Policial militar é baleado após reagir a assalto em Irajá, na Zona Norte do Rio

Um sargento da PM, identificado como Rodney Alves da Silva, foi baleado após tentativa de assalto em Irajá, na Zona Norte do Rio, na noite deste sábado. Segundo informações preliminares, o policial reagiu ao assalto, após perceber a movimentação dos bandidos.

De acordo com informações da PM, ele levou quatro tiros. O caso aconteceu na porta da casa do policial, que foi socorrido por familiares. Ele foi levado para o hospital Getúlio Vargas, na Penha, também na Zona Norte. Segundo informações da unidade hospitalar, o estado de saúde do militar é grave.

Fonte: Extra

Motoristas voltam na contramão na Avenida Brasil após suspeita de arrastão

Motoristas ficaram assustados na Avenida Brasil
Motoristas ficaram assustados na Avenida Brasil Foto: Reprodução/Facebook

Motoristas que passavam pela Avenida Brasil, na altura de Irajá, viveram momentos de pânico na tarde deste domingo. A suspeita de um arrastão na via fez com que muitas pessoas voltassem na contramão com seus veículos, no sentido Zona Oeste.

Um dos motoristas que estava na via, e não quis se identificar, relatou como tudo aconteceu.

– Ouvi barulho da sirene do carro policial depois que a pista estava liberada. Todos os veículos voltaram na contramão. Não paguei pra ver se era mentira e voltei me arriscando também. Tinha alguns homens correndo na rua, mas não sei se eram bandidos. Foi uma loucura. Voltei na contramão, peguei a primeira agulha da pista do parador e entrei. Ficamos todos ao lado de um motel esperando a poeira abaixar. Logo após a polícia apareceu liberando a pista – contou.

Motoristas voltaram na contramão
Motoristas voltaram na contramão Foto: Reprodução/Facebook

Cíntia Nogueira estava em um UBER quando afirmou ter ouvido disparos na via. A informação, porém, não foi confirmada por órgãos oficiais.

– Foi um pesadelo. Ouvimos dois ou três disparos. Aconteceu em frente ao Ceasa, no conjunto amarelinho. Voltávamos de uma trilha no Cristo quando aconteceu. Vimos muitos homens na pista. Foi a primeira vez que passei por algo assim e espero que seja última – contou.

Nas redes sociais, motoristas que estavam no local também relataram a confusão.”Voltar na contramão na Brasil virou rotina”, publicou um deles no Facebook. “Muita gente voltando na contramão na Brasil”, disse outro. E um vídeo que circula nas redes, um homem afirma que criminosos assaltaram motoristas com fuzis.

A Polícia Militar e o Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) negam a informação de que tenha ocorrido um arrastão na Avenida Brasil. A informação começou a circular nas redes sociais por volta de 13h30 da tarde. Segundo o BPVE, um caminhão enguiçou na altura de Irajá, no sentido Zona Oeste, e provocou retenções no trânsito. Alguns carros saíram na contramão, o que teria provocado o tumulto na via. A PM chegou a ser acionada, mas disse que não foi encontrado nada no local. Na delegacia da região não há registros de ocorrência de roubos no local.

Confira a nota da Polícia Militar, na íntegra: “Após informações chegadas por volta das 13:30hrs no Batalhão de Policiamento em Vias Especiais/BPVE, sobre roubos e veículos estariam voltando na contramão nas proximidades de Guadalupe, Irajá e Parada de Lucas, de imediato foi jogado alerta, onde nada foi constatado quanto a roubo. Em relação aos veículos que voltaram na contramão, o fato se deu devido um caminhão da COMLURB que parou repentinamente na Avenida Brasil, pista sentido Zona Oeste, altura da Comunidade do Amarelinho – Irajá, vindo a assustar usuários da via, que entraram em desespero, voltando na contramão. Situação já foi controlada e trânsito fluindo normalmente”.

Fim de semana teve registro de arrastão no Engenho Novo

Neste sábado, um arrastão na rua 24 de Maio, na altura da estação de trem da Supervia Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, deixou motoristas que passavam pelo local assustados. De acordo com testemunhas, os assaltantes, na maioria adolescentes, fecharam a via com um carro, um Fiesta, de cor prata ( LRT-5673).

Jovens praticam arrastão na tarde deste sábado no Engenho Novo, na Zona Norte
Jovens praticam arrastão na tarde deste sábado no Engenho Novo, na Zona Norte Foto: Foto: Reprodução WhastApp

Em seguida, começaram a roubar motoristas que ficaran presos atrás do veículo, sem ter para onde fugir. Quem passava pelo local informou que os jovens roubaram celulares, carteiras e, em seguida, voltaram para o carro e fugiram. A Polícia Militar afirma que não foi acionada para nenhuma ocorrência na região.

Fonte: Extra

“Diguinho” gerente do tráfico da comunidade do Engenho é preso pela PM

Policiais militares do  3º BPM (Méier), em operação na Comunidade do Engenho, Engenho da Rainha, neste domingo (29/1), com o intuito de reduzir os indices criminais na região. Na comunidade, guarnição em operação avistou diversos indivíduos vendendo material entorpecente, e quando os mesmos perceberam a presença da PM, efetuaram disparos de arma de fogo em direção da guarnição, que respondeu a injusta agressão. Os marginais empreenderam fuga, porém a guarnição conseguiu capturar três homens, sendo um deles em posse de uma Pistola GIRSAN cal. 9mm, outro em posse de uma Granada defensiva e um rádio transmissor, e mais um em posse de uma mochila contendo farta quantidade de material entorpecente. Na ação foi preso ” Diguinho “, gerente do tráfico de drogas na comunidade do Engenho. Ocorrência encaminhada  para a Central de Garantias CG-NORTE para realizar registro de ocorrência.
Material Apreendido:

01 Pistola GIRSAN cal. 9mm;
01 Granada Defensiva;
01 Rádio transmissor;
283 cápsulas de cocaína;
192 trouxinhas de maconha;
105 trouxinhas de haxixe;
38 pedras de crack.

 

Fonte: PMERJ

2603 candidatos fizeram prova para Oficial da PM neste domingo

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) realizou, neste domingo, dia 29/01, as provas do concurso para oficial da Corporação.

A realização do certame foi garantida por meio de decisão do Desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que anulou os efeitos da decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

A decisão que permitiu a realização das provas se deu em função de mandado de segurança apresentado pelo Estado. A Corporação comprovou a legitimidade e legalidade do edital do concurso, ao exigir o diploma de Bacharel em Direito como requisito.

Números do concurso CFO/2017:
3.386 inscritos
783 faltas
23,12℅ de faltas
2603 candidatos realizaram a prova
52,06 cand/vaga

 

Fonte: PMERJ

Após princípio de confusão, grupo é detido pela Guarda Municipal em Copacabana

Ação dos agentes ocorreu por volta das 17h. Eles foram acionados pela equipe das estações de monitoramento no Centro de Operações (COR) da Prefeitura.

Após princípio de confusão, grupo é detido pela Guarda Municipal em Copacabana

Um grupo com cerca de 20 pessoas foi detido pela Guarda Municipal na avenida Princesa Isabel, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, na tarde deste sábado (28).

A Guarda Municipal informou ao G1 que a ação dos agentes ocorreu por volta das 17h, junto com a Polícia Militar, após serem acionados pela equipe das estações de monitoramento no Centro de Operações (COR) da Prefeitura, ao pereceberem um princípio de confusão no local.

Os integrantes do grupo foram revistados e, em seguida, foram organizados em grupos menores para entrarem nos ônibus.

Ação da Guarda Municipal em Copacabana.

Fonte: G1

Roberto Sá se preocupa com tráfico de armas e punições brandas a criminosos

Secretário de Segurança Pública elabora uma carta, que será enviada na próxima semana, ao Ministério da Justiça pedindo penas mais severas

Em entrevista ao DIA, o secretário de Segurança Pública, Roberto Sá, afirmou que busca ajuda na iniciativa privada para aumentar o efetivo de policiais nos ônibus, para combater os assaltos, delito que aumentou em 35% em 2016, e que foi tema da série do DIA “Passageiros da Agonia”. As principais preocupações de Sá são o tráfico de armas e as punições brandas a criminosos. Ele elabora uma carta, que será enviada na próxima semana, ao Ministério da Justiça pedindo penas mais severas. Sá comenta os altos índices criminais e chama os policias de heróis perante à criminalidade crescente. Sobre a prisão do ex-governador Sérgio Cabral, ele diz lamentar.
‘Lamento a prisão do ex-governador. Mas, vida que segue. Tenho meu papel aqui’, diz secretárioSandro Vox / Agência O Dia

A sensação de insegurança está aumentando. O que o senhor tem a dizer à população sobre isso?
Também sinto muito quando percebo que os índices de criminalidade estão em elevação e, por mais que as polícias estejam atuando, mesmo no alto de uma crise, isso não esteja se refletindo no aumento de sensação de segurança, é muito ruim para todos nós. Posso dizer que não vai faltar esforço, tempo, saúde para reverter o quadro.

Como o senhor avalia o trabalho da polícia?
A polícia prende muito criminoso reincidente. Outra prova de que a polícia está trabalhando é que apreende 25 armas de fogo por dia. O policial arriscou sua vida para tirá-las de circulação. Tenho orgulho desses policiais, são meus herois. O brasileiro é um povo violento, no país todo. E a demanda da violência está tão grande que as ações heróicas não estão se convertendo em sensação de segurança. Tem alguém fazendo algo, tem ‘alguéns’ tentando diminuir a criminalidade.

Em um discurso aos policiais da UPP o senhor citou que o filme Jadotville — em que uma tropa de paz da ONU é colocada em risco por conta de acertos políticos. Qual a mensagem que quis passar?
Não tenho essa visão do filme. O citei como uma reflexão do quanto a gente deve se preocupar com quem está em combate. Mostrar que quem está com a missão operacional precisa do apoio em nível tático-estratégico. O meu recado foi para a PM e para o chefe da Polícia. Eu quis dizer: “Eu quero que o policial da UPP esteja protegido, assim como qualquer outro policial”.

O número de policiais mortos e baleados está aumentando nas áreas com UPP. O que, na prática, a Secretaria de Segurança (Seseg) está fazendo para contornar esse quadro?
Criei um comitê permanente de avaliação e deliberação. Quero criar indicadores que me digam como a UPP está indo e, se for o caso, medidas para voltar a ter um nível bom de patrulhamento, de confiança e de menos confronto. Claro que isso não depende só do policial. Uma vez que o criminoso tiver uma arma e quiser dar tiro, como impedí-lo? Preciso que os policiais estejam protegidos para tentar prender as pessoas que se incomodam tanto com o projeto e que querem desestabilizar o programa. O erro está no crime.

O senhor cogita a retirada de UPPs?
Tudo é possível. Mas pretendo que essa hipótese nunca seja cogitada, porque é um projeto que deu muito certo e temos que aperfeiçoar. A população residente nas áreas com UPP confiam nas unidades e as querem.

O senhor tem um auto de resistência da década de 1990, quando era PM, em Manguinhos. Em 2012, participou da inauguração de uma UPP nela. Esse ano, um policial morreu em patrulhamento no local. O que tem a falar aos policiais sobre sua experiência?
Os policiais da ponta têm que ser ouvidos pelo planejamento. É algo que falta, principalmente na PM. Meu auto de resistência foi quando era tenente do Bope. Nossa equipe foi resgatar um policial. Me orgulho muito.

O senhor acha que os criminosos estão mais ousados, voltando a patamares de 2006?
A medida que têm acesso a armas de longo alcance, fartura de munições, explosivos, armas e uma lei benevolente aos crimes que eles praticam isso os torna mais ousados. A ousadia a gente percebe à medida que eles dão tiro em uma base, tentam invadir outra área rival, até porque tem um estado formal que tem que se contrapor a isso. Ainda não tenho dados para comparar com 2006. Estou propondo um endurecimento de penas ao Ministro da Justiça. Vou pedir para dobrar as penas e que o tráfico de armas seja considerado hediondo.

O senhor já declarou que se preocupa mais com o tráfico de armas do que com que o de drogas. Sua primeira medida foi criar a Desarme (Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos). Como ela vai atuar?
A ideia é fazer um tratamento do conhecimento que a informação sobre apreensão de armas possa gerar. Há muita arma com quem não deveria estar. Não é compreensível alguém que mata cumprir 10 anos de pena e sair no indulto de Natal. Acredito no homem, na ressocialização, mas temos que tratar de forma diferente os desiguais. Se cometeram crimes que fizeram mães chorarem, não é possível terem indulto no Dia das Mães.

Em crimes como a morte da menina Sofia e de policiais não vemos mais uma pronta resposta da polícia, com operações para desarticular os criminosos. Há alguma orientação em relação a isso?
As operações devem procurar não apenas uma resposta para dizer que está sendo feito algo. A polícia tem feito operações sistemáticas nesses locais. A polícia civil está fazendo investigações. Em relação a mortes de PMs tenho cobrado resposta imediata e institucional. O policial é o nosso maior patrimônio. Contra todo tipo de covardia o estado vai agir de forma institucional.

O senhor diz que está cansado de entregar bandeira às famílias de policiais mortos. Mas não foi visto em nenhum enterro.
Tenho 33 anos de polícia. Não me refiro aos três meses como secretário de Segurança. Já fui em muitos enterros e enterrei muitos colegas. Fui no velório dos policiais do helicóptero que caiu. Mas sempre há representantes. As mortes de policiais me sensibilizam muito.

O senhor está na Seseg desde o início do primeiro mandado do ex-governador Cabral. Como se sente em relação à prisão dele?
Sempre fui tratado com muito respeito. Só posso lamentar. Mas vida que segue. Tenho meu papel aqui.

O DIA fez uma série de reportagens sobre roubos a ônibus, delito que aumentou muito. Além disso, mostramos que o efetivo responsável pelo policiamento diminuiu. A Seseg adotará medida em relação a isso?
Tive reunião com a Fetranspor e com o secretário de transportes. O governo não tem como pagar pelo RAS (serviço extra do policial). Há a possibilidade de ela pagar através do Proeis policiais extras para o patrulhamento em ônibus. Está sendo estudado.

Uma das possibilidades da chacina em Campo Grande é o deslocamento de marginais do Morro da Pedreira até a Carobinha. O que pretende fazer sobre esses deslocamentos?
Criamos grupo com agências de inteligência para agilizar o fluxo de informações e antecipar ações, como o deslocamento de criminosos.

 

Fonte: O Dia