Motorista de caminhão é feito refém durante roubo de carga na Ceasa

Militares recuperam carga roubada na Avenida Brasil
Militares recuperam carga roubada na Avenida Brasil Foto: Divulgação

Um motorista de caminhão, que transportava 24 pallets de salsicha, foi feito refém na tarde desta terça-feira quando aguardava a escolta no pátio de estacionamento da Ceasa, em Irajá, na Zona Norte. De acordo com o comando Militar do Leste, o motorista do caminhão foi abordado por um homem armado, que o fez seguir um veículo de passeio pela Avenida Brasil até o local onde descarregariam o material.

No meio do caminho, o criminoso avistou um posto de bloqueio das forças do Exército e acabou descendo do caminhão e embarcando no veículo que fazia a escolta, deixando pra trás toda a carga. Os criminosos fugiram. Ainda de acordo com o CML, o motorista parou no posto e informou ao comandante da tropa sobre o ocorrido. Não houve confrontos e até o momento, ninguém foi preso.

Nesta terça-feira, as forças de segurança realizam uma operação para coibir o roubo de cargas em estradas que cortam o Rio. Equipes das Forças Armadas, da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fazem blitzes em pontos considerados estratégicos.

Os agentes montam barreiras em trechos selecionados da BR-116, da BR-040, da BR-101, da BR-465, da RJ-101, da Avenida Brasil e do Arco Metropolitano. Na Avenida Brasil, há movimentação de militares nas proximidades da Vila Kennedy, na Zona Oeste da cidade — comunidade considerada “modelo” da intervenção federal na segurança do Rio.

 

Fonte: Extra

Anúncios

Roubos de veículos e de cargas caem em maio, mas autos de resistência aumentam

Carga suína recuperada pela Polícia Militar no começo do mês de maio
Carga suína recuperada pela Polícia Militar no começo do mês de maio Foto: Uanderson Fernandes / Agência O Globo

O roubo de veículos e de cargas apresentaram queda em maio deste ano, de acordo com números do Instituto de Segurança Pública (ISP), conforme adiantou na última quarta-feira o general Walter Braga Netto. Segundo o ISP, em maio deste 4.382 veículos foram roubados no estado, o que representa uma diminuição de 5% em relação a maio do ano passado. Em relação a abril de 2018, foram 275 ocorrências a menos. No caso dos roubos de cargas, foram 752 ocorrências no estado em maio, 488 a menos do registrado no mesmo período do ano anterior ou uma redução de 39%. Em relação a abril deste ano foram 140 ocorrências a menos.

Em nota, o ISP ressalta que a greve dos caminhoneiros não afetou a queda no índice de roubos de cargas. De acordo com o instituto, “os números deste delito já vinham apresentando queda de cerca de 15% nas duas primeiras semanas de abril comparadas com as duas primeiras semanas de maio, por isso, ainda que tenha contribuído para a queda em maio, a greve dos caminhoneiros por si só não justifica a queda nos casos de roubo de carga”.

Já o índice de letalidade violenta, decorrentes de oposição à intervenção policial, registraram um aumento de 46% quando comparado com maio de 2017. Foram 142 mortes neste ano e 97 no mesmo período em 2017. A elevação ocorreu em todas as regiões do estado. Na Baixada saltou de 27 para 48. Na capital, de 52 para 58. Já na Grande Niterói, os números pularam de 13 para 22, e no interior, de 5 para 14.

Em relação ao mês anterior, abril, foram 41 vítimas a mais. O indicador estratégico de letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial) registrou um aumento de 33 vítimas no estado em maio de 2018. Foram registradas 576 vítimas de letalidade violenta no mês, um aumento de 6%. No entanto, em relação ao mês de abril, foram 16 vítimas a menos.

Na comparação entre abril e maio deste ano, os autos de resistência também aumentaram. Foram 41 casos a mais em maio, ante os 101 do mês anterior. Os roubos de rua subiram 7%, passando de 11.057 para 11.861. Se comparado o acumulado entre janeiro e maio, houve uma elevação de 14% no total de roubos em todo o estado. Maio registrou 102.264 roubos, uma média de 137 vítimas por hora. No mesmo período, os autos de resistência cresceram 25,4%, saltando de 483 para 606.

Maio foi especialmente complicado no interior do estado. Foi a única região onde os índices de homicídio doloso e letalidade violenta elevaram. No primeiro caso, o mês fechou com 146 casos, 40 a mais que maio de 2017. Já o índice de letalidade violenta (o somatório entre homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial) cresceu 42,9%. Os roubos de carros aconteceram mais no interior, que passou de 222 para 279, e na grande Niterói, que registrou uma elevação de 147 casos em números absolutos (695 em maio de 2017 e 842 em maio de 2018).

A intervenção federal na segurança do estado teve início em 16 de fevereiro. Na quarta-feira, o general interventor da Segurança do Rio, Walter Braga Netto, comemorou os resultados. E explicou o aumento do índice de letalidade violenta.

— Começamos a entrar com uma força maior. Num primeiro momento, a marginalidade continuou enfrentando. Por isso, houve o aumento da letalidade. A tendência é diminuir, porque eles não vão continuar enfrentando — argumentou o general.

 

Fonte: Extra

Queimados, RJ, tem maior taxa de mortes violentas no Brasil, diz estudo

Dados do Atlas da Violência são referentes ao ano de 2016. Conceito de mortes violentas envolve a soma de agressões, intervenções legais e mortes violentas com causa indeterminada


Atlas da Violência 2018: municípios mais e menos violentos do país   (Foto: Claudia Ferreira / G1)

Atlas da Violência 2018: municípios mais e menos violentos do país (Foto: Claudia Ferreira / G1)

 

Um estudo divulgado nesta sexta-feira (15) mostra que Queimados, na Baixada Fluminense, é o município brasileiro que teve a maior taxa de mortes violentas em 2016. Foram 134,9 a cada 100 mil habitantes, segundo o levantamento do “Atlas da Violência 2018: políticas públicas e retratos dos municípios”.

De acordo com o estudo, o conceito de mortes violentas envolve a soma de agressões, intervenções legais e mortes violentas com causa indeterminada, tomando como referência o município de residência da vítima.

O levantamento foi feito nos municípios com população superior a 100 mil habitantes. Os números foram analisados por pesquisadores do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública com base nos dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS).

O município de Japeri, na Baixada Fluminense, também teve uma das taxas mais altas do país: foram 95,5 casos de homicídios e mortes violentas com causa indeterminada a cada 100 mil habitantes.

Entre os 123 municípios que respondem por 50% das mortes violentas no país, 18 são do Rio de Janeiro.

Entre os 123 municípios que respondem por 50% das mortes violentas no país, 18 são do RJ (Foto: Cláudia Peixoto / Arte G1)

 

Entre os 123 municípios que respondem por 50% das mortes violentas no país, 18 são do RJ (Foto: Cláudia Peixoto / Arte G1)

RJ é o estado que registrou mortes por intervenção policial

 

No início de junho, dados do Atlas da Violência 2018 também mostraram que o Rio de Janeiro foi o estado da Federação que mais registrou mortes decorrentes de intervenções policiais – os “autos de resistência”, termo hoje em desuso. Foram 3.301 óbitos nessas condições entre 2006 e 2016, ou um a cada 30 horas.

Pior taxa em dez anos

De 2006 a 2016, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, 62.136 pessoas foram mortas no Estado do Rio. Em números absolutos, o RJ só perde para SP, mas aparece como o 13º mais violento quando se comparam as taxas por 100 mil habitantes.

De acordo com o coordenador da pesquisa, Daniel Cerqueira, o Estado do Rio de Janeiro acompanha uma tendência nacional de aumento do número de casos de homicídios.

“É um processo que já vem da década de 80, quando [a taxa] cresceu com grande intensidade; ela diminuiu nos anos 90 e 2000 e nos últimos quatro ou cinco anos toma de novo um impulso. Nos últimos dez anos, a taxa de homicídios cresceu 14% ao anos”, explicou Daniel.

A pesquisa destaca que problemas relacionados à corrupção no estado, além da falta de investigações e deficiências na formação dos agentes, agravariam a situação.

Fonte: G1

Casal morto por bandidos em fuga será enterrado hoje

Deise Tarquínio da Silva, de 32 anos, e o cabo da PM Thiago Abraão Lopes da Silva, 33, serão sepultados no Cemitério Jardim da Saudade

O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga
O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga – Reprodução

 

O sonho de Deise Tarquínio da Silva, de 32 anos, de ter um segundo filho com o cabo da PM Thiago Abraão Lopes da Silva, 33 — lotado na UPP de Manguinhos — foi interrompido por uma tragédia no final da madrugada de quinta-feira. O casal, que havia acabado de sair de um bar, morreu atropelado por um carro, em que estavam três suspeitos, durante uma perseguição policial no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Deise, que estava grávida de dois meses, e o militar chegaram a serem socorridos e levados ao Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resistiram aos ferimentos. O casal será velado lado e lado e serão enterrados às 15h30 no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Um terceiro morto foi identificado como Deividson Luiz Moreira do Nascimento, 19. De acordo com a Polícia Civil, ele estava no carro perseguido pelos policiais militares do 15º BPM (Duque de Caxias).

Juntos há alguns anos, Deise gostava de postar nas redes sociais fotos com o companheiro. Os dois deixam dois filhos. Uma filha de Thiago de 9 anos — do primeiro casamento. E um menino de apenas 3 anos que é filho das duas vítimas. Na internet, amigos e parentes lamentaram a tragédia.

Na quinta, horas após a morte do filho e da nora, Sidnei Marcus Silva, 54, fez duras críticas ao governo estadual e a falta de estrutura dada à PM. O pai do cabo da PM, que mora em Rio das Ostras, disse que insistia ao filho para ele pedir a transferência para a cidade da Região dos Lagos. A mãe do policial está a base de remédios e a avó não sabe da morte do neto. “Ele era a paixão dela”, disse.

O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga
O PM Thiago Abraão e sua esposa Deise Tarquínio, que estava grávida, morreram atropelados por suspeitos em fuga – ReproduçãO sonho de Deise Tarquínio da Silva, de 32 anos, de ter um segundo filho com o cabo da PM Thiago Abraão Lopes da Silva, 33 — lotado na UPP de Manguinhos — foi interrompido por uma tragédia no final da madrugada de quinta-feira. O casal, que havia acabado de sair de um bar, morreu atropelado por um carro, em que estavam três suspeitos, durante uma perseguição policial no bairro Jardim Primavera, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Deise, que estava grávida de dois meses, e o militar chegaram a serem socorridos e levados ao Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resistiram aos ferimentos. O casal será velado lado e lado e serão enterrados às 15h30 no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. Um terceiro morto foi identificado como Deividson Luiz Moreira do Nascimento, 19. De acordo com a Polícia Civil, ele estava no carro perseguido pelos policiais militares do 15º BPM (Duque de Caxias).

Juntos há alguns anos, Deise gostava de postar nas redes sociais fotos com o companheiro. Os dois deixam dois filhos. Uma filha de Thiago de 9 anos — do primeiro casamento. E um menino de apenas 3 anos que é filho das duas vítimas. Na internet, amigos e parentes lamentaram a tragédia.

Na quinta, horas após a morte do filho e da nora, Sidnei Marcus Silva, 54, fez duras críticas ao governo estadual e a falta de estrutura dada à PM. O pai do cabo da PM, que mora em Rio das Ostras, disse que insistia ao filho para ele pedir a transferência para a cidade da Região dos Lagos. A mãe do policial está a base de remédios e a avó não sabe da morte do neto. “Ele era a paixão dela”, disse.

 

Fonte: O Dia

Estudo da PM mostra que violência contra policiais apenas em 2017 custará R$ 35 milhões ao Estado

Cabo Braga, que perdeu a pena em operação policial, abraça seu filho.
Cabo Braga, que perdeu a pena em operação policial, abraça seu filho. Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Vila Cruzeiro, Complexo da Penha, 8h da manhã de 11 de janeiro de 2017. Numa emboscada, o grupo tático da UPP é atacado a tiros. O cabo Braga é o primeiro a descer do carro. Em segundos, uma granada explode perto de seu corpo. Ele é arremessado a quatro metros de altura. Quando tenta se levantar, percebe que perdeu a perna esquerda.

No meio do tiroteio entre policiais e traficantes, Braga é socorrido e levado para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha. Sofre três paradas cardíacas e precisa de dez bolsas de sangue. Apesar disso, quando se lembra daquele dia, o cabo, que prefere não ter o nome completo divulgado, se considera um homem de sorte: não se tornou mais um dos 28 policiais militares mortos em serviço no ano passado.

Uma perda que não é medida pela Polícia Militar apenas em vidas e famílias destruídas. Um estudo feito pela corporação mostra que a violência cometida contra esses PMs, durante o tempo que teriam de atividade profissional, custará em pensões R$ 35 milhões ao Estado. Um preço que o governo paga pela sua própria incapacidade de reduzir a criminalidade.

O estudo, produzido pela Diretoria de Assistência Social (DAS) da PM e obtido pelo EXTRA, mede os custos para os cofres do estado do que define como uma “guerra urbana”. Nos últimos 24 anos, foram 3.397 policiais mortos, e outros 15.236 feridos.

— Sem falar na perda imensurável na questão humana, a PM diminui cada vez mais seu efetivo policial e gera um rombo no investimento ainda maior — afirma o coronel Fábio Cajueiro, responsável pela DAS.

O oficial explica que o cálculo foi feito com base no salário que a família de cada policial receberá no tempo restante que o PM teria de serviço. Ou seja, caso o agente tenha morrido com apenas cinco anos de corporação, o cálculo multiplica os 25 anos restantes para a aposentadoria por 13 (referente aos 12 meses de salário somado ao 13º) e, por fim, pelo salário mensal.

Dessa forma, a morte de um soldado no seu quinto ano de atividade policial representará para a corporação cerca de R$ 1,3 milhão. Sem reforçar a segurança do estado. Ao ser morto em serviço, o PM recebe um soldo acima do cargo hierárquico em que estava: o soldado utilizado como exemplo receberá como cabo.

— É importante frisar que estamos apresentando um cálculo que leva em consideração apenas os salários, sem os demais custos que existem. É um número assustador que só vem crescendo — conta Cajueiro.

Além do cálculo baseado nas mortes do ano passado, o estudo realizou um levantamento sobre o custo de cada policial afastado em razão de ferimentos por armas de fogo. No total, foram levados em conta 255 policiais entre os 784 feridos em 2017. O valor final se aproxima dos R$ 3,5 milhões. Nesse caso, o cálculo considera os dias afastados de serviço de cada PM.

Agora reformado por invalidez, o cabo Braga não entra nos cálculos do DAS. O policial agora leva seus dias tentando melhorar as condições para os companheiros de farda que mais precisam. Ele faz parte da Comissão de Valorização de Veteranos Mortos e Feridos da PM.

— Infelizmente, a situação só piora. E com as perdas constantes, há uma menor qualidade de equipamentos, meios de prevenção, treinamentos e auxílios aos profissionais — lamenta Braga.

A VIDA EM FAMÍLIA

A vida do policial mudou por completo desde que sofreu o ferimento. Ele é faixa preta em taekwondo e tinha um projeto social de artes marciais gratuito no Morro São João, no Engenho Novo. O projeto deu certo e conseguiu atingir mais de 200 jovens, mas durou apenas dois anos. Teve de ser encerrado pelo crescimento da criminalidade na região.

— Eu perdi minha melhor perna de chute. Agora, não posso mais fazer algo que tinha paixão. Mal posso me locomover pela cidade, na verdade. O Rio não é preparado para os deficientes — comenta o cabo.

O PM conta que apenas percebeu a falta que faria para o filho quando estava deitado na cama do hospital, com a perna amputada e correndo risco de vida. A família decidiu por preservar a notícia da criança enquanto a visita no hospital não era possível. Braga contou com o apoio de sua esposa e de sua família durante todos os momentos difíceis.

— Escondemos durante uns dias. Minha esposa e minha família foram essenciais. Mas, quando vi meu filho, não aguentei. Ele me deu um abraço e ficamos chorando juntos. Eu não tinha chorado até ali. Foi o momento da minha derrocada pessoal.

O filho de apenas quatro anos nasceu após Braga estar há dois anos na corporação. Ao contrário dos conselhos que escutava dos companheiros, não diminuiu o ritmo de trabalho:

— Eu queria dar ao meu filho uma vida mais tranquila. Achava que, para tornar a sociedade melhor, precisava ir além.

Apesar da pouca idade, o filho tenta não chorar mais na frente do pai. Ainda não há uma noção total da dificuldade que Braga tem com a perda da perna. No entando, a admiração não foi abalada pelo acidente e gera até brincadeiras.

— Ele brinca comigo, pula num pé só. Mas ao mesmo tempo dá conselho: “pai, toma cuidado para os bandidos não tirarem sua outra perna”. Ele não entende tudo, mas tem a preocupação — compartilha o cabo.

MORTES PRECOCES SÃO ALARMANTES

Entre os dados apresentados pelo estudo, há o tempo de atividade dos policiais mortos em serviço no ano passado. Cerca de um terço dos PMs morreram quando tinham no máximo 5 anos de corporação.

— De infeliz destaque, há um soldado que só teve dois anos trabalhando na Polícia Militar. Uma vida tão nova já sendo retirada pelo crime e deixando de servir a corporação pelos próximos 28 anos. É uma perda imensurável — afirma Cajueiro.

Outro número também chama atenção entre os mais novos. Em 2017, o afastamento psiquiátrico gerou um gasto superior a R$ 28 milhões. Cerca de 58% dos licenciados estão nos primeiros dez anos de serviço.

— Esses policiais podem acabar retornando, mas não temos como saber. São uma perda em relação ao pessoal disponível no efetivo policial e uma perda para toda a sociedade. São humanos afetados pela guerra em que vivemos — completou o coronel.

RESULTADOS E PROPOSTAS

A Diretoria de Assistência Social trouxe propostas de prevenção com base nos dados levantados. De acordo com o estudo, o custo com os salários e seguros de mortos em feridos foi de R$ 208 milhões no ano passado.

A blindagem dos carros é posta em pauta como principal precaução. Com base nos números citados, o custo da blindagem 3A (proteção para os calibres 22, 38, 9mm e Magnum 375 e 44) das 3.000 viaturas no estado do Rio seria de 50% do valor gasto em 2017 com as perdas.

— O ideal é que haja um olhar especial para a prevenção. Seja nas blindagens, coletes balísticos e leis mais rigídas — afirma o cabo Braga.

 

Fonte: Extra

Um suspeito é morto e seis são presos durante operação policial na Zona Oeste

Motos roubadas apreendidas nas comunidades da Zona Oeste Foto: Diovulgação/PMERJ

Um suspeito morreu e seis foram presos durante uma operação do 27º BPM (Santa Cruz) e do 14º BPM (Bangu) nas comunidades do Rola e do Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo a Polícia Militar, durante a entrada das equipes na localidade da Gerdau, criminosos armados atiraram contra os policiais e houve confronto.Um suspeito foi atingido e socorrido para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, porém não resistiu aos ferimentos.

Drogas e arma apreendidas na Zona Oeste
Drogas e arma apreendidas na Zona Oeste Foto: Diovulgação/PMERJ
Outros seis criminosos foram presos em diversos pontos das duas comunidades. Foram apreendidas três pistolas (uma delas com o criminoso que morreu), carregadores, farta quantidade de entorpecentes, e componentes para endolação.O material apreendido ainda está sendo contabilizado. Também foram recuperadas 19 motocicletas roubadas. Após o fim dos confrontos, os presos e o material apreendido foram conduzidos para 36ª DP (Santa Cruz).

 

Fonte: Extra

Polícia faz nova operação no Morro da Babilônia

Segundo PM, não houve confronto e ninguém foi preso na ação

Operação no Morro da Babilônia
Operação no Morro da Babilônia – Divulgação / PM

 

Policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) realizaram uma nova operação na região de mata do Morro da Babilônia, no Leme, Zona Sul do Rio, durante a manhã deste sábado. De acordo com a Polícia Militar, em um ponto alto da comunidade, as equipes encontraram uma mochila com quatro carregadores de fuzil, dois radiotransmissores, munições de calibres variados e drogas.

Ainda segundo a corporação, não houve confronto e ninguém foi preso na ação. Nesta sexta-feira, um tiroteio intenso e histórico fez com que o bondinho do Pão de Açúcar interrompesse suas atividades por questões de segurança pública. O aeroporto Santos Dumont também suspendeu as operações durante 15 minutos, por causa dos tiros. A causa foi um conflito entre policiais militares e traficantes. Os bandidos usaram o Costão da Urca como rota de fuga, mas foram cercados pela PM na Praia Vermelha.

 

Fonte: O Dia

Preso suspeito de assaltar e balear motociclista que filmou o crime, no Rocha

Felipe de Souza Valeriano, 19 anos, foi preso por policiais da 25ª DP Foto: Reprodução

Policiais da 25ª DP (Engenho Novo) prenderam, na madrugada desta terça-feira, Felipe de Souza Valeriano, de 19 anos. De acordo com o delegado Fábio Asty, titular da delegacia, ele é um dos bandidos que assaltaram Luís Carlos dos Santos Pérez, de 58 anos, no bairro do Rocha, na Zona Norte do Rio, no último dia 15. Na ocasião, a vítima, que teve a moto roubada, filmou o crime com uma câmera acoplada no capacete.

Ainda segundo Asty, a prisão foi possível após ações de monitoramento de inteligência. Felipe tem cinco passagens por roubo, furto e porte ilegal de arma e será encaminhado um presídio. As investigações, agora, continuam com o objetivo de prender o outro suspeito do crime, Franklin Maia Oliveira André, o FK.

Felipe, quando estava apontando a arma para a vítima
Felipe, quando estava apontando a arma para a vítima Foto: Reprodução de vídeo

O crime foi na Avenida Marechal Rondon. A dupla — que estava numa moto roubada — rendeu Luiz com uma pistola. Mesmo após o motociclista ter entregado o veículo, ele foi agredido a coronhadas por Felipe. O bandido, em seguida, atirou e acertou a vítima numa das pernas.

A polícia agora procura Franklin, o FK
A polícia agora procura Franklin, o FK Foto: Divulgação

No dia seguinte ao crime, agentes da 25ª DP fizeram uma operação no Morro do São João, no Engenho Novo, e recuperaram a moto roubada. Felipe e Franklin foram identificados logo em seguida e tiveram a prisão decretada pela Justiça.

Fonte: Extra

Milicianos Natalino e Jerominho serão julgados em outubro por tentativa de homicídio

Natalino e Jerominho durante julgamento em 2012
Natalino e Jerominho durante julgamento em 2012 Foto: Bruno Gonzalez

Os milicianos Natalino José Guimarães, Jerônimo Guimarães Filho e Luciano Guinâncio Guimarães serão julgados no dia 18 de outubro deste ano por uma tentativa de homicídio contra o motorista de van Rodrigo Silva da Costa, em junho de 2005, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A sessão foi marcada pelo juiz Alexandre Abrahão, do 3º Tribunal do Júri da capital, no último dia 2. Os três serão levados a júri popular.

De acordo com a denúncia do Ministério Público estadual, Natalino e Jerominho, apontados como líderes da maior milícia da Zona Oeste do Rio à época, foram os mandantes do crime. Já Luciano, filho de Jerominho, é acusado de ter ajudado a planejar a execução.

Rodrigo foi baleado quando passava com sua Kombi pela Estrada do Mendanha, perto da Avenida Brasil. A vítima conseguiu sobreviver ao ataque. Leandro Paixão Viegas, conhecido como Leandrinho Quebra-Ossos, foi acusado de ser o executor do crime, mas acabou absolvido em sessão de julgamento ocorrida em 26 de outubro de 2016. Ainda de acordo com a denúncia do MP, o crime teria sido cometido por causa da disputa pelo controle dos transportes alternativos na Zona Oeste do Rio.

Ricardo Teixeira da Cruz, o Batman, também é acusado de planejar a morte de Rodrigo e ainda será levado a júri popular. No entanto, ainda não há data para a sessão.

Jerominho e Luciano estão presos numa das unidades prisionais do Rio. A Secretaria de Administração Penitenciária não informou qual delas. Já Natalino e Batman estão em presídio federal . Leandrinho Quebra-Ossos está solto desde setembro do ano passado, quando conseguiu o benefício do livramento condicional.

 

Fonte: Extra

Avião da FAB cai às margens da Rio-Santos

Aeronave sofreu pane após decolar da Base Aérea de Santa Cruz

 

Queda de avião da FAB espalhou extensa fumaça preta na região do acidente
Queda de avião da FAB espalhou extensa fumaça preta na região do acidente – Reprodução

 

Um avião da Força Aérea Brasileira caiu às margens da Rodovia Rio-Santos, na manhã desta quinta-feira, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo informações divulgadas pela FAB, por volta das 07h40, uma aeronave de modelo F-5 Tiger, 1º Grupo de Aviação de Caça, sofreu uma pane logo após decolar da base aérea Ala 12, que fica no mesmo bairro.

Ainda de acordo com a FAB, a tripulação que ocupava o jato fazia um voo de treinamento quando detectou uma falha. O piloto e o copiloto conseguiram se ejetar antes que o avião atingisse o solo. O caça caiu em uma área desabitada e não causou nenhum dano material.

Em nota, a Força Aérea informou que os militares foram resgatados e levados para o hospital da FAB, onde receberam os devidos cuidados médicos. Uma equipe foi acionada ao local para apurar o que teria causado o acidente.

 

Fonte: O Dia

Policiais realizam partos durante trânsito na Av. Brasil e Linha Vermelha no Rio

Grávidas estavam presas em congestionamentos quando entraram em trabalho de parto.


Equipe foi parada pelos pais da jovem na Linha Vermelha (Foto: Reprodução/ Redes sociais)

Equipe foi parada pelos pais da jovem na Linha Vermelha (Foto: Reprodução/ Redes sociais)

 

Duas grávidas entraram em trabalho de parto e foram ajudadas por policiais nesta segunda (16) e sexta-feira (13).

Policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas realizaram o parto de uma jovem dentro de um carro na Linha Vermelha nesta segunda. A equipe patrulhava a via quando foi parada pelos pais da jovem. Mãe e bebê passam bem e foram levados para o Maternidade Fernando Magalhães, em São Cristóvão, na Zona Central do Rio.

Na noite de sexta, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) socorreram a jovem Dayane Souza, de 25 anos, que entrou em trabalho de parte durante um congestionamento na Av.Brasil, na altura do Caju, Zona Portuária do Rio.

Ela conseguiu chegar a tempo na maternidade Alzira Reis, em Niterói, onde nasceu o menino Enzo Raphael.

Agentes da PRF ajudaram gestante em trabalho de parto na Av.Brasil (Foto: Divulgação)

Agentes da PRF ajudaram gestante em trabalho de parto na Av.Brasil (Foto: Divulgação)

 

 

Fonte: G1

Anatel antecipa no RJ novo sistema de bloqueio de celulares devido ao alto índice de roubos de aparelho

Sistema é capaz de identificar a falsificação ou duplicidade na rede, quando há dois Imeis iguais usados por números diferentes. Antecipação será de janeiro para setembro no Rio.

Novo sistema de bloqueio de celular lançado pela Anatel começa em setembro no Rio

Novo sistema de bloqueio de celular lançado pela Anatel começa em setembro no Rio

 

Um novo sistema de bloqueio de celular, lançado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)para desestimular o roubo de aparelhos, vai ser implantado no Rio em setembro. O prazo foi antecipado no Rio por causa do grande número de roubos de aparelho.

Os últimos dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que em cinco anos, o roubo ou furto de celular cresceu 453% no estado do Rio. De janeiro a maio deste ano foram registrados 10.802 casos, o maior índice em 15 anos. Só em maio foram 74 assaltos por dia em todos o estado.

No fim de semana as polícias civil e rodoviária federal prenderam cinco integrantes de uma quadrilha que roubava celulares de dentro das lojas.

A orientação da polícia nesses casos é prestar queixa e antes de tudo, pedir o bloqueio do IMEI junto à operadora.

O Imei é um número único, como se fosse a digital do aparelho. Está impresso no telefone, na caixa e na nota fiscal. Mas, mesmo com o bloqueio, os bandidos muitas vezes conseguem reativar o aparelho, e aí surgiu uma nova tecnologia para impedir isso.

A Anatel, agência reguladora, começou a experimentar um sistema de proteção, usado inicialmente em Goiás e no Distrito Federal.

O novo sistema seria implantado em janeiro de 2019 no Rio de Janeiro. Entretanto, diante dos números da Secretaria de Segurança, o sistema deve começar a funcionar no estado em setembro.

Como funciona o bloqueio

Se alguém adultera o Imei, o sistema é capaz de identificar a falsificação ou duplicidade na rede, quando há dois Imeis iguais usados por números diferentes.

A Anatel envia uma mensagem de bloqueios pra esses celulares. De fevereiro a junho, segundo a agência, foram bloqueados em Goiás e no distrito federal 139 mil aparelhos.

Quando o celular é registrado nesse sistema de proteção, fica impossibilitado de fazer chamadas, mas continua com as demais funções, como alicativos e wi-fi.

A recomendação é que ao comprar celular de terceiros, a pessoa verifique antes se não há restrições do Imei junto a Anatel.

Fonte: G1

PM reconhece que Segurança sofre por disputas de poder entre traficantes no RJ

Porta-voz da corporação reconheceu que os agentes enfrentam problemas nas condições de trabalho, após denúncias de falta de limpeza e de coletes à prova de bala adequados.


O porta-voz da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, major Ivan Blaz (Foto: Reprodução/ TV Globo)

O porta-voz da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, major Ivan Blaz (Foto: Reprodução/ TV Globo)

 

O porta-voz da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Major Ivan Blaz, esteve na manhã desta terça-feira (17) no estúdio do Bom Dia Rio e falou sobre os sucessivos casos de confronto entre criminosos nas comunidades da capital fluminense e da Região Metropolitana. Segundo ele, criminosos de vários pontos do Rio estariam disputando poder.

Os moradores do Morro do Urubu, em Pilares, na Zona Norte do Rio, passaram a noite de segunda (16) e a madrugada desta terça-feira (17) sofrendo com uma série de tiroteios na comunidade. Segundo eles, há uma disputa entre facções criminosas pelo controle do local.

“A instabilidade no status quo das quadrilhas que operam no Rio de Janeiro tem sido notada através desses enfrentamentos. Tivemos também nesta noite em Senador Camará quatro cidadãos encontrados mortos dentro de uma comunidade. E isso tudo fruto de confronto entre quadrilhas disputando pontos de venda de drogas”, destacou Blaz.

Condições de trabalho

O porta-voz também reconheceu que os agentes enfrentam problemas nas condições de trabalho, após denúncias de falta de limpeza e de coletes à prova de bala adequados.

“É um grande desafio lidar com as demandas emergenciais da segurança pública no Rio de Janeiro e também na logística. Não é de hoje que muitas unidades carecem de reforma. O batalhão da Praça da Harmonia é um batalhão centenário, assim como outras unidades que são centenárias, como o batalhão de Rocha Miranda e do Méier”, afirmou o major.

Ele destacou, no entanto, que muitas unidades devem passar por reformas a partir do mês de agosto. Sobre as denúncias de que os PMs não estão tendo folgas e isso estaria prejudicando o trabalho de policiamento nas ruas, ele afirmou que não se pode “vilanizar” o Regime Adicional de Serviço (RAS).

“Se nós colocamos seis mil policiais em todo o Estado do Rio de Janeiro, 1,2 mil nós colocamos através do RAS. Cerca de 20% do efetivo da PM em todo o RJ, a gente concentra com hora extra na Região Metropolitana”, destacou Blaz.

Ele reconheceu que a corporação tem atualmente um excesso de policiais em cargos de chefia e poucos trabalham no policiamento das ruas. Mesmo assim, ele acredita que o problema vem sendo minimizado por medidas tomadas pelo Comando Conjunto de Intervenção na Segurança do RJ.

Observatório da Intervenção

O major Ivan Blaz também comentou os dados apresentados na segunda-feira (16) pelo Observatório da Intervenção do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes,que apontou que, durante o período de intervenção na segurança pública do RJ, as chacinas aumentaram 80% e as mortes em chacinas (três pessoas mortas ou mais) dispararam 128%. Outro dado é a diminuição das apreensões de fuzis, metralhadoras e submetralhadoras: 39% a menos entre fevereiro e maio de 2018, comparado ao ano anterior.

De acordo com o porta-voz da PM, os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), mostram redução nos crimes no RJ.

“O estudo apresentado pela professora Sílvia Ramos, por quem tenho muito respeito, conta com dados interessantes, mas que mostram uma metodologia particular e que os órgãos oficiais ainda não tiveram oportunidade de se debruçar sobre este material. O Instituto de Segurança Pública vem mostrando mês a mês a redução desses índices criminais”, disse.

Fonte: G1

Baile leva 25 mil à Penha, dura 16h e moradores reclamam

No Facebook, moradores compartilharam fotos das ruas tomadas por jovens e do lixo na porta das casas no fim da festa

 

Fotos na internet mostram ruas tomadas pelo público da festa
Fotos na internet mostram ruas tomadas pelo público da festa – Reprodução

 

O baile de funk “Baile da Gaiola”, no Complexo da Penha, reuniu cerca de 25 mil pessoas nesse fim de semana e gerou polêmica nas redes sociais. Em comemoração ao aniversário do DJ residente do evento Rennan da Penha, o baile começou na noite de sábado e só terminou às 16h de domingo, com o público espalhado por seis ruas residenciais e duas avenidas da comunidade Vila Cruzeiro, e música nas alturas.

No Facebook, moradores compartilharam fotos das ruas tomadas por jovens e do lixo na porta das casas no fim da festa. Segundo o BRT Rio, dois articulados também foram vandalizados por um grupo que ia para o baile e o serviço de três linhas foi interrompido.

“Imagina o povo querendo dormir… Absurdo! Passo de BRT para trabalhar e realmente parece o apocalipse zumbi! Jovens totalmente drogados, bêbados, é desesperador”, diz uma das críticas ao evento.

“São muitas casas e o barulho é muito alto. Para os moradores que não curtem deve ser um inferno”, comentou jovem que já frequentou a festa.

O baile acontece todos os sábados, mas por conta do aniversário do DJ, o evento recebeu um público maior. “Uma marca história, apesar de imprevistos”, comemorou Rennan da Penha nas redes. O DJ, um dos mais famosos do Rio e queridinho de jogadores de futebol, tem músicas com letras controversas de apologia às drogas e, em 2016, foi preso por associação ao tráfico.

A PM informou que atua com policiamento diferenciado na região nos dias do evento, com reforço aos acessos da comunidade e no BRT. Tanto a PM como a Prefeitura afirmaram que a festa acontece sem autorização, de forma irregular, mas que a Comlurb já realizou a limpeza do local.

 

Fonte: O Dia

Chefe do tráfico em São Gonçalo é preso com mais três no Complexo do Alemão

Alex da Silva Faria, o Lelequi, estava com comparsas que foram mortos durante confronto na região no domingo

 

Lelequi estava no grupo dos criminosos que entrou em confronto com a PM no domingo
Lelequi estava no grupo dos criminosos que entrou em confronto com a PM no domingo – Divulgação / Polícia Civil

 

Agentes do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar (COE) prenderam, nesta segunda-feia, quatro traficantes no Complexo do Alemão, na Zona Norte da cidade. Dentre os detidos está Alex da Silva Faria, de 41 anos, conhecido como Lelequi. Ele é apontado como o chefe do tráfico de drogas da comunidade de Trindade, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do estado.

De acordo com a PM, Lelequi estava junto dos criminosos que foram atingidos durante um confronto com agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Alemão, na manhã de domingo. Na ocasião, cinco suspeitos morreram e o traficante e um comparsa, também preso nesta segunda, fugiram. Ao serem detidos, eles ainda estavam com marcas de ferimentos do confronto de domingo.

Os quatro presos possuíam, juntos, quatro mandados de prisão em aberto e cinco passagens pela polícia. Um deles ainda é foragido do sistema prisional do Rio. Todos foram levado à Central de Garantias da Cidade da Polícia, no Jacaré.

 

A PM fez operação no Alemão nesta segunda – Armando Paiva / Agência O Dia

 

Clima tenso

O clima no Complexo do Alemão está tenso desde a morte dos cinco suspeitos no domingo. Na manhã desta segunda, um policial militar foi baleado na perna durante um ataque de criminosos, na Favela Nova Brasília. Por conta do ataque, um intenso tiroteio foi relatado na região e a principal via de acesso ao complexo, a Avenida Itaóca, chegou a ser fechada. Agentes do Batalhão de Choque (BPChq) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foram acionados e estiveram na região.

Ainda nesta segunda, policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) balearam e prenderam André Luiz Cabral dos Santos, o Lacraia. Apontado como chefe do tráfico de drogas na Favela do Arará, em Benfica, ele preparava um ataque às bases da UPP no Alemão, em represália às cinco mortes de domingo.

 

O clima está tendo na região desde domingo – Armando Paiva / Agência O Dia


Fonte: O Dia

Busto de José Bonifácio é furtado da Quinta da Boa Vista

Monumento de bonze em homenagem ao patrono da Independência brasileira é tombado pelo Iphan

 

Monumento fica na Quinta da Boa Vista
Monumento fica na Quinta da Boa Vista – Reprodução / Internet

 

Frequentadores da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na Zona Norte da cidade, denunciam o furto do busto de José Bonifácio, que está no parque desde 1910. De acordo com relatos, a estátua do patrono da Independência brasileira sumiu no fim de semana. O monumento, de bronze, é tombado desde a década de 1930 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Fotos do local com o monumento vazio circulam na rede social. “A Quinta (da Boa Vista) está largada. Mal se vê guardas municipais, que foram criados para esse proposito (guardar o patrimônio público). O Rio de Janeiro está abandonado. Tanto a gestão estadual, como a municipal, geridas por políticos corruptos, sem ética e escrúpulo, muito menos cultura”, uma frequentadora do parque desabafou, nas redes sociais.

 

Fonte: O Dia

Policia Civil prende em condomínio de luxo na Barra chefe do tráfico em favela de Del Castilho

Roberto Júlio, o Sossó, líder do tráfico na Favela Bandeira 2 foi preso na manhã desta terça-feira por policiais da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque). Contra ele havia mandados de prisão por tráfico de drogas e homicídio

 

Sossó foi preso em condomínio de luxo na Barra
Sossó foi preso em condomínio de luxo na Barra – Divulgação

 

Policiais da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) prenderam, na manhã desta terça-feira, um homem apontado como o chefe do tráfico de drogas na Favela Bandeira 2, em Del Castilho, na Zona Norte do Rio. Roberto Julio, o Sossó, de 34 anos, foi preso em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade.

Segundo o delegado Maurício Mendonça, titular da 31ª DP, a prisão foi resultado de uma investigação que já durava mais de quatro meses. Contra Sossó havia pelo menos dois mandados de prisão em aberto, um por tráfico e outro por homicídio. A favela Bandeira 2, comandada pelo criminoso, é conhecida por ser um ponto de venda de crack.

“Há informações que ele também atuava na distribuição de crack para outras comunidades da mesma facção, o que representa um grande em sua quadrilha, pois desestabiliza, causa prejuízo logístico”, explicou.

A casa dentro do condomínio, onde ele morava com a mulher e o filho, tinha dois andares, uma academia improvisada, piscina privativa e área com churrasqueira. O criminoso estava nas ruas desde 2003 e os vizinhos “acreditavam que ele era um morador comum”, disse o delegado.

 

Fonte: O Dia