PM prende Arafat, chefe do tráfico no Complexo da Pedreira

Arafat, Carlos José da Silva Fernandes, chefe do tráfico do Complexo da Pedreira/Costa Barros. Ele foi preso na noite desta quarta-feira (30/11), por policiais militares do BPVE – Batalhão de Policiamento em Vias Especiais, em uma Amaroc, em um dos acessos ao Morro da Pedreira, na Avenida Brasil.  O criminoso substituiu “Playboy”.  O criminoso teria tentado subornar policiais oferecendo R$ 500.000. Ele está sendo apresentado na Cidade da Polícia.

 

Fonte: PMERJ

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Missa no Cristo Redentor celebra um ano das Operações Segurança Presente

 

Nesta quinta-feira, dia 1º de dezembro, às 19 horas, será realizada uma missa no Cristo Redentor, em comemoração ao primeiro ano das Operações Segurança Presente. A missa será celebrada pelo Padre Omar. Na ocasião da celebração, o Cristo estará iluminado com as cores dos coletes utilizados pelos agentes das Operações do Méier (amarelo), Aterro (verde) e Lagoa (laranja).

Uma van será colocada à disposição para o transporte dos convidados até o Cristo, com saída prevista entre 17 e 18 horas, do estacionamento do Palácio Guanabara,Rua Pinheiro Machado – s/nº, em Laranjeiras.

Os números das Operações

Desde o início das ações de reforço no patrulhamento dos bairros do Méier, Lagoa Rodrigo de Freitas e Aterro do Flamengo, mais de 2 mil pessoas foram presas em flagrante e 174 foragidos da Justiça foram capturados, sendo 100 somente no Aterro do Flamengo. Neste período também foram realizadas 580 ações de acolhimento a moradores de rua, com o auxílio de assistentes sociais que trabalham nas Operações.

Cerca de 300 agentes atuam, diariamente, das 6h às 22h, no policiamento das regiões do Méier, Aterro e Lagoa. A Operação Segurança Presente é uma parceria, inédita, entre o Governo do Estado e o Sistema Fecomércio RJ, que investiu R$ 22 milhões anuais neste projeto de segurança e cidadania.

 

Fonte: Governo do Estado

 

Méier Presente realiza mais de 690 prisões em um ano

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No período, operação cumpriu cerca de 45 mandados

A Operação Méier Presente, que visa reduzir roubos, furtos e promover o ordenamento urbano no tradicional bairro da Zona Norte do Rio, chegou à marca de 690 presos em flagrante desde dezembro do ano passado. Entre os flagrantes estão usuários de drogas e os presos por posse de arma branca, por furto e por roubo. Além disso, foram cumpridos mais de 45 mandados de prisão no período.

– Zelamos pela segurança da população do Méier. Operamos, de forma integrada, com outras forças, como a PM, a Polícia Civil e a Guarda Municipal. Assim, conseguimos reduzir em quase 50% a criminalidade no bairro em um ano. O melhor resultado é o reconhecimento e a satisfação dos moradores – disse o capitão da PM Rafael de Andrade, coordenador da operação.

A iniciativa, fruto de uma parceria entre o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Fecomércio-RJ, faz parte do conjunto de operações da Segurança Presente, iniciada em 1º de dezembro de 2015.  O patrulhamento acontece de domingo a domingo, das 6h às 22h, e é feito a pé, de bicicletas, motocicletas e também com viaturas.

Órgãos envolvidos

As operações Segurança Presente foram inspiradas na bem-sucedida Lapa Presente, lançada em 1º de janeiro de 2014. A operação, de caráter permanente, conta com a participação de policiais militares da ativa e da reserva e agentes civis egressos das Forças Armadas. Vários órgãos atuam coordenados na ação: Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos; PM; Polícia Civil; Comando Militar do Leste; Guarda Municipal; secretarias municipais de Ordem Pública, de Desenvolvimento Social, de Conservação, de Transportes; além da Comlurb.

 

Fonte: Governo do Estado

Polícias de Londres e RJ buscam soluções para violência fluminense

Representantes das polícias Militar e Civil reconhecem fragilidades na Segurança Pública. Ingleses estranham ocupações em favelas e condenam mortes em comunidades.


Chefe das DH expõe diferenças entre Londres e Brasil (Foto: Henrique Coelho/G1)

Rio de Janeiro e Londres, na Inglaterra, são cidades separadas por nove mil quilômetros e um oceano. Diferenças que não se resumem só à distância física. Segurança pública, por exemplo, é um tema sensível às duas metrópoles e tratada de forma bem distinta. Em seminário realizado nesta quarta-feira (30), representantes das polícias londrina e do Rio discutiram soluções para combater o recrudescimento da violência no estado brasileiro.

“Lá, eles têm cem homicídios por ano. [Só] Na capital [do Rio] nós temos 1,3 mil. A cada nove minutos, uma pessoa morre no Brasil (…) No Brasil, parece que morre quem pode morrer”, lamentou o diretor da Divisão de Homicídios, delegado Rivaldo Barbosa.

Responsável pela coordenação das três delegacias de homicídios do estado (Capital, Baixada e Niterói, São Gonçalo e Itaboraí), Barbosa sustenta que no Brasil existe uma “cultura de morte”. O delegado assume que os ingleses têm disponíveis, hoje, tecnologias que a polícia judiciária fluminense não tem, um aspecto que pode ser reforçado com a parceria Rio-Londres.

Apesar da defasagem tecnológica, Barbosa defende que há questões referentes ao Rio que destoam de outros lugares. “Temos aspectos que eu não vi em lugar nenhum do mundo, como médicos legistas no local do crime”, explicou o delegado.

Coordenadora do evento e diretora da Redes da Maré, Eliana Souza afirmou que o objetivo do seminário é criar alternativas para se discutir segurança e buscar saídas para o recrudescimento da violência. Ela defendeu que a segurança pública seja pensada como um direito.

“Só uma parte da população tem direito a isso. Precisamos repensar a política de combate às drogas e nossos índices de letalidade. Na Maré, só nos últimos dez anos, foram 19 mortos em 55 operações policiais”, exemplificou.

Também participou das discussões a porta-voz das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), major Priscila Azevedo. A oficial da Polícia Militar reconheceu a dificuldade atual do policiamento em comunidades e identificou os anos de 2013 e 2014 como críticos para o programa do governo.

“A coisa começou a ficar mais difícil em 2013, 2014, justamente quando passamos a receber menos recursos”, disse a major, que já comandou as unidades Dona Marta e Rocinha. Ela também falou em “realinhamento” das 38 unidades, que hoje abrangem um território de 230 favelas, com mais de 1,5 milhão de habitantes. “Precisamos aperfeiçoar”, afirmou a major.

Ocupação?
O chefe de estratégia e planejamento corporativo da Polícia de Londres, o inglês Dan Hale, disse “estranhar” a ideia de uma polícia ocupando morros. No Rio, ocupações da polícia fluminense em comunidades ocorrem desde os anos 90 e, num modelo atual, são configuradas no modelo das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

“A ideia de uma polícia ocupando é completamente estranha para nós. A polícia faz parte da comunidade. E quanto mais integração, seria melhor. Temos problemas de recursos em Londres tambem, e temos que fazer mais eficientemente com menos dinheiro. As duas forças devem ter um objetivo em comum, que é de combater e prevenir o crime em primeiro lugar”, disse.

Também foi ressaltado por Hale que a polícia londrina faz, a cada três meses, um pesquisa com o inuito de saber a população sobre o comportamento de policiais. O inglês defende o uso de estudo de comparação em diferentes áreas, como por exemplo uma favela e um bairro nobre. Segundo ele, assim é possível traçar diferenças entre as áreas e criminalidade, diz o especialista.

“Isso ajuda a expor o problema e entender o problema, além de mudar o comportamento das pessoas. Na Maré, eles fazem esse tipo de pesquisa por eles mesmos. Não temos uma iniciativa parecida. Isso é muito poderoso, e é possível conseguir respostas melhores”, destacou.

Na avaliação de Hales, a existência de duas polícias (Militar e Civil) dificulta o trabalho de investigação e prevenção de crimes.

Números ‘inaceitáveis’
Deborah Coles é fundadora da ONG Inquest, que oferece apoio, orientação e atendimento a famílias que enfrentam casos de familiares mortos por ação da polícia e também em prisões. A representantes classificou como “inaceitáveis” os números de mortos por homicídio decorrente de oposição à intervenção policial, também conhecido como auto de resistência. Como mostrou o G1, este ano, em nove meses, o estado chegou a 631 mortos durante operações policiais.

“Os números são difíceis de compreender, são inaceitáveis. O problema é que, se você não tem responsabilidade, se você não tem mecanismos efetivos para investigar e parar com isso, você tem impunidade e acaba com a confiança na polícia. E aqui a polícia tem um trabalho muito difícil, mas tem que agir de acordo com a lei. Se não, isso só permite que o problema continue”, avaliou Coles.

A estrutura de trabalho da organização fundada por Coles pode ser levada para o Conjunto de Favelas da Maré muito em breve, via parceria com a Redes da Maré. Segundo ela, o trabalho da ONG é empoderar famílias contra as violações de direitos humanos cometidas pelo Estado.

“Ouvi de vítimas depoimentos que mostram a raiva com a injustiça, com não ter respostas: Temos que fazer parcerias com o poder de mudar políticas para essas vítimas”, contou.

Outros palestrantes se mostraram surpresos ao constatar que o acesso da polícia fluminense é barrado em determinadas comunidades. “Não há “não vá para essa área” em Londres. Na Maré, há áreas em que a polícia não entra porque há civis armados que impedem a entrada da polícia. Eu nunca vi isso”, disse Mick Duthie, superintendente chefe do comando de Homicídios e Crimes graves da Polícia Metropolitana de Londres.

Representantes ingleses criticam números e estranham ocupação policial  (Foto: Henrique Coelho/G1)

Representantes ingleses criticam números e estranham ocupação policial (Foto: Henrique Coelho/G1)

Fonte: G1

Suspeito é morto durante operação em Acari  

Polícia apreendeu ainda fuzil, drogas e munições nesta quarta-feira

Um suspeito morreu durante operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), na Favela de Acari, Zona Norte do Rio, nesta quarta-feira. Segundo os policiais, o homem portava um fuzil calibre 5,56, cinco tabletes de maconha, 1.576 sacolés da mesma droga, além de 72 pedras de haxixe e munições. Ocorrência registrada na Central de Garantias.
Policiais apreenderam ainda um fuzil calibre 5,56, cinco tabletes de maconha, 1.576 sacolés da mesma droga, além de 72 pedras de haxixe e munições Divulgação

Fonte: O Dia

PF prende quatro suspeitos de roubo de carga na Baixada Fluminense

Foram apreendidos cerca de 840 unidades de refrigerante

Suspeitos de roubarem carga de refrigerante foram presos em flagrante na Baixada Divulgação

A Polícia Federal prendeu em flagrante quatro suspeitos de roubar carga de refrigerantes, nesta terça-feira, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo os agentes, os homens foram autuados enquanto trasportavam a mercadoria para uma mercearia.

De acordo com os policiais, entre os presos estão o proprietário e o gerente do depósito em que os refrigerantes estavam. Foram apreendidos cerca de 840 unidades de refrigerantes, sendo 720 vasilhames de vidro e 120 do tipo PET.

A PF informou que o caminhão usado no transporte também foi apreendido e todo o material foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal.

As investigações ainda estão em andamento. Os homens foram indiciados por receptação qualificada. Caso sejam condenados, podem ter que cumprir pena de três a oito anos de prisão.

Fonte: O Dia

Roubos em ônibus aumentam quase 115% no Rio em outubro, segundo ISP

De acordo com relatório, o número de roubos de celular cresceu quase 82% neste mesmo período

Um novo levantamento do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostrou que o número de roubos em ônibus aumentou 114,7% no Rio em outubro deste ano em relação ao mesmo período de 2015. Segundo o instituto, foram 719 casos naquele ano contra 1.544 em 2016. Divulgado na tarde desta quarta-feira, o relatório apontou ainda outro dado alarmante: no mês passado, 1.952 pessoas tiveram o celular roubado no estado e, com isso, houve um crescimento de 81,9% das ocorrências em relação ao mesmo mês do ano anterior.

De acordo com informações do ISP, houve também um crescimento 81,7% no índice dos roubos de rua, que incluem assaltos a pedestres, em ônibus e roubos de celular. Em outubro de 2015, o instituto havia registrado 6.868 casos no Rio, enquanto no mesmo período deste ano foram 12.476.

Neste recente relátorio outro número chamou atenção: houve um aumento de 76,9% em roubos a pedestres no estado. O ISP informou que no mês passado foram contabilizados 8.980 casos no Rio. Já em outubro de 2015, o instituto havia registrado 5.076 ocorrências.

Além destes índices, a pesquisa identificou ainda uma alta de 67,3% no número de assaltos a veículos em outubro de 2016 em relação ao mesmo período do ano passado: foram 2.500 casos contra 4.182 deste ano.

No mesmo levantamento, o ISP analisou as ocorrências de janeiro a outubro deste ano em relação a 2015. O índice de assaltos em coletivos aumentou 67,9% neste período. Enquanto isso, houve um crescimento de 62,8% em roubos de aparelho celular.

Segundo o instituto, o índice de roubos de rua apresentou um crescimento de 47,8% nestes dez meses: foram 104.302 casos registrados em 2016 contra 70.582 naquele ano. Em paralelo, as ocorrências de homicídios decorrentes de oposição à intervenção policial tiveram um aumento de 26,7% (569 em 2015 e 721 neste ano).

Entre janeiro e outubro de 2016 teve ainda uma alta no número de homicídios dolosos: 4.111 neste ano contra 3.472 casos do mesmo período do ano anterior. Letalidade violenta — que inclui homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial — também apresentou crescimento de 21%. O número de policiais civis e militares mortos em serviço aumentou entre janeiro e outubro deste ano em relação ao mesmo período de 2015: 28 casos contra 21.

 

Fonte: O Dia