Delegacias da Mulher do RJ prendem 21 em operação contra agressores

As 14 Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) de todo o Estado do RJ iniciaram na manhã desta quarta-feira (27) uma operação contra suspeitos de agressão.

Até a última atualização desta reportagem, 21 pessoas haviam sido presas, e cinco armas, apreendidas.

Policiais tentam cumprir, no total, 36 mandados de prisão contra homens apontados como autores de algum tipo de violência contra a mulher — como feminicídio, agressão e o não cumprimento de medidas protetivas.

Crime cresce

O Instituto de Segurança Pública divulgou, na última segunda-feira (25), os indicadores criminais no estado de 2019 até outubro. O feminicídio foi um dos crimes que mais aumentaram no período: foram 63, contra 55 casos em 2018 — ou 14,5% a mais.

As tentativas de feminicídio também subiram. Foram 269 este ano contra 245 de janeiro a outubro de 2018.

Nesta terça (26), o RJ2 mostrou que de janeiro até o mês passado foram registrados 4.606 estupros, mas apenas 542 pessoas foram presas pela Justiça por casos de violência contra a mulher.

O que diz a lei

A Lei Maria da Penha (11.340/2006) define:

  • Violência física: agressão ao corpo por meio de socos, empurrões, chutes e mordidas — ou pelo uso de armas.
  • Violência sexual: aquela em que a mulher é obrigada a presenciar ou praticar relações sexuais não desejadas.
  • Violência psicológica: constrangimentos, humilhações feitas em público ou em casa — condutas estas que abalam o emocional e a autoestima.
  • Violência moral: ações que afetam a imagem da mulher diante da sociedade ou diminuem o conceito que ela tem de si mesma, com palavras ofensivas e xingamentos.
  • Violência patrimonial: o quebra-quebra de móveis, eletrodomésticos ou objetos de casa, bem como o ato de reter ou destruir documentos pessoais.

De acordo com o Tribunal de Justiça do RJ, ao denunciar, a mulher pode, de imediato:

  • Ser acompanhada por um policial para buscar seus bens pessoais;
  • Garantir que o agressor seja afastado do lar;
  • Ser levada com seus dependentes para local seguro quando houver risco de vida;
  • Assegurar que armas do agressor sejam recolhidas.

 

Fonte: G1

Homem com mandado de prisão é preso durante operação da PM na Penha

Ação do Comando de Operações Especiais acontece nas comunidades Chatuba e Vila Cruzeiro

 

A operação acontece nas comunidades da Chatuba e Vila Cruzeiro

A operação acontece nas comunidades da Chatuba e Vila Cruzeiro – Reprodução / Internet
Um homem foi preso durante uma operação que a Polícia Militar faz no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. Contra ele, que não teve a identificação revelada, havia um mandado de prisão em aberto. Até o momento, além da prisão, a ação da PM apreendeu drogas, que ainda serão contabilizadas.
A operação é realizada pelos batalhões de Ações com Cães (BAC), de Operações Policiais Especiais (Bope) e de Polícia de Choque (BPChq) e acontece nas comunidades Chatuba e Vila Cruzeiro.

 

No momento em que os agentes do Comando de Operações Especiais (COE) chegaram à região, por volta das 5h, houve disparos de tiros.
Fonte: O Dia

PM morre em acidente de moto e tem pertences furtados na Baixada

Sargento Cristiano Honório Pereira da Silva foi socorrido no Hospital de Saracuruna, mas não resistiu

 

O PM era lotado no batalhão de Magé

O PM era lotado no batalhão de Magé – Arquivo Pessoal
Um policial militar morreu em um acidente de trânsito nesta terça-feira, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O sargento Cristiano Honório Pereira da Silva estava de moto pela Avenida 31 de Março, na altura do Arco Metropolitano (Rodovia Rio-Magé), quando sofreu o acidente.
O PM, que morava em Magé e era lotado no 34º BPM (Magé), chegou a ser socorrido no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Saracuruna). Ele, no entanto, não resistiu aos ferimentos.
De acordo com a Polícia Militar, durante o socorro do agente no local do acidente, algumas pessoas pegaram vários pertences pessoais do agente, incluindo sua moto. Elas fugiram em direção ao Parque Paulista.
O caso é investigado pela 62ª DP (Imbariê).
Fonte: O Dia

Chefe do tráfico investigado por morte de PM é preso em hotel de luxo no Recreio

William da Silva Araújo comanda o comércio de drogas da comunidade Manoel Corrêa, em Cabo Frio

 

William da Silva Araújo, o Will

William da Silva Araújo, o Will – Divulgação / Polícia Militar
Uma ação conjunta entre o 35º BPM (Recreio dos Bandeirantes), o 25º BPM (Cabo Frio) e a Polícia Federal prendeu, na manhã desta quarta-feira, um dos chefes do tráfico de drogas de Cabo Frio. William da Silva Araújo, conhecido como o Will, foi capturado em um hotel de luxo na Orla do Recreio, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com a Polícia Militar, Will comanda o tráfico de drogas da comunidade Manoel Corrêa, no município da Região dos Lagos. Ele também é investigado pela tentativa de homicídio contra um capitão do 25º BPM.
O crime aconteceu em setembro de 2019, no próprio município da Região dos Lagos, quando criminosos armados atiraram diversas vezes contra o carro onde estava o PM.
Preso, Will foi levado 126ª DP (Cabo Frio).
Fonte: O Dia

Troca de tiros termina com dois mortos na Zona Norte

Avenida Dom Hélder Câmara tem uma faixa bloqueada nos dois sentidos
Avenida Dom Hélder Câmara tem uma faixa bloqueada nos dois sentidos

Dois homens morreram após serem baleados em uma troca de tiros a Avenida Dom Hélder Câmara, na Zona Norte do Rio, na noite desta terça-feira. A informação foi confirmada pelo portal G1. De acordo com o 3º BPM (Méier), os dois são suspeitos.

Segundo a Polícia Militar, a dupla estava em um veículo roubado e fugiram da abordagem, na altura do Norte Shopping. Após o confronto, um deles foi encontrado morto dentro do carro, na pista em direção a Del Castilho e o outro morreu poucos metros depois, de acorod com a PM.

Policiais da Delegacia de Homicídios (DH) foram acionados e realizam perícia no local. A via chegou a ficar com uma faixa bloqueada nos dois sentidos, mas já foi liberada, segundo o Centro de Operações Rio.

 

Fonte: Extra

Traficante 3N se escondeu em pelo menos seis favelas antes de ser morto em operação

Traficante 3N se escondeu da polícia em pelo menos seis favelas
Traficante 3N se escondeu da polícia em pelo menos seis favelas Foto: Reprodução

O traficante Thomas Jayson Vieira Gomes, conhecido como 3N, se escondeu em pelo menos seis favelas antes de ser localizado e morto em uma operação das polícias Civil e Militar. Desde que trocou de facção, em abril, o criminoso buscou abrigo na Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré; em Parada de Lucas; na Cidade Alta, em Cordovil; e no Parque Belém, em Angra dos Reis. Ex-chefe do tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, ele também passou a se esconder em duas favelas do município: Jardim Miriambi e comunidades das Almas. O criminoso foi morto nessa terça-feira em um sítio em Itaboraí.

Em maio, policiais civis fizeram uma operação na Maré para tentar prender 3N. O criminoso conseguiu escapar, mas oito suspeitos morreram na ação. A mulher de 3N, Brenda Santos, de 22 anos, acabou capturada em flagrante, acusada de associação para o tráfico.Brenda havia acabado de dar à luz e conseguiu prisão domiciliar duas semanas após ter sido presa. Ela continua em casa, monitorada por tornozeleira eletrônica.

Dona de sítio onde 3N estava escondido em Itaboraí foi obrigada a sair de casa

O traficante 3N também escapou de um cerco policial no Parque Belém, em Angra dos Reis, em agosto deste ano. Policiais do Bope e do 33º BPM (Angra dos Reis) estiveram na comunidade após uma informação de que o criminoso estava na região. Seis suspeitos foram mortos na operação, mas o criminoso conseguiu fugir.

Há cerca de dois meses, 3N passou a se esconder no sítio onde foi morto. O imóvel estava sendo monitorado por policiais da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil. Os agentes já tinham ido até o local ao menos outras duas vezes para coletar informações que ajudassem a planejar a operação.

Na mira da polícia

Ex-chefe do tráfico no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, 3N passou a ser um dos traficantes mais procurados do Rio após ter desafiado a facção da qual fazia parte. De acordo com informações da Polícia Civil, o criminoso, antes chamado de 2N, assassinou um antigo comparsa, Schumaker Antonácio do Rosário, após descobrir que ele iria matá-lo.

Thomas Jayson descobriu que o chefe do tráfico no Complexo do Salgueiro, Antonio Ilário Ferreira, o Rabicó, havia ordenado que Schumaker o matasse. O obetivo era retomar o controle do tráfico de drogas no Salgueiro. O comando da venda de drogas estava nas mãos de 2N e Rabicó estava preso.

Após a morte de Schumaker, 2N foi considerado traidor pela facção e teve que fugir do Salgueiro. Ele passou a fazer parte de uma facção criminosa rival e contou com o apoio de alguns aliados que, junto com ele, mudaram de quadrilha. Desde então, ele adotou o apelido de 3N.

Há 13 dias, Rabicó foi solto, após mais de 11 anos atrás das grades. Ele foi beneficiado por uma decisão do STF. A soltura do traficante colocou em alerta auoridades de Segurança Pública do Rio, que temiam uma nova guerra em São Gonçalo. O receio era de que, em liberdade, Rabicó quisesse se vingar de 3N, que vinha tentando dominar o Salgueiro.

 

Fonte: Extra

Polícia faz operação para prender quadrilha de roubo de cargas e de carros no Chapadão

Polícia Civil faz uma operação na manhã desta quarta-feira no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, contra uma quadrilha de roubo de carros e de cargas que pratica extorsões na Baixada Fluminense. Houve confronto e quatro suspeitos foram baleados. Os agentes apreenderam um fuzil, além de duas pistolas e uma granada no local.

Ainda não há informações sobre o estado de saúde dos feridos e a identidade deles não foi revelada. Segundo a 64ª DP (São João de Meriti), a operação desta manhã é fruto de cinco investigações contra bandidos que atuam no município.

— A Polícia Civil vem intensificando o trabalho de cumprimento de mandados de prisão em crimes cometidos por organizações criminosas e outros que envolvam violência e grave ameaça contra a pessoa, buscando assim uma diminuição dos índices criminais destas modalidades — disse o delegado Vinícius Ferreira Domingos, titular da 64ª DP.

Os investigadores identificaram que uma quadrilha de traficantes do Complexo do Chapadão roubava de 20 a 30 veículos por mês entre o bairro da Pavuna, na Zona Norte do Rio, e o município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Os veículos roubados, segundo a Polícia Civil, parte era usada para desmanche e outros automóveis eram clonados e revendidos para terceiros.

Apreensões feitas durante operação para prender criminosos de quadrilha de roubos de carga
Apreensões feitas durante operação para prender criminosos de quadrilha de roubos de carga Foto: Divulgação/Polícia Civil

Quadrilha faturava R$ 1 milhão mensalmente

Estima-se que a quadrilha lucrava R$ 1 milhão por mês. Além dos veículos, o bando roubava cargas e extorquiam comerciantes. O dinheiro era usado para fortalecer o poderio bélico dos criminosos. Nesta manhã, a Polícia Civil fez uma operação na comunidade para cumprir nove mandados de prisão. Durante a operação, quatro suspeitos que estavam armados morreram.

Em um dos cinco inquéritos da 64ª DP, os investigadores descobriram que um roubo de placas do Departamento de Trânsito do Estado do Rio (Detran-RJ) de São João de Meriti, em julho deste ano, foi cometido por criminosos da mesma quadrilha. Segundo a Polícia Civil, as placas foram usadas em carros clonados que estavam na comunidade.

No dia do crime, um domingo, pelo menos dois bandidos armados renderem três seguranças e levaram todas as placas de veículos que estavam no local. Os seguranças foram trancados em uma das salas do local e tiveram suas armas e celulares levados por criminosos. Na fuga, os suspeitos ainda chegaram a levar a viatura da equipe de segurança que estava estacionada no Detran.

— Ao longo das investigações, detectamos que essa quadrilha usava os carros para desmanches e clonagens. Por ser uma área perto do Chapadão, eles roubaram carros e cargas e depois fugiam para dentro da comunidade, que fica a menos de dois quilômetros dos locais dos crimes — lembrou o delegado Vinícius Ferreira Domingos, titular da 64ª DP.

Durante os dez meses de investigação, dezoito suspeitos da quadrilha foram presos. Outros cinco acabaram mortos em confrontos com a polícia.

 

Fonte: Extra