Cão farejador encontra 32 quilos de maconha em ônibus na Dutra

Mulher de 21 anos que transportava a droga de São Paulo para Cabo Frio foi presa pela PRF

 

Uma mulher foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na tarde desta sexta-feira, por suspeita de tráfico de drogas, após ser flagrada com cerca de 32 quilos de maconha. Ela viajava num ônibus interestadual e um cão farejador indicou a bagagem onde a droga era transportada. O flagrante na rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Piraí, Sul Fluminense. A mulher, de 21 anos, não teve a identidade revelada.

Cão farejador encontrou 32 quilos de maconha em ônibusDivulgação

Equipes da PRF faziam uma blitz na altura do km 227, quando abordaram um ônibus que fazia o itinerário São Paulo – Rio de Janeiro. Os policiais iniciaram uma revista no bagageiro do coletivo, com auxílio do cão farejador K9 Hai, especialista no faro de entorpecentes, armas e munições. O animal deu sinal positivo para a presença de algo ilícito numa mala. Quando abriram a bagagem, os agentes encontraram vários tabletes de maconha. No total, havia aproximadamente 32 quilos da droga.

Uma mulher de 21 anos foi identificada como proprietária da mala. Ela confessou que receberia R$ 400 para entregar a maconha em Cabo Frio, na Região dos Lagos. A ocorrência foi registrada na 94ª DP (Piraí), onde a suspeita foi indiciada por tráfico de drogas, cuja pena varia de 5 a 15 anos de prisão.

 

Fonte: O Dia

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Traição entre integrantes de facção aumenta índice de homicídios em Macaé, diz delegado

Triplo homicídio ocorreu em casa na Rua Luís Ribeiro Pinto (nº 169), segundo a polícia
Triplo homicídio ocorreu em casa na Rua Luís Ribeiro Pinto (nº 169), segundo a polícia Foto: Reprodução / Google Street View

Três das oito vítimas de homicídios praticados no último fim de semana em diferentes localidades de Macaé, no Norte Fluminense, foram identificadas pela Polícia Civil.

Gabriel Teixeira Barbi, Claudio Olimpio de Moraes Junior e Erick dos Santos Pinheiro foram mortos a tiros dentro de um casa na Rua Luís Ribeiro Pinto (169), no bairro Cajueiros, por volta das 15h30 de domingo. As outras mortes, cujas vítimas ainda não foram identificadas, ocorreram no Morro São Jorge; no Planalto da Ajuda; na Praça do Pixe; e na Ajuda de Baixo.

Investigações em andamento na 123ª DP (Macaé) dão conta de que os casos têm relação com uma briga entre facções criminosas rivais pelo domínio de tráfico de drogas na área e por uma traição entre seus integrantes.

– No último fim de semana vivemos uma situação atípica. Dois indivíduos que pertenciam a facção ADA das Malvinas trocaram de facção e foram para o CV e como prova de fidelidade à nova facção efetuaram dois homicídios, um no morro de São Jorge e outro no planalto da ajuda. A ADA, por sua vez, fez a primeira retaliação, causando um homicídio na praça do Pixe e depois um triplo homicídio no Cajueiros contra os dois indivíduos que trocaram de facção e mais um terceiro que os acompanhavam. E, por fim, vieram a causar mais um homicídio na Ajuda de Baixo – contou o delegado adjunto Victor de Azevedo Moreira.

Ele afirma ainda que o caso afetou o índice de homicídios de Macaé.

– O índice de homicídios vinha ficando no mesmo patamar; todavia, neste fim de semana ocorreu um situação incomum de traição a facção que veio gerar esses homicídios e causar uma distorção pontual no índice de homicídios – frisou.

Por se tratar de um caso relacionado ao tráfico, as investigações deverão levar mais tempo, de acordo com o delegado.

– No que tange aos homicídios relacionados ao tráfico, encontramos um entrave que é a falta de testemunhas aptas a se manifestar formalmente – disse.

Além de buscar testemunhas, a polícia está atrás de possíveis imagens de câmeras instaladas na região para tentar identificar os autores.

 

Fonte: Extra

Nove pessoas são presas por golpe que gerou prejuízo de R$10 milhões no Rio

Polícia apreendeu cadernos de contabilidade, computadores e material de instalação de tV a cabo
Polícia apreendeu cadernos de contabilidade, computadores e material de instalação de tV a cabo Foto: Divulgação Polícia Civil

Nove pessoas suspeitas de organização criminosa e estelionato foram presas, nesta sexta-feira, por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC). Segundo o delegado Hilton Pinho, da DRFC, o grupo e outras seis pessoas que ainda estão sendo procuradas, tiveram as prisões preventivas decretadas pela Justiça após o envolvimento em um golpe, que em um ano, gerou prejuízo estimado de R$ 10 milhões.

De acordo com a polícia, os presos trabalham em cinco empresas terceirizadas de instalação e venda de sinal de TV a cabo, na Baixada Fluminense e no município do Rio. O grupo é acusado de forjar contratos falsos e de cobrar comissões de uma empresa de TV a cabo. Para elaborar as falsas contratações, os acusados usavam números de documentos que eram retirados de um banco de dados, provavelmente da Internet.

Além disto, vendiam instalações irregulares, a preços abaixo do mercado, para pessoas que nunca fizeram cadastro na empresa de TV a cabo. O caso era investigado há um ano pela DRFC, em conjunto com o Ministério Público. Na operação desta sexta-feira, foram apreendidos computadores, planilhas, cadernos de contabilidade e material de instalação de TV a cabo.

 

Fonte: Extra

Mais de um ano após morte de Falcon, crime ainda é cercado de mistério

Falcon foi morto em sete Foto: Reprodução

A morte de Marcos Vieira Souza, o Marcos Falcon, de 52 anos, completa um ano e um mês no próximo dia 26. O crime, no entanto, ainda é cercado de mistério. A Delegacia de Homicídios da capital não concluiu o inquérito que investiga o assassinato. Além de presidente da Portela e subtenente reformado da PM, Falcon era candidato a vereador, por isso desde o início, polícia trabalha com várias linhas de investigação para o crime. A Delegacia de Homicídios (DH) da capital, responsável pelo inquérito, não quis revelar qual delas é a mais forte.

As hipóteses vão desde uma briga de Falcon com outro candidato a vereador até uma guerra entre integrantes da máfia de caça-níqueis que atua nos bairros de Quintino, Madureira, Cascadura, Oswaldo Cruz e Campinho. O ex-presidente da Portela foi assassinado quando deixava seu comitê de campanha, localizado na esquina das ruas Carlos Xavier e Maria José, em Madureira, Zona Norte do Rio.

– Não podemos revelar detalhes justamente para não atrapalhar o andamento das investigações – afirma Brenno Carnevale, delegado responsável pelo caso.

O comitê de campanha de Falcon, onde ele foi executado, horas depois do crime
O comitê de campanha de Falcon, onde ele foi executado, horas depois do crime Foto: Márcio Alves

 

Na DH, mais de 30 testemunhas do caso já foram ouvidas. Os depoimentos ainda não terminaram. Um dos seus filhos, Marcos Falconi de Oliveira Souza, foi uma das testemunhas que estiveram na especializada. Ele deu à polícia detalhes da rotina de seu pai. No dia em que foi assassinado, o presidente da Portela estava sozinho, sem qualquer escolta.

Falcon foi atingido por, pelo menos, quatro tiros de fuzil no peito e na cabeça, dentro de seu comitê eleitoral, no dia 26 de setembro de 2016. De acordo com testemunhas, quatro homens encapuzados e portando fuzis foram responsáveis pela execução. O bando chegou ao local em um Gol prata. Três deles saíram do veículo, mas só dois entraram no comitê. Após o crime, os bandidos fugiram no mesmo carro.

Busto de Falcon foi inaugurado na Portela
Busto de Falcon foi inaugurado na Portela Foto: Fábio Guimarães

 

Nessa quinta-feira, a Portela inaugurou um busto em homenagem a Falcon na quadra da escola, em Madureira, na Zona Norte do Rio. Feita pelo escultor Mario Pitanguy, a peça de bronze ficará na entrada da quadra, ao lado do busto de Natalino José do Nascimento, o Natal da Portela, morto em 1975. A inauguração contou com a presença de Monarco e Tia Surica.

Falcon já respondeu por porte ilegal de arma de fogo, homicídio e formação de quadrilha, por suspeita de fazer parte de uma milícia, mas acabou absolvido dos crimes. Ele chegou a ser preso e por causa das acusações, foi expulso da Polícia Militar em junho de 2011. Dois anos depois, Falcon conseguiu ser reintegrado à corporação.

Falcon era candidato a vereador
Falcon era candidato a vereador Foto: Reprodução

 

A 29ª DP (Madureira) abriu um inquérito, no início de 2016, para apurar uma ameaça contra o presidente da Portela. O caso foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim) em abril deste ano. Como Falcon não compareceu à audiência preliminar, o caso foi arquivado.

 

Fonte: Extra

Sargento do Exército apontado como ‘maior armeiro do tráfico de drogas’ do Rio é preso

Fuzis, pistolas, ferramentas e peças de armas desmontadas foram apreendidas
Fuzis, pistolas, ferramentas e peças de armas desmontadas foram apreendidas Foto: Luã Marinatto

O sargento do Exército Carlos Alberto de Almeida, de 46 anos, considerado o maior armeiro do tráfico de drogas do Rio de Janeiro, foi preso por policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) na Favela da Coreia, em Senador Camará, Zona Oeste, na noite desta sexta-feira. Outras três pessoas envolvidas na mesma facção criminosa também fora presas com ele: Alexsandro Rodrigues Figueira, de 34 anos; Felipe Rodrigues Fugueira, de 31; e Murilo Barbosa Ludigerio, de 22. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil.

O quarteto foi preso em flagrante delito no momento que fabricavam peças de armas de fogo e realizavam a montagem de fuzis que seriam entregues aos chefes do tráfico de drogas de uma das principais facções criminosas do Rio (TCP), com operação na Vila Aliança, Coréia, Vila dos Pinheiros, Parada de Lucas , Serrinha, Dendê e outras da Baixada Fluminense.

Almeida, conhecido como Soldado, Mauricinho ou Professor era lotado na Escola de Sargentos de Logística do Exército Brasileiro (ESSLOG) e, por mais de 25 anos, serviu na reserva de armamento da unidade militar. As investigações dão conta de que o sargento trabalhava como armeiro há pelo menos dez anos.

Durante a operação, os policiais apreenderam vários fuzis e pistolas, além de ferramentas e peças de armas desmontadas. A ação teve apoio de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da Inteligência do Exército.

Da esquerda para a direita: coronel Cordeiro, comandante da 1ª Polícia do Exército; delegado Fabrício Oliveira, titular da Desarme; e delegado André Leiras, assistente na Desarme
Da esquerda para a direita: coronel Cordeiro, comandante da 1ª Polícia do Exército; delegado Fabrício Oliveira, titular da Desarme; e delegado André Leiras, assistente na Desarme Foto: Luã Marinatto

SARGENTO FOI ‘CONTRATADO’ POR ROGÉRIO 157

Na sexta-feira, véspera do início da Guerra na Rocinha, Almeida e seus comparsas montaram uma oficina de armas no interior da favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, com o objetivo de preparar as armas de Rogério 157 que se preparava para a guerra. O sargento contratado diretamente por Rogério 157 e atuaria pela primeira vez em uma comunidade dominada pela facção Amigos dos Amigos (ADA), em virtude da aliança entre o TCP e a ADA denominada TCA.

Quarteto foi preso em flagrante delito no momento que fabricavam peças de armas de fogo
Quarteto foi preso em flagrante delito no momento que fabricavam peças de armas de fogo Foto: Luã Marinatto
Fonte: Extra

Funkeiro suspeito de ajudar na fuga de Rogério 157 da Rocinha é preso

O funkeiro MC Tikão, após ser preso pela polícia
O funkeiro MC Tikão, após ser preso pela polícia Foto: Reprodução de vídeo / Rede Globo

 

O funkeiro Fabiano Batista Ramos, o MC Tikão, preso nesta sexta-feira pela polícia, foi o responsável por tirar o traficante Rogério 157 da Rocinha, durante o cerco das Forças Armadas à comunidade, em setembro. De acordo com reportagem exclusiva do “RJTV”, da Rede Globo, foi o fukeiro que mediou o encontro que selou a troca de facção do traficante, que deixou a Amigos dos Amigos (ADA) e passou para o Comando Vermelho (CV) após romper com o traficante Nem da Rocinha.

Segundo o telejornal, Tikão, que tinha entrada livre na Rocinha e chegou a fazer uma música em homenagem ao chefe do tráfico (“Você pode ser bandido / Traficante 157”), foi preso na Taquara, Zona Oeste. Em depoimento, foi na garupa da moto dele que Rogério 157 deixou o esconderijo onde estava, em 22 de setembro, quando a Rocinha estava cercada.

– O MC Tikão foi procurado pelo Rogério porque eles são muito amigos, o MC TIkão frequenta, frequentava muito a Rocinha (…) Ele foi justamente essa pessoa que intermediou essa negociação para que o Rogério 157 saísse da facção criminosa à qual ele pertencia anteriormente e para qual ele está atualmente – afirmou um delegado que investiga o caso ao RJTV.

De acordo com o depoimento, foi ele quem apresentou Rogério 157 a Paulinhozinho do Fallet, o chefe do tráfico na comunidade e um dos principais nomes do CV. Foi durante um encontro no Morro do Turano que aconteceu o acordo entre 157 e Paulinhozinho.

Fonte: Extra

PRF prende ambulante que assaltava motoristas na Rodovia Presidente Dutra

Criminoso teria roubado os celulares de duas pessoas
Criminoso teria roubado os celulares de duas pessoas Foto: Divulgação / PRF

Um vendedor ambulante suspeito de assaltar motoristas na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Belford Roxo, Baixada Fluminense, foi preso nesta sexta-feira pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação faz parte da operação Égide, que reforça o policiamento nas rodovias federais do estado.

Uma das vítimas contou à polícia que ele usava o isopor para esconder a arma usada nos roubos. Após receberem denúncias de motoristas, os policiais conseguiram abordar o criminoso, que teria roubado os celulares de duas pessoas.

Ainda segundo a polícia, o suspeito foi reconhecido por duas vítimas como autor dos crimes. Um dos pertences foi recuperado, porém o outro aparelho e a arma não foram encontrados.

O caso foi registrado na 54ª DP (Belford Roxo).

Ambulante escondia arma dentro de isopor, segundo relatos das vítimas
Ambulante escondia arma dentro de isopor, segundo relatos das vítimas

Fonte: Extra