Rio+Seguro termina 1ª semana com 11 suspeitos detidos em Copacabana e Leme

Iniciativa é uma parceria entre a prefeitura e o governo estadual

 

O programa Rio+Seguro terminou a primeira semana com 11 suspeitos detidos em Copacabana e no Leme, Zona Sul do Rio. Além disso, os agentes acolheram 24 moradores de rua nesses bairros. Coordenada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), a inciativa é uma parceria entre a prefeitura e o governo estadual para reduzir a violência na região.

Rio+Seguro termina 1ª semana com 11 suspeitos detidos em Copacabana e LemeDivulgação

Desde o último sábado, quando começou a ação, os agentes fizeram operações para fiscalizar pontos de venda de produtos como cola e tinner, com 28 locais fiscalizados e 25 multados. Foram verificadas ainda as licenças de 265 ambulantes, dos quais 90 não possuíam autorização para trabalhar, com 31 infrações registradas.

Durante a semana, foram feitas 369 abordagens a moradores de rua, entre eles, 21 adultos aceitaram o acolhimento e três menores foram encaminhados ao Conselho Tutelar. Já a Comlurb retirou 41 toneladas de lixo; fez lavagem hidráulica com carros-pipa, utilizando 82 mil litros de água de reuso e podou 110 árvores.

 

Fonte: O Dia

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Na rota de balões, Parque Olímpico cobra investigações

Gestores alertam para risco de novo incêndio e pedem atuação das polícias. Região concentra 70% das denúncias

 

A Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo) está preocupada com o risco de novos incêndios criminosos no Parque Olímpico da Barra da Tijuca. Funcionários alertam que muitos balões continuam sobrevoando o local à noite e de madrugada. O perigo é iminente, já que a Zona Oeste lidera o ranking de denúncias sobre balões, concentrando 70% dos registros do Disque Denúncia em 2017 no município do Rio.

Os dois acidentes provocados por quedas de balões no velódromo, em julho e novembro, custaram aos cofres públicos R$ 260 mil em reparos. O prejuízo saiu do orçamento do Ministério do Esporte e o conserto foi providenciado pela Aglo. A quantia é suficiente para arcar com a despesa de energia elétrica de um mês inteiro do equipamento, usado nas competições de ciclismo de pista na Olimpíada. Segundo a autoridade, os crimes, investigados pela Polícia Federal (PF), ainda não foram elucidados.

Um dos balões resgatados no Velódromo do Parque Olímpico. Funcionários da AGLO dizem que situação é comum naquela regiãoDivulgação

 

“Ainda tem uma grande quantidade de balões passando aqui. No Rio, a tradição é soltar balão de madrugada. Essa região é uma passagem de ventos da Zona Norte em direção ao mar. Os balões que vêm do subúrbio passam por aqui e a probabilidade de caírem é enorme”, alertou um servidor, que pediu para não ser identificado.

O presidente da Aglo, Paulo Márcio Dias Mello, apela que a PF estabeleça integração com a Polícia Civil para que os grupos de baloeiros sejam identificados e indiciados. “Na primeira ocasião, a Polícia Civil abriu inquérito para apurar a responsabilidade, mas teve que enviar o caso para a PF por força legal (porque o espaço é federal). Estou esperando o indiciamento desses baloeiros para que a minha Procuradoria Federal entre com ação civil solicitando tudo o que gastamos”.

Mello informou que entregou à PF fotografias e vídeos dos balões que caíram no velódromo, com inscrições que identificam grupos de baloeiros. Os dois incêndios aconteceram de madrugada, não deixaram feridos e não comprometeram a estrutura. O primeiro, no dia 30 de julho, estragou em maior proporção o telhado e danificou esteticamente a pista de madeira. Foram gastos R$ 199 mil no reparo. No segundo, em 26 de novembro, parte da cobertura foi atingida e o conserto emergencial, que durou uma semana, custou R$ 60 mil. A Polícia Federal não respondeu ao DIA.

Sem medo de punição, baloeiros se exibem na internet

Grupos organizados de baloeiros usam livremente a internet para divulgar revoadas em diversas regiões do Rio sem medo de mostrar o rosto e responder criminalmente. De acordo com a Lei de Crimes Ambientais, soltar, fabricar, vender ou transportar balões é crime, por colocar a vida das pessoas em risco. Pessoas flagradas praticando essas atividades podem ser penalizadas com detenção de um a três anos e multa.

A página “Balão é Cultura” tem 13.700 seguidores no Facebook e exibe fotos e vídeos de eventos realizados com frequência por baloeiros, muitos na Zona Oeste. Os grupos têm até apelidos, como “Turma da 44”, “Turma Abusado da CDD” e “Turma Noturna JPA”. “CDD” refere-se à Cidade de Deus e “JPA”, a Jacarepaguá. No dia 26 de novembro, a página “Resgate de Balões Rio de Janeiro”, com 19 mil seguidores, publicou imagens de uma revoada que teria sido realizada na Penha em plena luz do dia. Um vídeo postado no dia 25 mostra um balão sobrevoando a Ponte Rio-Niterói, quase tapando a visão de motoristas.

O programa Linha Verde, do Disque Denúncia (2253-1177), para informações de crimes ambientais, recebeu 117 denúncias sobre comercialização, soltura e fabricação de balões desde janeiro no estado 42 a mais que em 2016 (aumento de 56%). A partir dos relatos, a polícia conseguiu apreender 108 balões e 1800 materiais de fabricação em 2017. A maioria das denúncias feitas no ano passado partiu do Rio, São Gonçalo e Nova Iguaçu. Na capital, a maior parte teve origem em Campo Grande, Engenho de Dentro, Freguesia, Jacarepaguá e Ilha do Governador.

A Polícia Civil afirmou que a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente investiga as denúncias que recebe, incluindo grupos de baloeiros, ações individuais e publicações na internet.

 

Fonte: O Dia

Homem é preso portando escopeta em São Gonçalo

Suspeito foi preso pela PM e arma apreendida
Suspeito foi preso pela PM e arma apreendida Foto: Reprodução/PM

 

Policiais militares apreenderam uma escopeta com munição, durante uma ação que ocorreu na comunidade Alma, no bairro Amendoeira, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, neste sábado. Além da arma, um homem também foi preso no local. Não há informações de pessoas feridas.

Na ação desencadeada por militares do 7º BPM (São Gonçalo), uma motocicleta também foi apreendida. O suspeito capturado, a arma, munição e o veículo foram levados para a 74ª DP (Alcântara), onde foi realizado o registro da ocorrência.

Mais cedo, também em São Gonçalo, PMs apreenderam uma réplica de fuzil. Desta vez, a ação ocorreu na comunidade Porto Novo, informou a Polícia Militar. Na região, um homem também foi detido e levado para a 73 ª (Neves), onde o caso foi registrado.

 

Fonte: Extra

Comparsa de Rogério 157 denuncia parentes de Nem da Rocinha

Cachorrão (de cabeça baixa) ao ser preso
Cachorrão (de cabeça baixa) ao ser preso

Parentes de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, tramaram a invasão à Rocinha na manhã de 17 de setembro, no primeiro capítulo da guerra que, há três meses, assusta moradores da favela. A revelação foi feita por um comparsa de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, inimigo de Nem, à polícia. Alberto Ribeiro Sant’anna, o Cachorrão, principal segurança de Rogério, afirmou, em depoimento na 11ª DP (Rocinha) após ser preso, em 10 de novembro, que a filha de Nem, Eduarda dos Santos Lopes, a Duda, e seu marido, Adriano Cardoso da Silva, o Modelo, participaram da reunião que determinou o ataque à favela.

O depoimento de Cachorrão foi obtido com exclusividade pelo EXTRA. No relato, ele conta que ficou sabendo do encontro, que aconteceu no Morro de São Carlos, no Estácio, pelo próprio Rogério 157. Na reunião, segundo o criminoso, estavam, além de Duda e Modelo, representantes de quatro favelas dominadas pela mesma quadrilha de Nem: Leonardo Miranda da Silva, o Léo Empada, gerente do tráfico do São Carlos; Luis Alberto Santos de Moura, o Bob, gerente do Caju; Robson da Conceição Ferreira Junior, o Chatinho, da Vila Vintém; Francisco Castro da Penha Gonçalves, o Novinho, e Ramon Aleluia da Silva, o Manga, ambos da Rocinha.

Antonio Bonfim Lopes, o Nem
Antonio Bonfim Lopes, o Nem

Durante o encontro, de acordo com o depoimento, o genro de Nem “falou que ‘o papo’ que ele recebeu do Nem era para matar Rogério 157 e que a favela seria dada ao Manga”. Nem cumpre pena no presídio federal de Porto Velho, em Rondônia. Ainda de acordo com o relato, a reunião ocorreu “após uma tentativa de visita a Antônio Francisco Bonfim Lopes, visita esta que não aconteceu”. A missão de matar Rogério teria ficado nas mãos de comparsas de Nem oriundos da Rocinha: Jurandir Silva Santos, o Parazinho, Manga e o próprio Modelo.

Cachorrão afirma que Modelo se espelha em seu genro para subir degraus na hierarquia da quadrilha: segundo o criminoso, Adriano “está se aproveitando de seu parentesco com Nem para passar autoridade”. No depoimento, Cachorrão ainda aponta Modelo como autor de diversos crimes nos últimos meses. Segundo ele, o traficante foi um dos responsáveis pelo ataque a um luau na praia de São Conrado, que terminou com três pessoas baleadas no início de novembro. Modelo também estaria, segundo Cachorrão, “planejando um ataque à 11ª DP”. A intenção do ataque seria “colocar a culpa” no grupo de Rogério.

Modelo, genro de Nem
Modelo, genro de Nem

Traficante acompanhou a guerra pela TV em motel

O depoimento de Cachorrão ajudou a polícia a identificar mais de uma dezena de traficantes que participaram da guerra na Rocinha. Entretanto, o criminoso afirma que não estava na favela no momento da invasão. Ele declarou que estava “resolvendo problemas familiares em Vila Isabel”, na Zona Norte, onde nasceu e foi criado.

Questionado pelos agentes quais seriam esses problemas, Cachorrão explicou que se tratava de um problema amoroso: “uma de suas mulheres descobriu que ele também é casado com sua irmã”.

Na manhã da invasão, ele estava voltando para a Rocinha quando recebeu uma ligação de um comparsa contando do ataque. Cachorrão, então, decidiu se abrigar num motel na Avenida Niemeyer, em São Conrado, de onde acompanhou a guerra em tempo real pela televisão. De noite, “quando a favela acalmou”, ele voltou para a comunidade.

Rogério 157 (ao centro, algemado) logo após ser preso
Rogério 157 (ao centro, algemado) logo após ser preso Foto: Fabiano Rocha

Cachorrão ainda forneceu aos agentes informações importantes sobre os bastidores do confronto. O traficante revelou que “a guerra não seria possível sem a anuência e a bênção de Celso Luiz Rodrigues, o Celsinho da Vila Vintém”, que emprestou armamento para a invasão e abrigou traficantes aliados de Nem que fugiram da Rocinha após a ruptura com Rogério 157.

Cachorrão foi preso numa casa, no Morro do Fogueteiro, em Santa Teresa, após fugir da Rocinha. No imóvel, agentes encontraram várias caixas de uísque. Quando os policiais chegaram ao local, Cachorrão segurou a filha no colo e se entregou. Segundo as investigações da polícia, o traficante era o responsável pelo braço armado da quadrilha de Rogério 157.

Cachorrão afirma ainda que Modelo se espelha em seu genro para subir degraus na hierarquia da quadrilha: segundo o criminoso, Adriano “está se aproveitando de seu parentesco com Nem para passar autoridade”. No depoimento, Cachorrão ainda aponta Modelo como autor de diversos crimes que aconteceram nos últimos meses. Segundo ele, o traficante foi um dos responsáveis pelo ataque a um luau na praia de São Conrado, na Zona Sul, que terminou com três pessoas baleadas no início de novembro.

Modelo também estaria, segundo contou Cachorrão, “planejando um ataque à 11ª DP”, que fica em frente à favela. A intenção do ataque seria “colocar a culpa” no grupo de Rogério.

Fonte: Extra

PM reformado é morto a tiros em Nova Iguaçu, na Baixada

Rua onde o crime ocorreu, em Nova Iguaçu
Rua onde o crime ocorreu, em Nova Iguaçu Foto: Reprodução/Google Maps

Subiu para 126 o número de policiais militares mortos no estado do Rio apenas neste ano. Dessa vez, a vítima foi o PM reformado Reginaldo Pedrosa Gomes. Ele foi assassinado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no fim da madrugada deste domingo. De acordo com informações iniciais do 20º BPM (Mesquita), o PM não resistiu aos ferimentos de tiros. O crime ocorreu na Rua dos Quartéis, em Comendador Soares, pouco depois das 4h.

Segundo a corporação, ele morreu no local após ser atingido. De acordo com o 20ºBPM (Mesquita), o soldado se envolveu em uma discussão ao sair de uma casa de shows e, foi morto por um homem que disparou contra ele e fugiu em seguida. O caso está sob os cuidados da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Agentes da especializada foram acionados para o local do assassinato.

Segundo a Polícia Civil, a perícia foi feita no local e o corpo da vítima foi encaminhado para o IML da região. Os agentes estão em busca de possíveis testemunhas e imagens de câmeras de segurança instaladas na região que possam ajudar a identificar a autoria do crime. O soldado, reformado desde 2004, tinha 45 anos.

Na última quinta-feira, o policial militar Eduardo Deniz da Silva, de 40 anos, foi morto durante uma troca de tiros com criminosos na Zona Norte do Rio. Lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Arará/Mandela, o cabo foi baleado no rosto pelos bandidos.

Na ocasião, segundo a PM, bandidos que pilotavam uma moto haviam assaltado um ônibus na Avenida Dom Hélder Câmara, antes de fugirem pela Rua Leopoldo Bulhões. Após ser avisado sobre o crime, o policial em uma moto seguiu em direção a um viaduto em Benfica. Na abordagem aos criminosos, o PM acabou sendo atingido e não resistiu.

O cabo foi sepultado na última sexta-feira, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste do Rio. Eduardo estava há sete anos na corporação e deixa esposa e filho.

Fonte: Extra

PM recupera carga de cerveja avaliada em quase R$ 100 mil

Na noite do último sábado, policiais do Posto de Policiamento Comunitário do Jardim América (PPC – 16ºBPM , Olaria) recuperaram um caminhão com uma carga de cerveja avaliada em R$ 92.719,55. Os agentes foram alertados por pedestres sobre o roubo de uma carreta, na Avenida Brasil, próximo à comunidade Kelson, na Penha.

Os policiais foram à Rua Lobo Júnior, na comunidade, e encontraram a carga de bebidas intacta. Os ladrões fugiram ao perceberem a chegada da PM. Ninguém foi preso.

Na sexta-feira, criminosos armados foram flagrados transferindo carga de um caminhão roubado para outro veículo de grande porte, no Complexo da Pedreira, na Zona Norte. A ação dos integrantes do bando foram exibidas pelo Bom Dia Rio, da Rede Globo.

Nas imagens, cerca de 10 homens foram flagrados atuando no interior da comunidade. Alguns deles, inclusive, portando fuzis. A menos de um quilômetro de onde o crime era praticado, uma patrulha da Força Nacional realizava uma blitz. Por lá, os agentes fiscalizavam os veículos que passavam pela Estrada Rio D’ouro. A via margeia a comunidade da Pedreira.

 

Fonte: Extra

Bandidos usam lanchas em fuga após roubarem caixas eletrônicos em Paraty

Os bandidos explodiram três caixas eletrônicos e o cofre da agência bancária.
Os bandidos explodiram três caixas eletrônicos e o cofre da agência bancária. Foto: Reprodução/OTT

Na madrugada deste domingo, doze pessoas armadas com fuzis entraram na Vila Residencial de Mambucaba, em Paraty, para assaltar uma agência bancária. Segundo a Polícia Militar, o grupo rendeu os seguranças e houve troca de tiros. Apesar da tentativa dos vigilantes, os homens explodiram três caixas eletrônicos e o cofre do banco. De acordo com testemunhas, os homens entraram na Vila Residencial, próxima às usinas nucleares de Angra dos Reis, pela praia, que fica a 100 metros da agência.

Para fugir, os criminosos também usaram uma rota de fuga pelo mar: após correrem até a praia, subiram em lanchas para despistar a polícia. Durante a fuga, os bandidos deixaram marcas na area da praia.

Quadrilha deixou grampos metálicos no chão
Quadrilha deixou grampos metálicos no chão

Policiais do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) estavam na Vila Operária, localizada do outro lado da Rodovia Rio-Santos, e foram ao local do assalto. Houve confronto com a chegada dos agentes. No entanto, não conseguiram alcançar os criminosos porque grampos metálicos deixados pelos assaltantes nas ruas de acesso ao banco furaram pneus de duas viaturas.

Além da explosão na parte da frente da agência, os bandidos também invadiram uma casa vizinha, que estava vazia no momento. A quadrilha arrombou as portas e explodiu uma parede, fazendo um buraco para chegar até os fundos da agência.

Rastros na areia mostram rota de fuga dos criminosos
Rastros na areia mostram rota de fuga dos criminosos Foto: Divulgação

O caso foi registrado na 167ª DP (Paraty). Segundo a Polícia Civil, agentes realizam diligências na localidade para apurar os fatos e a perícia já foi acionada. Os PMs que participaram da ação serão ouvidos na delegacia. A polícia vai pedir as imagens das câmeras de segurança instaladas na agência e em seu entorno. Em nota, o Santander informou que está colaborando com as investigações policiais.

A Vila Residencial de Mambucaba é residência de diretores da Eletronuclear, empresa que gerencia o Complexo Nuclear de Angra dos Reis, e é considerada área de segurança nacional, com entrada restrita e monitoramento completo.

Uma das paredes da agência alvo dos criminosos
Uma das paredes da agência alvo dos criminosos Foto: Divulgação

Num vídeo que circula na internet, um morador reclama da violência na região: “Acabaram com a nossa tranquilidade aqui na vila. Olha só o problema que nós estamos tendo. Está complicada a situação”, desabafa.

É a segunda vez no ano que a vila registra confronto entre um bando armado e policiais militares. No dia 10 de abril, uma funcionária de uma loja levava um malote de dinheiro para depositar quando foi abordada por assaltantes. Na ocasião, também houve tiroteio. Os criminosos também fugiram pelo mar.

 

Fonte: Extra