Instituto Mudando o Final entrega prêmio a 40 profissionais dedicados ao processo de pacificação

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Na foto, policiais que receberam a Medalha Flávio Duarte em 2015.

Nesta  6ª feira (30/9), às 14 horas, profissionais de segurança que se dedicaram exaustivamente ao processo de pacificação das comunidades do Rio de Janeiro terão seu trabalho reconhecido em cerimônia de entrega da Medalha Flávio Duarte, criada pelo Instituto Mudando o Final. Esta é a segunda edição do Prêmio que também homenageia membros da sociedade civil que contribuem com o trabalho das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). O evento acontecerá no Teatro do Espaço Cultural Escola SESC, em Jacarepaguá.

Entre os agraciados deste ano estão o Subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Secretaria de Estado de Segurança, Roberto Sá; o Chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso; o Delegado Titular da Delegacia de Combate as Drogas (DECOD), Felipe Cury; o subchefe Operacional do Estado-Maior Geral da Polícia Militar, Cel. Luiz Henrique Marinho Pires; o Coordenador de Operações Especiais (COE), Cel. René Alonso, e o Comandante do Batalhão de Ações com Cães (BAC), Cel. Marcelo Nogueira.

Policiais que atuaram nas UPPs e que realizaram trabalhos muito importantes no ano de 2015 serão homenageados, entre eles: o comandante da UPP Nova Brasília, Major Leonardo Zuma e o comandante da UPP Pavão/Pavãozinho, Capitão Vinicius Apolinário.

Representando a sociedade civil, a maestrina Fiorella Solares, diretora do projeto Ação Social pela Música, receberá homenagem especial, pois acreditou e foi uma das primeiras instituições a entrar nas favelas após a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora e, até hoje, forma jovens talentos nas comunidades pacificadas.  Seu trabalho merece reconhecimento.

O Prêmio

O nome da Medalha é uma homenagem ao comerciante Flávio Duarte, assassinado no interior da sua padaria, no morro dos Macacos, em 04 de setembro de 2012, pelo fato de acreditar no projeto de pacificação das favelas e ajudar a implantar a Paz na comunidade do morro dos Macacos.

Ao todo, 40 pessoas receberão a Medalha Flávio Duarte. O Prêmio é dividido em 12 categorias: O Rio Agradece, Mudando o Final, Unindo Forças, Excelência Operacional, Excelência em Polícia de Proximidade, Excelência em Inteligência, Projeto Social, Boas Práticas, Comandante de UPP Destaque, Comandante de UPP Revelação, Eu Apoio a Paz, Você é Especial.

 

Fonte: PMERJ/UPP-RJ

Procuradoria pede que PF-RJ apure intervenção de milícias nas eleições

Abertura de inquérito foi solicitada após denúncia feita pelo jornal O Globo.
Milicianos estariam cobrando taxas de até R$ 120 mil de candidatos.

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Rio de Janeiro pediu à Polícia Federal a instauração imediata de um inquérito para apurar a intervenção de milícias nas eleições em municípios fluminenses como Rio, Duque de Caxias, Magé, Nova Iguaçu e Seropédica.

A abertura do inquérito foi solicitada pelo procurador regional eleitoral Sidney Madruga a partir de informações de que grupos de milicianos têm cobrado taxas para permitir que candidatos façam campanha e divulguem materiais em áreas da Zona Oeste carioca e cidades do Grande Rio.

De acordo com reportagem publicada pelo jornal O Globo nesta quarta-feira (28), candidatos teriam que pagar de R$ 15 mil a R$ 120 mil para ter o direito de fazer campanha com exclusividade em territórios dominados por esses grupos. O valor varia de acordo com o número de eleitores do local. A investigação ficará sob a cargo da Delegacia de Defesa Institucional (Delinst).

 

Fonte: G1

Justiça revela plano para matar ex-comandante da UPP Rocinha

Criminosos contavam com informações fornecidas por PMs da unidade.
A trama foi descoberta em fevereiro de 2014, mas só divulgada agora.

Reportagem exclusiva do RJTV revela que a Justiça descobriu um plano de traficantes da comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio, para matar a ex-comandante da Unidade de Policía Pacificadora (UPP), major Pricilla Azevedo, com participação de policiais da própria UPP.

A reportagem, apresentada nesta quarta-feira (28), mostra que os policiais ajudavam os criminosos, repassandro informações sobre a comandante. Pricilla deixou o cargo seis meses após a polícia descobrir o plano e hoje é porta-voz das UPPs.

Ainda de acordo com a reportagem, cinco policiais que trocaram mensagens com o traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157 já foram identificados. São eles Sidnei Leão dos Santos Filho, Mário Alvispo da Silva Junior, Ramon Santiago de Moura,  Arnaldo Damião Cavalcanti e Alexsandro Mendez dos Santos, que já morreu.

Os PMs já haviam sido investigados por receber propina de traficantes para permitir a venda de drogas e a livre circulação de criminosos armados na favela da Rocinha. Os policiais foram afastados das ruas e estão fazendo serviço administrativo.

Em uma das mensagens, o criminoso pergunta pela “visão” de Pricilla que teria sido prometida por um dos PMs – referindo-se a possíveis dicas sobre a rotina da major – e recebe como resposta que a oficial não vai à comunidade todos os dias. “Amigo, ela nem bota a cara direito aqui. Faz faculdade, então em pelo menos dois ou três dias na semana ela nem vem trabalhar”, responde o policial.

O diálogo prossegue e o policial afirma que, se Rogério matar Pricilla, a troca de comando na UPP seria acelerada e diz torcer pela nomeação de um outro major, a quem se refere como “caveira”, apelido dado a homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar. “Tomara que venha o major caveira. Amigo nosso, ele adora dinheiro. Fechamento legal”.

Os traficantes tramavam matar a major porque ela vinha reprimindo a venda de drogas na comunidade. O plano foi descoberto em fevereiro de 2014, após o ex-chefe do tráfico da Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, ser condenado em mais um processo por tráfico e por pagar propinas a agentes públicos.

As mensagens trocadas entre Nem e os policiais foram interceptadas pela Polícia Federal (PF), com autorização da Justiça. Nem já está condenado a mais de 30 anos de prisão e está na penitenciária federal de segurança máxima de Campo Grande (MS).

Segundo as investigações da PF, Nem continua a comandar a venda de drogas na comunidade da Zona Sul, com ajuda da mulher, Danúbia de Souza Rangel, que atua como mensageira da quadrilha e é a principal ligação entre Nem e Rogério 157. Ela está foragida desde março.

Danúbia chegou a ser presa, mas acabou solta por um habeas corpus concedido pelo desembargador Siro Darlan. A decisão de Darlan foi revogada, mas a mulher de Nem já havia deixado a cadeia.

A reportagem tentou contato com os advogados dos policiais acusados de trocar mensagens com Rogério, mas nenhum deles foi encontrado.

 

Fonte: G1

Pagamento da segurança ainda com verba federal

Devido à péssima situação financeira do estado, o governador em exercício Francisco Dornelles lançou mão deste expediente

Os salários de setembro e outubro dos servidores estaduais da área de Segurança Pública (policiais civis, PMs, bombeiros e agentes penitenciários) ainda vão ser pagos com recursos que vieram da União por conta da decretação do estado de calamidade pública pelo governo.

Devido à péssima situação financeira do estado, o governador em exercício Francisco Dornelles lançou mão deste expediente que rendeu ajuda do governo federal de reforço de caixa de R$ 2,9 bilhões em junho, com o argumento de gastos extras com segurança nos Jogos Olímpicos.

Questionada pela coluna, a Secretaria de Fazenda confirmou ontem que os pagamentos para esse segmento do funcionalismo serão feitos com o restante dessas verbas. Mas a preocupação dos servidores da Segurança é em relação ao fim dos recursos, a partir da folha de novembro. Todos se perguntam: como o estado fará para pagar os meses à frente sem ajuda federal.

Sobre a possibilidade do crédito dos salários do funcionalismo em geral ser feito antes do décimo dia útil do mês que vem, conforme prevê o calendário estabelecido pelo estado, a pasta voltou a ressaltar que “concentra esforços para efetuar o pagamento da folha salarial de setembro até o 3º dia útil de outubro”.

 

Fonte: O Dia

Bope faz operação no Morro da Serrinha

PM não deu detalhes da ação na comunidade de Madureira, na Zona Norte. Moradores relatam intenso tiroteio desde o início desta manhã

Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizam, nesta quinta-feira, uma operação no Morro da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte da cidade. A PM não deu detalhes da ação, que assusta moradores desde o início da manhã.

Através das redes sociais, moradores da região de Madureira e adjacências relatam o intenso tiroteio por conta da operação policial. “Uma hora dessas, as pessoas saindo pra ir trabalhar, alunos indo pra escola, não tem mais hora, qualquer hora é hora (sic)”, escreveu um internauta.

 

Fonte: O Dia

Vândalos depredam nove ônibus do BRT

Ataques foram cometidos em menos de 24h em Bonsucesso, Madureira e Vaz Lobo

Nove ônibus quebrados e retirados de circulação, com milhares de passageiros prejudicados. Esse foi o saldo de dois ataques de vândalos ao sistema BRT, cometidos em menos de 24 horas, entre a noite de terça-feira e a manhã de ontem.

De acordo com o consórcio operador dos BRTs, um ônibus do Transcarioca foi depredado ontem, por volta de 8h40, na estação Cardoso de Moraes, em Bonsucesso, após uma manifestação de menores de um abrigo local. Vidros dianteiro e laterais foram destruídos. Os serviços chegaram a ser interrompidos na estação e o 22º Batalhão da PM (Maré) foi mobilizado.

Na terça-feira, por volta de 18h30, vândalos quebraram vidros de oito ônibus junto às estações Vila Queiroz e Otaviano, em Madureira, e Vaz Lobo. O ataque também suspendeu momentaneamente o serviço nesses locais.


Veículo depredado ontem teve vidros dianteiro e laterais quebradosDivulgação

Segundo o consórcio, os veículos foram retirados de operação durante pelo menos 24 horas para conserto. No último ano, o BRT teve cerca de 22 mil ordens de serviço para reparos de portas automáticas e a reposição de 2 mil vidros fixos, dois dos principais alvos do vandalismo. Só com esses itens o consórcio diz que tem um prejuízo médio de R$ 250 mil por mês, incluindo mão de obra.

Sobre o ataque de ontem, a Polícia Militar informou que os menores não estavam no local quando os policiais do 22º BPM chegaram. A PM não respondeu sobre o fato ocorrido na terça-feira. Procurada, a assessoria de comunicação da Polícia Civil não deu informações sobre as investigações.

Depois de quase seis meses inativa, por ter sido incendiada no dia 28 de março, a estação Vila Queiroz (uma das afetadas pelos últimos ataques) foi reaberta na sexta-feira passada. A estação tinha sido destruída em protesto pela morte do menino Ryan Gabriel Pereira dos Santos, de 4 anos, vítima de bala perdida enquanto brincava no Morro do Cajueiro, em Madureira.

 

Fonte: O Dia

Homem é morto a facadas na Barra

Identidade da vítima é desconhecida e Homicídios investiga caso. No Centro, outro homem foi morto com um tiro na nuca na Presidente Vargas

Um homem foi morto a facadas, na manhã desta quinta-feira, na Avenida Armando Lombardi, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios (DH-Capital).

De acordo com a DH-Capital, a especializada foi acionada por volta das 6h para o local e uma perícia foi realizada na cena do crime. A identidade da vítima ainda é desconhecida. Equipes iniciaram trabalho de investigação para apurar a motivação e identificar autores. Segundo a polícia, o homem tinha sinais de agressão por ação contundente.

Morto a tiros no Centro

No início da madrugada desta quinta-feira, um homem também foi morto, este a tiros, na Avenida Presidente Vargas, próximo da Rua Uruguaiana, no Centro do Rio. O caso também é investigado pela Delegacia de Homicídios, que esteve no local e realizou perícia.

De acordo com o 5º BPM (Praça da Harmonia), policiais foram acionados para a cena do crime e encontraram a vítima, não identificada, em óbito. Ele estaria acompanhado de uma mulher quando o suspeito chegou e efetuou os disparos. De acordo com a DH, ele morreu com um tiro na nuca.

 

Fonte: O Dia