com mais força”.

 

Fonte: O Dia

Milicianos da Praça Seca criaram esquema de ‘boletos’ para cobrar por segurança

Taxa solicitada por paramilitares seria de R$ 70 reais por casa nas comunidades da região

 

Boleto do crime tem informações para identificar responsável por cada imóvel

Boleto do crime tem informações para identificar responsável por cada imóvel – Reprodução da Internet

 

A segurança de quem mora na região da Praça Seca agora tem preço fixo: R$ 70. Há pelo menos dois meses, milicianos vem cobrando a taxa de moradores de comunidades e, também, do asfalto de Jacarepaguá, na Zona Oeste. Segundo relatos, o grupo paramilitar realiza a cobrança em duas etapas: primeiro passa com o nota de pagamento e, em seguida, retorna para cobrar o valor. A visita para o recebimento é sempre feita durante a noite por milicianos armados.

“Nós não temos mais sossego. É gás, é internet e agora é isso. Eles vem com fuzil e falam o seu nome. Não te ameaçam diretamente, mas deixam implícito o que pode acontecer se você se rejeitar a pagar. Conheço várias pessoas que ‘abandonaram’ suas casas por causa dos milicianos”, comenta um morador ao DIA, que preferiu não se identificar.

No registro do comprovante que circula pelas redes sociais, aparece o nome do proprietário do imóvel, endereço, valor e o mês de cobrança. De acordo com relatos, alguns comerciantes chegam a pagar taxas R$ 6 mil para manter seu negócio funcionando. “Tem gente que não está conseguindo manter o seu negócio. Com um fluxo de clientes na região só caindo, isso se torna ainda mais absurdo”, comenta outro morador.

Hoje, o grupo paramilitar que disputa o comando de mais áreas com o tráfico já controla as comunidades do Morro do Barão, Chacrinha, Campinho, Fubá e Jordão. Nos últimos dois dias, o conflito entre os dois grupos de criminosos vem se intensificando nas comunidades da Praça Seca e região.

Segundo relatos das redes sociais, os Milicianos teriam recebido ajuda de lideranças de outras comunidades dominadas por traficantes do Terceiro Comando com intuito de tomar o poder dos morros do Divino, Menezes, Covanca e Bateau Mouche. O reforço teria sido de 50 homens.

Em entrevista coletiva, o governador Wilson Witzel afirmou, nesta quinta-feira, que pretende ocupar algumas comunidades da Praça Seca. A declaração dele ocorreu durante a solenidade realizada na Cidade da Polícia, no Jacaré. “Ali não é simplesmente a questão da milícia. Ali tem a milícia disputando espaço com o tráfico. Esses terroristas dominam aquela região e dificultam o trabalho da polícia. Estamos agindo para fazer um cerco e realizar prisões, com intuito de iniciar uma ocupação. Nós não abandonamos o projeto das UPPs. Não será um trabalho fácil, mas vamos atuar nessa área com mais força”, explica.

Violência no bairro

Segundo um relatório gerado pelo aplicativo Fogo Cruzado, a Praça Seca foi o bairro do Rio que mais registrou tiroteios em março. Foram, ao todo, 46 ocorrências, o que corresponde a 10% dos registros da Grande Rio.

 

Fonte: O Dia

Homem é preso em flagrante por matar enteado de um ano após se irritar com choro

Bebê foi morto com chutes e socos na madrugada desta quinta-feira

 

Cristóvão Siqueira Araújo de Souza foi preso em flagrante pela morte do enteado de apenas um ano, em Santa Cruz

Cristóvão Siqueira Araújo de Souza foi preso em flagrante pela morte do enteado de apenas um ano, em Santa Cruz – Divulgação/DHC

 

Cristóvão Siqueira Araújo de Souza, de 26 anos, foi preso em flagrante, nesta sexta-feira, pela morte do enteado, em Santa Cruz, na Zona Oeste. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o homem é acusado de ter matado Lauannay Vênancio Nunes, de apenas um ano e quatro meses, por se irritar com o choro, nesta quinta-feira.

Ainda segundo a DHC, o bebê foi levado para um hospital da região com diversas lesões pelo corpo, mas não resistiu. Cristóvão Siqueira teria dado socos, tapas e chutes na criança durante a madrugada, por causa do choro do menino. Os médicos desconfiaram das lesões e acionaram a polícia.

 

Fonte: O Dia

Alerj suspende projeto que liberaria o porte de armas para deputados e Degase

Deputados discutem porte de armas no plenário da Alerj
Deputados discutem porte de armas no plenário da Alerj Foto: Thiago Lontra / Alerj / Divulgação

Foi suspensa nesta quinta-feira a tramitação do projeto de lei que liberava o porte de armas para deputados estaduais, agentes do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), funcionários da Polícia Legislativa e auditores fiscais do estado e dos municípios.

O texto foi aprovado na quarta-feira, dia 10, pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e gerou bastante discussão entre os parlamentares. Com a suspensão, o projeto não será enviado para o governador.

O deputado Luiz Paulo (PSDB) pediu o cancelamento da votação. “O projeto já havia recebido um parecer da Comissão de Constituição e Justiça no dia 3 de abril e, na hora da votação, deram um novo parecer incluindo temas estranhos”, argumentou.

A presidência da Alerj enviou o pedido do parlamentar para a Procuradoria da Casa analisar o questionamento e vai apresentar uma decisão na próxima semana.

Fonte: Extra