Curso de formação de Soldados tem 2.233 inscritos para vagas de professor e instrutor

Agente que retornar receberá gratificação
Agente que retornar receberá gratificação Foto: Marcos de Paula / Marcos de Paula

A Secretaria de Segurança Pública (Seseg) divulgou, nesta quinta-feira, que 2.233 docentes se inscreveram no processo de seleção para vagas de professor e instrutor abertas para o Curso de Formação de Soldados (Cfsd) da Polícia Militar.

Ao todo, 1.100 vagas serão preenchidas ao longo da realização do curso, que já teve sua primeira turno convocada para procedimento iniciais no final de julho.

A secretaria promete anunciar no dia 20 de agosto, por meio de publicação no Diário Oficial, o resultado final da seleção. Todo o processo tem sido feito por meio do Programa Banco de Talentos.

Para a função de docente, as remunerações podem variar entre R$ 52 a hora-aula nos casos de candidatos com ensino médio, a R$ 84,50 nos casos de interessados com doutorado. A função de monitor terá pagamento de R$ 19,50 a hora-aula.

 

Fonte: Extra

Governo do Rio autoriza concurso para a reposição de 37 vagas de oficial da PM

O aval do Estado ao concurso foi publicado no Diário Oficial de hoje
O aval do Estado ao concurso foi publicado no Diário Oficial de hoje Foto: Márcia Foletto / Globo – Rio

O governador Luiz Fernando Pezão autorizou a realização de concurso para oficial da Polícia Militar do Estado do Rio (PMERJ). A tendência é que sejam abertas 37 vagas com previsão de realização da prova até o início de 2019. O aval de Pezão consta na edição de hoje do Diário Oficial do Estado.

A abertura do concurso respeita as regras estabelecidas pelo Regime de Recuperação Fiscal firmado entre o Estado do Rio e a União. O governo estadual calculou o número de vagas abertas entre os oficiais da corporação desde a adesão ao regime, em setembro de 2017. Desta forma, ficou estabelecida a necessidade de reposição das 37 vagas abertas.

O último concurso para oficial da PM aconteceu no início de 2017. Ao todo, 50 vagas foram abertas pela corporação.

 

Fonte: Extra

Abertas as inscrições para ingresso em Colégios Militares

Fachada do Colégio Militar do Rio de Janeiro: inscrições já estão abertas
Fachada do Colégio Militar do Rio de Janeiro: inscrições já estão abertas Foto: Fábio Guimarães / 27.04.2018

O Exército abriu seleções para concurso de admissão aos Colégios Militares do Rio de Janeiro e de Porto Alegre, Fortaleza, Manaus, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Juiz de Fora, Campo Grande, Santa Maria e Belém. O prazo de inscrições foi aberto no dia 23 de julho e vai se estender até 14 de setembro de 2018.

Para participar, é preciso ser brasileiro e ter concluído ou estar cursando o 5º ano do ensino fundamental, para ingresso no 6º ano, ou o 9º ano do ensino fundamental, para cursar o ensino médio.

No caso do Rio, há 45 oportunidades para o 6º ano do ensino fundamental e 15 para o 1º ano do ensino médio, sendo 5% delas destinadas a pessoas com deficiência.

As inscrições podem ser feitas pela internet ou na própria unidade escolar (somente para os candidatos com deficiência). O endereço no Rio é Rua São Francisco Xavier 267, na Tijuca. O valor da taxa de participação é de R$ 95 (a ser paga no Banco do Brasil).

Os candidatos também devem estar enquadrados em limites de idade. Para o 6º ano, é necessário ter menos de 13 anos em 1º de janeiro do ano da matrícula ou completar 10 anos até 31 de dezembro do ano da matrícula. Para o 1º ano do ensino médio, é preciso ter menos de 18 anos em 1º de janeiro do ano da matrícula ou completar 14 anos até 31 de dezembro do ano da matrícula.

Também é necessário ter um documento oficial de identificação com foto atualizada. Os candidatos deverão imprimir o “Manual do Candidato” e seu “Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI)” na página eletrônica do Colégio Militar ao qual estão se candidatando.

Os candidatos passarão por exame intelectual (incluindo questões de Português e Matemática), revisões médica e odontológica e comprovação dos requisitos biográficos. Todas as etapas serão eliminatórias.

 

Fonte: Extra

Disque Denúncia pede informações sobre envolvidos na morte do PM, em Itaguaí

Recompensa de R$ 5 mil é oferecida a quem der informações exatas do paradeiro dos envolvidos
Recompensa de R$ 5 mil é oferecida a quem der informações exatas do paradeiro dos envolvidos Foto: Divulgação/ Disque Denúncia

O Portal dos Procurados divulgou na madrugada desta sexta-feira um cartaz que busca informações que possam levar a identificação e prisão dos envolvidos na morte do 3º Sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro José Heleno, de 41 anos. O militar, que era lotado no 24º BPM, em Itaguaí, foi assassinado a tiros, na noite desta quinta-feira, na Estrada dos Teixeiras, próximo à Praça do Lanha, no município de Itaguaí, Região Metropolitana do Rio, quando traficantes atiraram contra a viatura em que ele e outro sargento de corporação estavam. O outro agente não foi atingido. José era casado e deixa dois filhos.

Os dois militares estavam a caminho do Hospital São Francisco Xavier para render outros colegas que faziam o serviço de escolta na unidade hospitalar, quando o crime ocorreu. José foi socorrido no hospital, que fica a cerca de dois quilômetros de onde foi atingido, mas não resistiu aos ferimentos.

Uma recompensa de R$ 5 mil é oferecida para a pessoa que dê informações exatas que levem até os criminosos.

Com a morte do sargento Heleno, chega a 77 o número de Agentes de Seguranças mortos no Rio em 2018, sendo 62 policiais militares, 05 policiais civis, 04 Agentes Penitenciários (SEAP), 03 do Exército (EB), 01 Guarda Municipal de Bom Jardim, 01 Policial Federal e 01 da Marinha do Brasil.

Essa contagem não leva em conta o caso do militar Samuel Ribeiro, cujo um corpo foi encontrado carbonizado dentro um carro em São Gonçalo, nesta terça (23). A Polícia aguarda o resultado do laudo pericial (DNA), para confirmar se realmente o corpo encontrado é do policial militar.

Quem tiver qualquer informação a respeito dos envolvidos na morte do policial, favor informar pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram do Portal dos Procurados (21) 98849-6099; Central de Atendimento do Disque Denúncia (21) 2253-1177; por meio do Facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/; pelo aplicativo Disque Denúncia RJ.

Fonte: Extra

Polícia Civil e Ministério Público realizam operação contra o crime organizado no estado do Rio

Operação partiu da Cidade da Polícia Civil em direção a quatro localidades do Estado
Operação partiu da Cidade da Polícia Civil em direção a quatro localidades do Estado Foto: Paulo Nicolella / Agência O Globo

​O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), realiza, na manhã desta sexta-feira, uma operação de combate ao crime organizado na capital carioca, em Nova Iguaçu, em Paracambi e em presídios do estado.

A operação saiu às 5h da Cidade da Polícia Civil, no Jacarezinho, Zona Norte do Rio, com cerca de 30 viaturas e apoio do caveirão.

A ação é feita com o apoio das Divisões de Homicídios da Capital(DH-Capital), Baixada Fluminense (DHBF), e, Niterói, Itaboraí e São Gonçalo(DHNISG). A Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE-PC) também integra a ação.

O delegado responsável pela operação é Giniton Lages, titular da DH-Capital. Segundo ele, estão emitidos mandados de busca, apreensão e prisão.

Fonte: Extra

Motorista de caminhão é feito refém durante roubo de carga na Ceasa

Militares recuperam carga roubada na Avenida Brasil
Militares recuperam carga roubada na Avenida Brasil Foto: Divulgação

Um motorista de caminhão, que transportava 24 pallets de salsicha, foi feito refém na tarde desta terça-feira quando aguardava a escolta no pátio de estacionamento da Ceasa, em Irajá, na Zona Norte. De acordo com o comando Militar do Leste, o motorista do caminhão foi abordado por um homem armado, que o fez seguir um veículo de passeio pela Avenida Brasil até o local onde descarregariam o material.

No meio do caminho, o criminoso avistou um posto de bloqueio das forças do Exército e acabou descendo do caminhão e embarcando no veículo que fazia a escolta, deixando pra trás toda a carga. Os criminosos fugiram. Ainda de acordo com o CML, o motorista parou no posto e informou ao comandante da tropa sobre o ocorrido. Não houve confrontos e até o momento, ninguém foi preso.

Nesta terça-feira, as forças de segurança realizam uma operação para coibir o roubo de cargas em estradas que cortam o Rio. Equipes das Forças Armadas, da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fazem blitzes em pontos considerados estratégicos.

Os agentes montam barreiras em trechos selecionados da BR-116, da BR-040, da BR-101, da BR-465, da RJ-101, da Avenida Brasil e do Arco Metropolitano. Na Avenida Brasil, há movimentação de militares nas proximidades da Vila Kennedy, na Zona Oeste da cidade — comunidade considerada “modelo” da intervenção federal na segurança do Rio.

 

Fonte: Extra

Roubos de veículos e de cargas caem em maio, mas autos de resistência aumentam

Carga suína recuperada pela Polícia Militar no começo do mês de maio
Carga suína recuperada pela Polícia Militar no começo do mês de maio Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Globo

O roubo de veículos e de cargas apresentaram queda em maio deste ano, de acordo com números do Instituto de Segurança Pública (ISP), conforme adiantou na última quarta-feira o general Walter Braga Netto. Segundo o ISP, em maio deste 4.382 veículos foram roubados no estado, o que representa uma diminuição de 5% em relação a maio do ano passado. Em relação a abril de 2018, foram 275 ocorrências a menos. No caso dos roubos de cargas, foram 752 ocorrências no estado em maio, 488 a menos do registrado no mesmo período do ano anterior ou uma redução de 39%. Em relação a abril deste ano foram 140 ocorrências a menos.

Em nota, o ISP ressalta que a greve dos caminhoneiros não afetou a queda no índice de roubos de cargas. De acordo com o instituto, “os números deste delito já vinham apresentando queda de cerca de 15% nas duas primeiras semanas de abril comparadas com as duas primeiras semanas de maio, por isso, ainda que tenha contribuído para a queda em maio, a greve dos caminhoneiros por si só não justifica a queda nos casos de roubo de carga”.

Já o índice de letalidade violenta, decorrentes de oposição à intervenção policial, registraram um aumento de 46% quando comparado com maio de 2017. Foram 142 mortes neste ano e 97 no mesmo período em 2017. A elevação ocorreu em todas as regiões do estado. Na Baixada saltou de 27 para 48. Na capital, de 52 para 58. Já na Grande Niterói, os números pularam de 13 para 22, e no interior, de 5 para 14.

Em relação ao mês anterior, abril, foram 41 vítimas a mais. O indicador estratégico de letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial) registrou um aumento de 33 vítimas no estado em maio de 2018. Foram registradas 576 vítimas de letalidade violenta no mês, um aumento de 6%. No entanto, em relação ao mês de abril, foram 16 vítimas a menos.

Na comparação entre abril e maio deste ano, os autos de resistência também aumentaram. Foram 41 casos a mais em maio, ante os 101 do mês anterior. Os roubos de rua subiram 7%, passando de 11.057 para 11.861. Se comparado o acumulado entre janeiro e maio, houve uma elevação de 14% no total de roubos em todo o estado. Maio registrou 102.264 roubos, uma média de 137 vítimas por hora. No mesmo período, os autos de resistência cresceram 25,4%, saltando de 483 para 606.

Maio foi especialmente complicado no interior do estado. Foi a única região onde os índices de homicídio doloso e letalidade violenta elevaram. No primeiro caso, o mês fechou com 146 casos, 40 a mais que maio de 2017. Já o índice de letalidade violenta (o somatório entre homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial) cresceu 42,9%. Os roubos de carros aconteceram mais no interior, que passou de 222 para 279, e na grande Niterói, que registrou uma elevação de 147 casos em números absolutos (695 em maio de 2017 e 842 em maio de 2018).

A intervenção federal na segurança do estado teve início em 16 de fevereiro. Na quarta-feira, o general interventor da Segurança do Rio, Walter Braga Netto, comemorou os resultados. E explicou o aumento do índice de letalidade violenta.

— Começamos a entrar com uma força maior. Num primeiro momento, a marginalidade continuou enfrentando. Por isso, houve o aumento da letalidade. A tendência é diminuir, porque eles não vão continuar enfrentando — argumentou o general.

 

Fonte: Extra

Queimados, RJ, tem maior taxa de mortes violentas no Brasil, diz estudo

Dados do Atlas da Violência são referentes ao ano de 2016. Conceito de mortes violentas envolve a soma de agressões, intervenções legais e mortes violentas com causa indeterminada


Atlas da Violência 2018: municípios mais e menos violentos do país   (Foto: Claudia Ferreira / G1)

Atlas da Violência 2018: municípios mais e menos violentos do país (Foto: Claudia Ferreira / G1)

 

Um estudo divulgado nesta sexta-feira (15) mostra que Queimados, na Baixada Fluminense, é o município brasileiro que teve a maior taxa de mortes violentas em 2016. Foram 134,9 a cada 100 mil habitantes, segundo o levantamento do “Atlas da Violência 2018: políticas públicas e retratos dos municípios”.

De acordo com o estudo, o conceito de mortes violentas envolve a soma de agressões, intervenções legais e mortes violentas com causa indeterminada, tomando como referência o município de residência da vítima.

O levantamento foi feito nos municípios com população superior a 100 mil habitantes. Os números foram analisados por pesquisadores do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública com base nos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS).

O município de Japeri, na Baixada Fluminense, também teve uma das taxas mais altas do país: foram 95,5 casos de homicídios e mortes violentas com causa indeterminada a cada 100 mil habitantes.

Entre os 123 municípios que respondem por 50% das mortes violentas no país, 18 são do Rio de Janeiro.

Entre os 123 municípios que respondem por 50% das mortes violentas no país, 18 são do RJ (Foto: Cláudia Peixoto / Arte G1)

 

Entre os 123 municípios que respondem por 50% das mortes violentas no país, 18 são do RJ (Foto: Cláudia Peixoto / Arte G1)

RJ é o estado que registrou mortes por intervenção policial

 

No início de junho, dados do Atlas da Violência 2018 também mostraram que o Rio de Janeiro foi o estado da Federação que mais registrou mortes decorrentes de intervenções policiais – os “autos de resistência”, termo hoje em desuso. Foram 3.301 óbitos nessas condições entre 2006 e 2016, ou um a cada 30 horas.

Pior taxa em dez anos

De 2006 a 2016, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, 62.136 pessoas foram mortas no Estado do Rio. Em números absolutos, o RJ só perde para SP, mas aparece como o 13º mais violento quando se comparam as taxas por 100 mil habitantes.

De acordo com o coordenador da pesquisa, Daniel Cerqueira, o Estado do Rio de Janeiro acompanha uma tendência nacional de aumento do número de casos de homicídios.

“É um processo que já vem da década de 80, quando [a taxa] cresceu com grande intensidade; ela diminuiu nos anos 90 e 2000 e nos últimos quatro ou cinco anos toma de novo um impulso. Nos últimos dez anos, a taxa de homicídios cresceu 14% ao anos”, explicou Daniel.

A pesquisa destaca que problemas relacionados à corrupção no estado, além da falta de investigações e deficiências na formação dos agentes, agravariam a situação.

Fonte: G1

Casal morto por bandidos em fuga será enterrado hoje

Deise Tarquínio da Silva, de 32 anos, e o cabo da PM Thiago Abraão Lopes da Silva, 33, serão sepultados no Cemitério Jardim da Saudade

O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga
O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga – Reprodução

 

O sonho de Deise Tarquínio da Silva, de 32 anos, de ter um segundo filho com o cabo da PM Thiago Abraão Lopes da Silva, 33 — lotado na UPP de Manguinhos — foi interrompido por uma tragédia no final da madrugada de quinta-feira. O casal, que havia acabado de sair de um bar, morreu atropelado por um carro, em que estavam três suspeitos, durante uma perseguição policial no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Deise, que estava grávida de dois meses, e o militar chegaram a serem socorridos e levados ao Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resistiram aos ferimentos. O casal será velado lado e lado e serão enterrados às 15h30 no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Um terceiro morto foi identificado como Deividson Luiz Moreira do Nascimento, 19. De acordo com a Polícia Civil, ele estava no carro perseguido pelos policiais militares do 15º BPM (Duque de Caxias).

Juntos há alguns anos, Deise gostava de postar nas redes sociais fotos com o companheiro. Os dois deixam dois filhos. Uma filha de Thiago de 9 anos — do primeiro casamento. E um menino de apenas 3 anos que é filho das duas vítimas. Na internet, amigos e parentes lamentaram a tragédia.

Na quinta, horas após a morte do filho e da nora, Sidnei Marcus Silva, 54, fez duras críticas ao governo estadual e a falta de estrutura dada à PM. O pai do cabo da PM, que mora em Rio das Ostras, disse que insistia ao filho para ele pedir a transferência para a cidade da Região dos Lagos. A mãe do policial está a base de remédios e a avó não sabe da morte do neto. “Ele era a paixão dela”, disse.

O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga
O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga – ReproduçãO sonho de Deise Tarquínio da Silva, de 32 anos, de ter um segundo filho com o cabo da PM Thiago Abraão Lopes da Silva, 33 — lotado na UPP de Manguinhos — foi interrompido por uma tragédia no final da madrugada de quinta-feira. O casal, que havia acabado de sair de um bar, morreu atropelado por um carro, em que estavam três suspeitos, durante uma perseguição policial no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Deise, que estava grávida de dois meses, e o militar chegaram a serem socorridos e levados ao Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resistiram aos ferimentos. O casal será velado lado e lado e serão enterrados às 15h30 no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Um terceiro morto foi identificado como Deividson Luiz Moreira do Nascimento, 19. De acordo com a Polícia Civil, ele estava no carro perseguido pelos policiais militares do 15º BPM (Duque de Caxias).

Juntos há alguns anos, Deise gostava de postar nas redes sociais fotos com o companheiro. Os dois deixam dois filhos. Uma filha de Thiago de 9 anos — do primeiro casamento. E um menino de apenas 3 anos que é filho das duas vítimas. Na internet, amigos e parentes lamentaram a tragédia.

Na quinta, horas após a morte do filho e da nora, Sidnei Marcus Silva, 54, fez duras críticas ao governo estadual e a falta de estrutura dada à PM. O pai do cabo da PM, que mora em Rio das Ostras, disse que insistia ao filho para ele pedir a transferência para a cidade da Região dos Lagos. A mãe do policial está a base de remédios e a avó não sabe da morte do neto. “Ele era a paixão dela”, disse.

 

Fonte: O Dia

Estudo da PM mostra que violência contra policiais apenas em 2017 custará R$ 35 milhões ao Estado

Cabo Braga, que perdeu a pena em operação policial, abraça seu filho.
Cabo Braga, que perdeu a pena em operação policial, abraça seu filho. Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Vila Cruzeiro, Complexo da Penha, 8h da manhã de 11 de janeiro de 2017. Numa emboscada, o grupo tático da UPP é atacado a tiros. O cabo Braga é o primeiro a descer do carro. Em segundos, uma granada explode perto de seu corpo. Ele é arremessado a quatro metros de altura. Quando tenta se levantar, percebe que perdeu a perna esquerda.

No meio do tiroteio entre policiais e traficantes, Braga é socorrido e levado para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha. Sofre três paradas cardíacas e precisa de dez bolsas de sangue. Apesar disso, quando se lembra daquele dia, o cabo, que prefere não ter o nome completo divulgado, se considera um homem de sorte: não se tornou mais um dos 28 policiais militares mortos em serviço no ano passado.

Uma perda que não é medida pela Polícia Militar apenas em vidas e famílias destruídas. Um estudo feito pela corporação mostra que a violência cometida contra esses PMs, durante o tempo que teriam de atividade profissional, custará em pensões R$ 35 milhões ao Estado. Um preço que o governo paga pela sua própria incapacidade de reduzir a criminalidade.

O estudo, produzido pela Diretoria de Assistência Social (DAS) da PM e obtido pelo EXTRA, mede os custos para os cofres do estado do que define como uma “guerra urbana”. Nos últimos 24 anos, foram 3.397 policiais mortos, e outros 15.236 feridos.

— Sem falar na perda imensurável na questão humana, a PM diminui cada vez mais seu efetivo policial e gera um rombo no investimento ainda maior — afirma o coronel Fábio Cajueiro, responsável pela DAS.

O oficial explica que o cálculo foi feito com base no salário que a família de cada policial receberá no tempo restante que o PM teria de serviço. Ou seja, caso o agente tenha morrido com apenas cinco anos de corporação, o cálculo multiplica os 25 anos restantes para a aposentadoria por 13 (referente aos 12 meses de salário somado ao 13º) e, por fim, pelo salário mensal.

Dessa forma, a morte de um soldado no seu quinto ano de atividade policial representará para a corporação cerca de R$ 1,3 milhão. Sem reforçar a segurança do estado. Ao ser morto em serviço, o PM recebe um soldo acima do cargo hierárquico em que estava: o soldado utilizado como exemplo receberá como cabo.

— É importante frisar que estamos apresentando um cálculo que leva em consideração apenas os salários, sem os demais custos que existem. É um número assustador que só vem crescendo — conta Cajueiro.

Além do cálculo baseado nas mortes do ano passado, o estudo realizou um levantamento sobre o custo de cada policial afastado em razão de ferimentos por armas de fogo. No total, foram levados em conta 255 policiais entre os 784 feridos em 2017. O valor final se aproxima dos R$ 3,5 milhões. Nesse caso, o cálculo considera os dias afastados de serviço de cada PM.

Agora reformado por invalidez, o cabo Braga não entra nos cálculos do DAS. O policial agora leva seus dias tentando melhorar as condições para os companheiros de farda que mais precisam. Ele faz parte da Comissão de Valorização de Veteranos Mortos e Feridos da PM.

— Infelizmente, a situação só piora. E com as perdas constantes, há uma menor qualidade de equipamentos, meios de prevenção, treinamentos e auxílios aos profissionais — lamenta Braga.

A VIDA EM FAMÍLIA

A vida do policial mudou por completo desde que sofreu o ferimento. Ele é faixa preta em taekwondo e tinha um projeto social de artes marciais gratuito no Morro São João, no Engenho Novo. O projeto deu certo e conseguiu atingir mais de 200 jovens, mas durou apenas dois anos. Teve de ser encerrado pelo crescimento da criminalidade na região.

— Eu perdi minha melhor perna de chute. Agora, não posso mais fazer algo que tinha paixão. Mal posso me locomover pela cidade, na verdade. O Rio não é preparado para os deficientes — comenta o cabo.

O PM conta que apenas percebeu a falta que faria para o filho quando estava deitado na cama do hospital, com a perna amputada e correndo risco de vida. A família decidiu por preservar a notícia da criança enquanto a visita no hospital não era possível. Braga contou com o apoio de sua esposa e de sua família durante todos os momentos difíceis.

— Escondemos durante uns dias. Minha esposa e minha família foram essenciais. Mas, quando vi meu filho, não aguentei. Ele me deu um abraço e ficamos chorando juntos. Eu não tinha chorado até ali. Foi o momento da minha derrocada pessoal.

O filho de apenas quatro anos nasceu após Braga estar há dois anos na corporação. Ao contrário dos conselhos que escutava dos companheiros, não diminuiu o ritmo de trabalho:

— Eu queria dar ao meu filho uma vida mais tranquila. Achava que, para tornar a sociedade melhor, precisava ir além.

Apesar da pouca idade, o filho tenta não chorar mais na frente do pai. Ainda não há uma noção total da dificuldade que Braga tem com a perda da perna. No entando, a admiração não foi abalada pelo acidente e gera até brincadeiras.

— Ele brinca comigo, pula num pé só. Mas ao mesmo tempo dá conselho: “pai, toma cuidado para os bandidos não tirarem sua outra perna”. Ele não entende tudo, mas tem a preocupação — compartilha o cabo.

MORTES PRECOCES SÃO ALARMANTES

Entre os dados apresentados pelo estudo, há o tempo de atividade dos policiais mortos em serviço no ano passado. Cerca de um terço dos PMs morreram quando tinham no máximo 5 anos de corporação.

— De infeliz destaque, há um soldado que só teve dois anos trabalhando na Polícia Militar. Uma vida tão nova já sendo retirada pelo crime e deixando de servir a corporação pelos próximos 28 anos. É uma perda imensurável — afirma Cajueiro.

Outro número também chama atenção entre os mais novos. Em 2017, o afastamento psiquiátrico gerou um gasto superior a R$ 28 milhões. Cerca de 58% dos licenciados estão nos primeiros dez anos de serviço.

— Esses policiais podem acabar retornando, mas não temos como saber. São uma perda em relação ao pessoal disponível no efetivo policial e uma perda para toda a sociedade. São humanos afetados pela guerra em que vivemos — completou o coronel.

RESULTADOS E PROPOSTAS

A Diretoria de Assistência Social trouxe propostas de prevenção com base nos dados levantados. De acordo com o estudo, o custo com os salários e seguros de mortos em feridos foi de R$ 208 milhões no ano passado.

A blindagem dos carros é posta em pauta como principal precaução. Com base nos números citados, o custo da blindagem 3A (proteção para os calibres 22, 38, 9mm e Magnum 375 e 44) das 3.000 viaturas no estado do Rio seria de 50% do valor gasto em 2017 com as perdas.

— O ideal é que haja um olhar especial para a prevenção. Seja nas blindagens, coletes balísticos e leis mais rigídas — afirma o cabo Braga.

 

Fonte: Extra

Um suspeito é morto e seis são presos durante operação policial na Zona Oeste

Motos roubadas apreendidas nas comunidades da Zona Oeste Foto: Diovulgação/PMERJ

Um suspeito morreu e seis foram presos durante uma operação do 27º BPM (Santa Cruz) e do 14º BPM (Bangu) nas comunidades do Rola e do Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo a Polícia Militar, durante a entrada das equipes na localidade da Gerdau, criminosos armados atiraram contra os policiais e houve confronto.Um suspeito foi atingido e socorrido para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, porém não resistiu aos ferimentos.

Drogas e arma apreendidas na Zona Oeste
Drogas e arma apreendidas na Zona Oeste Foto: Diovulgação/PMERJ
Outros seis criminosos foram presos em diversos pontos das duas comunidades. Foram apreendidas três pistolas (uma delas com o criminoso que morreu), carregadores, farta quantidade de entorpecentes, e componentes para endolação.O material apreendido ainda está sendo contabilizado. Também foram recuperadas 19 motocicletas roubadas. Após o fim dos confrontos, os presos e o material apreendido foram conduzidos para 36ª DP (Santa Cruz).

 

Fonte: Extra

Polícia faz nova operação no Morro da Babilônia

Segundo PM, não houve confronto e ninguém foi preso na ação

Operação no Morro da Babilônia
Operação no Morro da Babilônia – Divulgação / PM

 

Policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) realizaram uma nova operação na região de mata do Morro da Babilônia, no Leme, Zona Sul do Rio, durante a manhã deste sábado. De acordo com a Polícia Militar, em um ponto alto da comunidade, as equipes encontraram uma mochila com quatro carregadores de fuzil, dois radiotransmissores, munições de calibres variados e drogas.

Ainda segundo a corporação, não houve confronto e ninguém foi preso na ação. Nesta sexta-feira, um tiroteio intenso e histórico fez com que o bondinho do Pão de Açúcar interrompesse suas atividades por questões de segurança pública. O aeroporto Santos Dumont também suspendeu as operações durante 15 minutos, por causa dos tiros. A causa foi um conflito entre policiais militares e traficantes. Os bandidos usaram o Costão da Urca como rota de fuga, mas foram cercados pela PM na Praia Vermelha.

 

Fonte: O Dia

Preso suspeito de assaltar e balear motociclista que filmou o crime, no Rocha

Felipe de Souza Valeriano, 19 anos, foi preso por policiais da 25ª DP Foto: Reprodução

Policiais da 25ª DP (Engenho Novo) prenderam, na madrugada desta terça-feira, Felipe de Souza Valeriano, de 19 anos. De acordo com o delegado Fábio Asty, titular da delegacia, ele é um dos bandidos que assaltaram Luís Carlos dos Santos Pérez, de 58 anos, no bairro do Rocha, na Zona Norte do Rio, no último dia 15. Na ocasião, a vítima, que teve a moto roubada, filmou o crime com uma câmera acoplada no capacete.

Ainda segundo Asty, a prisão foi possível após ações de monitoramento de inteligência. Felipe tem cinco passagens por roubo, furto e porte ilegal de arma e será encaminhado um presídio. As investigações, agora, continuam com o objetivo de prender o outro suspeito do crime, Franklin Maia Oliveira André, o FK.

Felipe, quando estava apontando a arma para a vítima
Felipe, quando estava apontando a arma para a vítima Foto: Reprodução de vídeo

O crime foi na Avenida Marechal Rondon. A dupla — que estava numa moto roubada — rendeu Luiz com uma pistola. Mesmo após o motociclista ter entregado o veículo, ele foi agredido a coronhadas por Felipe. O bandido, em seguida, atirou e acertou a vítima numa das pernas.

A polícia agora procura Franklin, o FK
A polícia agora procura Franklin, o FK Foto: Divulgação

No dia seguinte ao crime, agentes da 25ª DP fizeram uma operação no Morro do São João, no Engenho Novo, e recuperaram a moto roubada. Felipe e Franklin foram identificados logo em seguida e tiveram a prisão decretada pela Justiça.

Fonte: Extra

Milicianos Natalino e Jerominho serão julgados em outubro por tentativa de homicídio

Natalino e Jerominho durante julgamento em 2012
Natalino e Jerominho durante julgamento em 2012 Foto: Bruno Gonzalez

Os milicianos Natalino José Guimarães, Jerônimo Guimarães Filho e Luciano Guinâncio Guimarães serão julgados no dia 18 de outubro deste ano por uma tentativa de homicídio contra o motorista de van Rodrigo Silva da Costa, em junho de 2005, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A sessão foi marcada pelo juiz Alexandre Abrahão, do 3º Tribunal do Júri da capital, no último dia 2. Os três serão levados a júri popular.

De acordo com a denúncia do Ministério Público estadual, Natalino e Jerominho, apontados como líderes da maior milícia da Zona Oeste do Rio à época, foram os mandantes do crime. Já Luciano, filho de Jerominho, é acusado de ter ajudado a planejar a execução.

Rodrigo foi baleado quando passava com sua Kombi pela Estrada do Mendanha, perto da Avenida Brasil. A vítima conseguiu sobreviver ao ataque. Leandro Paixão Viegas, conhecido como Leandrinho Quebra-Ossos, foi acusado de ser o executor do crime, mas acabou absolvido em sessão de julgamento ocorrida em 26 de outubro de 2016. Ainda de acordo com a denúncia do MP, o crime teria sido cometido por causa da disputa pelo controle dos transportes alternativos na Zona Oeste do Rio.

Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, também é acusado de planejar a morte de Rodrigo e ainda será levado a júri popular. No entanto, ainda não há data para a sessão.

Jerominho e Luciano estão presos numa das unidades prisionais do Rio. A Secretaria de Administração Penitenciária não informou qual delas. Já Natalino e Batman estão em presídio federal . Leandrinho Quebra-Ossos está solto desde setembro do ano passado, quando conseguiu o benefício do livramento condicional.

 

Fonte: Extra

Avião da FAB cai às margens da Rio-Santos

Aeronave sofreu pane após decolar da Base Aérea de Santa Cruz

 

Queda de avião da FAB espalhou extensa fumaça preta na região do acidente
Queda de avião da FAB espalhou extensa fumaça preta na região do acidente – Reprodução

 

Um avião da Força Aérea Brasileira caiu às margens da Rodovia Rio-Santos, na manhã desta quinta-feira, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo informações divulgadas pela FAB, por volta das 07h40, uma aeronave de modelo F-5 Tiger, 1º Grupo de Aviação de Caça, sofreu uma pane logo após decolar da base aérea Ala 12, que fica no mesmo bairro.

Ainda de acordo com a FAB, a tripulação que ocupava o jato fazia um voo de treinamento quando detectou uma falha. O piloto e o copiloto conseguiram se ejetar antes que o avião atingisse o solo. O caça caiu em uma área desabitada e não causou nenhum dano material.

Em nota, a Força Aérea informou que os militares foram resgatados e levados para o hospital da FAB, onde receberam os devidos cuidados médicos. Uma equipe foi acionada ao local para apurar o que teria causado o acidente.

 

Fonte: O Dia

Sequência de fotos mostra reação de lutadora de MMA contra homem suspeito de importunação sexual em praia no RJ


Suspeito de abuso sexual é surpreendido por reação de lutadora de MMA em Cabo Frio, no RJ — Foto: Suellen Alva/arquivo pessoal

 

Uma sequência de fotos inéditas mostra a reação da lutadora de MMA (artes marciais mistas), Joice Vieira, contra um homem suspeito de importunação sexual em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio.

O caso aconteceu na Praia das Dunas na segunda-feira (8), quando Joice realizava um ensaio fotográfico, ao lado de Suellen Alva, que registrou a sequência das imagens.

“Eu não sei o que ia acontecer, se a Joice não tivesse nos protegido”, contou Suellen ao G1.

A fotógrafa disse que estava distraída vendo o resultado das fotos, com Joice ao seu lado, quando elas se depararam com o homem se masturbando.

“Quando eu olhei, o homem estava bem próximo da gente, a menos de 2 metros, se masturbando e fazendo gestos e gemidos. Ele estava fazendo isso friamente. Eu fiquei pasma, a Joice falou pra ele guardar e ele disse ‘Não gostou não? Vem cá que eu vou te mostrar mais'”, contou Suellen.

Suellen revelou que o homem foi tentando se aproximar mais e não se intimidou.

“Ou ele ia ejacular na gente ou ia nos tocar”, afirmou.

Homem conseguiu fugir após confronto com lutadora de MMA em Cabo Frio, no RJ  — Foto: Suellen Alva/ Arquivo Pessoal

Homem conseguiu fugir após confronto com lutadora de MMA em Cabo Frio, no RJ — Foto: Suellen Alva/ Arquivo Pessoal

 

Joice explicou ao G1 que quando viu ele se aproximando, nem pensou direito, só reagiu. O confronto entre ela e o homem foi separado por adolescentes que estavam no local.

As vítimas informaram que o homem conseguiu fugir e Joice tentou ir atrás dele e chamar a polícia, mas não conseguiu detê-lo.

“Até agora, vem a cena na minha cabeça da situação do que ele tava fazendo. Eu não tenho um sentimento para explicar, é surreal isso, é fora da realidade. São muitos sentimentos juntos, é coisa de desprezo, nojo, raiva”, desabafou Joice.

As vítimas contam que saíram da praia e foram direto para a Delegacia da Mulher em Cabo Frio (Deam), onde o caso foi registrado como importunação sexual.

A polícia informou que diligências estão sendo realizadas em buscas do suspeito.

G1 tenta localizar o homem para ouvir sua defesa. O perfil dele foi apagado da rede social após o ocorrido.

Fonte: G1

Bandidos levam mesa da estátua de Noel Rosa, em Vila Isabel

Ladrões roubem mesa da estátua de Noel Rosa em Vila Isabel

Ladrões roubem mesa da estátua de Noel Rosa em Vila Isabel

 

A escultura de Noel Rosa desaparece aos poucos em Vila Isabel. Bandidos levaram a mesa da escultura do compositor, localizada na Avenida 28 de setembro, a principal do bairro.

Segundo moradores, parte de uma das cadeiras, que também faz parte da obra, também foi levada por assaltantes.

O Bom Dia Rio procurou a Secretaria Municipal de Conservação – segundo o órgão, o caso será registrado em delegacia. O órgão informou, ainda, que fará uma licitação para substituir a peça.

Inaugurada em 1996, a estátua de Noel Rosa é um dos marcos bairro.

Fonte: G1

‘Sob pressão e sob forte emoção, ocorrem erros dessa natureza’, diz Mourão sobre fuzilamento de carro por militares no Rio


O vice-presidente Hamilton Mourão comentou nesta sexta-feira (12), em entrevista à rádio CBN, ação do Exército que culminou na morte do músico Evaldo dos Santos Rosa — Foto: Luisa Gonzalez/Reuters

O vice-presidente Hamilton Mourão comentou nesta sexta-feira (12), em entrevista à rádio CBN, ação do Exército que culminou na morte do músico Evaldo dos Santos Rosa — Foto: Luisa Gonzalez/Reuters

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira (12), em entrevista à Rádio CBN, que “sob forte pressão e sob forte emoção” ocorrem “erros” como a ação de militares do Exército que fuzilou, no Rio de Janeiro, o carro do músico Evaldo dos Santos Rosa.

O músico morreu no último domingo (7) quando o carro que dirigia foi alvo de pelo menos 80 tiros de fuzil disparados por soldados do Exército. Os militares dizem que confundiram o carro com o de criminosos. O delegado responsável pelo caso afirmou que “tudo indica” que o Exército fuzilou o carro da família do músico por engano.

Exército prende 10 militares envolvidos em execução de músico no Rio

Exército prende 10 militares envolvidos em execução de músico no Rio

Ao ser entrevistado nesta sexta-feira pela CBN, o vice-presidente foi indagado sobre sua “avaliação” a respeito do caso e o que poderia ser feito para evitar mortes similares.

Ao responder, Mourão disse que os tiros “foram péssimos”, já que, segundo ele, se tivessem a “devida precisão”, a tragédia teria sido “pior” e não teria sobrevivido ninguém. Familiares de Evaldo Santos Rosa que estavam no veículo na hora da abordagem dos militares conseguiram sobreviver.

As cinco pessoas que estavam no carro baleado iam para um chá de bebê: Evaldo, a esposa, o filho de 7 anos, o sogro Sérgio (padrasto da esposa) e outra mulher. Sérgio foi baleado nos glúteos. A esposa, o filho de 7 anos e a amiga não se feriram. Um pedestre que passava no local também ficou ferido ao tentar ajudar.

“Houve uma série de disparos contra o veículo da família. Você vê que só uma pessoa foi atingida, então, foram disparos péssimos. Porque se fossem disparos controlados e com a devida precisão, não teria sobrado ninguém dentro do veículo. Seria pior ainda a tragédia”, afirmou o vice-presidente.

“Sob pressão e sob forte emoção, ocorrem erros dessa natureza”, acrescentou Mourão.

Dez militares do Exército chegaram a ser presos por suspeita de envolvimento na morte de Evaldo, porém, o soldado Leonardo Delfino obteve liberdade provisória porque, segundo os depoimentos, ele não atirou contra o carro do músico.

Nos depoimentos, os nove militares que ainda estão presos admitiram ter atirado contra o veículo onde estava Evaldo e a família dele e disseram que se confundiram com o veículo de assaltantes.

O vice destacou que um inquérito foi aberto para apurar o caso e, se comprovada a culpa dos militares do Exército, eles serão julgados “na forma da lei”.

“Isso aí está sendo investigado, foi aberto um inquérito policial-militar devido, aqueles que forem culpados, a gente já sabe que tem um oficial que é o comandante da tropa, toda situação dessa natureza o responsável é o comando, o primeiro responsável”, enfatizou.

“A gente não tem a mínima dúvida que, uma vez comprovada a culpabilidade dos militares que integravam aquela patrulha, eles serão submetidos ao julgamento e condenados na forma da lei, se for o caso.”

‘Lamentável incidente’

Ao longo da semana, outros integrantes do governo federal também comentaram o fuzilamento do carro do músico no Rio. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, classificou o fato como um “lamentável incidente” e disse que as Forças Armadas vão apurar “até as últimas consequências”.

“Lamentável incidente. Agora, foi um incidente, vamos apurar e cortar na própria carne, como estamos fazendo agora”, declarou Azevedo e Silva na quarta-feira (10) na Câmara dos Deputados.

Em entrevista ao programa Conversa com Bial, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, classificou o episódio de “um incidente bastante trágico”.

“Foi um incidente bastante trágico. O que eu vi, porém, é que, de imediato, o Exército começou a apurar esses fatos e tomar as providências que foram cabíveis. Afastou lá parte dos envolvidos. Submeteu eles a prisão. E tem que apurar, né, se houve ali… Os fatos vão ser esclarecidos… Se houve ali um incidente injustificável em qualquer espécie, o que aparentemente foi o caso”, disse Moro.

O ministro da Justiça também disse “as pessoas têm que ser punidas”, porém, “lamentavelmente esses fatos podem acontecer”.

“Não se espera. Não se treina essas pessoas para que isso aconteça. Mas, tendo acontecido, o que conta é o que as autoridades fazem a esse respeito, quais são as providências tomadas. E o Exército está tomando as providências cabíveis.”

Fonte: G1

Praça Seca: polícia investiga união ‘5.3 ‘

Milícia faz aliança com tráfico de drogas para dominar comunidades das zonas Norte e Oeste

 

Flagrante feito ontem mostrou milicianos na Rua Cândido Benício

Flagrante feito ontem mostrou milicianos na Rua Cândido Benício – reprodução

 

Um áudio obtido pelo MEIA HORA revela bastidores de uma disputa entre criminosos que têm como objetivo dominar uma região que envolve bairros das zonas Norte e Oeste do Rio. Uma aliança formada entre milicianos e traficantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP) está por trás dos intensos confrontos na Praça Seca. Nomeada de “5.3” — cinco em referência aos paramilitares e três ao tráfico —, a fusão visa ocupar um território hoje dominado pelo Comando Vermelho (CV). Em nota, a Polícia Civil se limitou a dizer que investiga a disputa territorial na área.

Em uma das mensagens, supostamente atribuída ao traficante Lacosta, que domina a venda de drogas em Madureira, na Zona Norte, ele ameaça os rivais e faz críticas aos roubos na região como forma de ganhar a simpatia dos moradores: “Vai acabar essa palhaçada toda, bunda de caqui. Tá pensando que vocês vai (sic) ficar nesse vandalismo aí? E querer ficar roubando? Trabalhador compra um telefone caro pra c… e vocês vai (sic) e rouba o telefone do trabalhador?”, questiona.

Em outra mensagem, o traficante manda recado aos comerciantes e fala como se fosse um ‘empresário’ do crime. “Peço até desculpas aos comerciantes de Madureira, que, infelizmente, com essa balaiada toda, a venda dá uma caída. Certo? A gente é empresário, sabe como é que é”.

Em seguida, ameaça expulsar os rivais. “Nós vai (sic) acabar com essa porra e banir vocês daqui. Da Polícia? Estado? A gente sempre vai correr mesmo e se esconder igual rato. A gente corre até de Guarda Municipal… a gente não quer ganhar do Estado, não, filho. Mas com vocês nós vai (sic) pra dentro com força, porque vocês vai (sic) ser banido dessa porra aí”.

Linha 306 não circula aos domingos

Segundo um relatório divulgado pelo aplicativo Fogo Cruzado, a Praça Seca foi o bairro do Rio que mais registrou tiroteios em março deste ano. Foram, ao todo, 46 ocorrências, o que corresponde a 10% dos registros do Grande Rio. Moradores relatam que o cenário inseguro nos últimos meses alterou o funcionamento até da linha 306 (Praça Seca x Castelo), que não circula mais aos domingos e nas noites de sábado, além de ter modificado o itinerário perto do ponto final em Jacarepaguá. Em nota, o consórcio Transcarioca informou que vai apurar as possíveis mudanças e disse que a operação nos últimos dias vem sendo prejudicada devido à insegurança na região.

Witzel: ‘Projeto das UPPs’

Há pelo menos dois meses, milicianos cobram uma taxa de moradores de comunidades e, também, do asfalto em bairros como Praça Seca, Campinho e Vila Valqueire, na Zona Oeste. Os boletos têm preço fixo de R$ 70 e a cobrança é feita em duas etapas: primeiro, o grupo paramilitar passa com a nota de pagamento e, depois, retorna para cobrar. Ontem, o governador Wilson Witzel (PSC) afirmou que a polícia vai ocupar a Praça Seca para acabar com essa disputa por territórios: “Esses terroristas dominam aquela região e dificultam o trabalho da polícia. Estamos agindo para fazer um cerco e realizar prisões, com intuito de iniciar uma ocupação. Nós não abandonamos o projeto das UPPs. Vamos atuar com mais força”.

 

Fonte: O Dia

Milicianos da Praça Seca criaram esquema de ‘boletos’ para cobrar por segurança

Taxa solicitada por paramilitares seria de R$ 70 reais por casa nas comunidades da região

 

Boleto do crime tem informações para identificar responsável por cada imóvel

Boleto do crime tem informações para identificar responsável por cada imóvel – Reprodução da Internet

 

A segurança de quem mora na região da Praça Seca agora tem preço fixo: R$ 70. Há pelo menos dois meses, milicianos vem cobrando a taxa de moradores de comunidades e, também, do asfalto de Jacarepaguá, na Zona Oeste. Segundo relatos, o grupo paramilitar realiza a cobrança em duas etapas: primeiro passa com o nota de pagamento e, em seguida, retorna para cobrar o valor. A visita para o recebimento é sempre feita durante a noite por milicianos armados.

“Nós não temos mais sossego. É gás, é internet e agora é isso. Eles vem com fuzil e falam o seu nome. Não te ameaçam diretamente, mas deixam implícito o que pode acontecer se você se rejeitar a pagar. Conheço várias pessoas que ‘abandonaram’ suas casas por causa dos milicianos”, comenta um morador ao DIA, que preferiu não se identificar.

No registro do comprovante que circula pelas redes sociais, aparece o nome do proprietário do imóvel, endereço, valor e o mês de cobrança. De acordo com relatos, alguns comerciantes chegam a pagar taxas R$ 6 mil para manter seu negócio funcionando. “Tem gente que não está conseguindo manter o seu negócio. Com um fluxo de clientes na região só caindo, isso se torna ainda mais absurdo”, comenta outro morador.

Hoje, o grupo paramilitar que disputa o comando de mais áreas com o tráfico já controla as comunidades do Morro do Barão, Chacrinha, Campinho, Fubá e Jordão. Nos últimos dois dias, o conflito entre os dois grupos de criminosos vem se intensificando nas comunidades da Praça Seca e região.

Segundo relatos das redes sociais, os Milicianos teriam recebido ajuda de lideranças de outras comunidades dominadas por traficantes do Terceiro Comando com intuito de tomar o poder dos morros do Divino, Menezes, Covanca e Bateau Mouche. O reforço teria sido de 50 homens.

Em entrevista coletiva, o governador Wilson Witzel afirmou, nesta quinta-feira, que pretende ocupar algumas comunidades da Praça Seca. A declaração dele ocorreu durante a solenidade realizada na Cidade da Polícia, no Jacaré. “Ali não é simplesmente a questão da milícia. Ali tem a milícia disputando espaço com o tráfico. Esses terroristas dominam aquela região e dificultam o trabalho da polícia. Estamos agindo para fazer um cerco e realizar prisões, com intuito de iniciar uma ocupação. Nós não abandonamos o projeto das UPPs. Não será um trabalho fácil, mas vamos atuar nessa área com mais força”, explica.

Violência no bairro

Segundo um relatório gerado pelo aplicativo Fogo Cruzado, a Praça Seca foi o bairro do Rio que mais registrou tiroteios em março. Foram, ao todo, 46 ocorrências, o que corresponde a 10% dos registros da Grande Rio.

 

Fonte: O Dia

Homem é preso em flagrante por matar enteado de um ano após se irritar com choro

Bebê foi morto com chutes e socos na madrugada desta quinta-feira

 

Cristóvão Siqueira Araújo de Souza foi preso em flagrante pela morte do enteado de apenas um ano, em Santa Cruz

Cristóvão Siqueira Araújo de Souza foi preso em flagrante pela morte do enteado de apenas um ano, em Santa Cruz – Divulgação/DHC

 

Cristóvão Siqueira Araújo de Souza, de 26 anos, foi preso em flagrante, nesta sexta-feira, pela morte do enteado, em Santa Cruz, na Zona Oeste. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o homem é acusado de ter matado Lauannay Vênancio Nunes, de apenas um ano e quatro meses, por se irritar com o choro, nesta quinta-feira.

Ainda segundo a DHC, o bebê foi levado para um hospital da região com diversas lesões pelo corpo, mas não resistiu. Cristóvão Siqueira teria dado socos, tapas e chutes na criança durante a madrugada, por causa do choro do menino. Os médicos desconfiaram das lesões e acionaram a polícia.

 

Fonte: O Dia

Alerj suspende projeto que liberaria o porte de armas para deputados e Degase

Deputados discutem porte de armas no plenário da Alerj
Deputados discutem porte de armas no plenário da Alerj Foto: Thiago Lontra / Alerj / Divulgação

Foi suspensa nesta quinta-feira a tramitação do projeto de lei que liberava o porte de armas para deputados estaduais, agentes do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), funcionários da Polícia Legislativa e auditores fiscais do estado e dos municípios.

O texto foi aprovado na quarta-feira, dia 10, pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e gerou bastante discussão entre os parlamentares. Com a suspensão, o projeto não será enviado para o governador.

O deputado Luiz Paulo (PSDB) pediu o cancelamento da votação. “O projeto já havia recebido um parecer da Comissão de Constituição e Justiça no dia 3 de abril e, na hora da votação, deram um novo parecer incluindo temas estranhos”, argumentou.

A presidência da Alerj enviou o pedido do parlamentar para a Procuradoria da Casa analisar o questionamento e vai apresentar uma decisão na próxima semana.

Fonte: Extra